O indicador do boi gordo do Cepea, calculado com base nos preços praticados em São Paulo, registrou um novo recorde e superou os R$ 316 por arroba pela primeira vez. A cotação variou 0,09% em relação ao dia anterior e passou de R$ 315,8 para R$ 316,1 por arroba. Com isso, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 18,32%. Em 12 meses, os preços alcançaram 55,71% de valorização.
No mercado futuro, os contratos do boi gordo negociados na B3 também tiveram valorização. O ajuste do vencimento para abril passou de R$ 315,15 para R$ 317,25, do maio foi de R$ 309,8 para R$ 311,85 e do outubro, estável em R$ 323,3 por arroba.( CANAL RURAL/CEPEA )
A indústria nacional de café solúvel quer ampliar o mercado mundial do produto por meio de projeto setorial. “As ações do projeto pretendem turbinar as estratégias para alcançar a meta de crescimento de 50% no volume exportado no período de 2016 a 2025, que foi estabelecido no plano estratégico de desenvolvimento do café solúvel do Brasil, que elaboramos em 2015”, afirma em nota o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), Aguinaldo Lima.
No ano passado, os embarques alcançaram 4,1 milhões de sacas, gerando divisas de US$ 537 milhões. O consumo interno também cresce, aproximando-se do equivalente a 1 milhão de sacas em 2020, ou 4,5% do total de café consumido no Brasil.
Conforme a Abics, o Brasil, por falta de acordos comerciais, enfrenta forte taxação no café solúvel. Dos mais de 120 países que adquiriram o produto nos últimos 10 anos, apenas 38 países aplicam tarifa inferior a 5%. Nos demais, impostos de importação oscilam de 6% a 45%, provocando impacto direto na competitividade com países concorrentes que detém acordos comerciais. (AGRONEWS )
As receitas dos festejos de Páscoa, tradicionalmente regadas a azeite de oliva, trazem a preocupação com o consumo de um bom produto. Os auditores fiscais federais agropecuários (AFFA) fazem um trabalho intenso para garantir que marcas que não respeitam os parâmetros sejam retiradas do mercado. Mas o consumidor também pode ficar atento e procurar produtos de qualidade.
Para isso, o cuidado começa na observação do rótulo. O primeiro passo é verificar se trata-se realmente de azeite de oliva, obtido exclusivamente do fruto da oliveira, sem misturas. “Parece estranho afirmar isso, mas o fato é que existem muitos óleos compostos a venda, em garrafas iguais às de azeite de oliva, com ilustrações que remetem a oliveira, a azeitona ou a imagens tradicionais em rótulos de azeite; mas que, na verdade, são produtos obtidos com a mistura de, na maioria das vezes, 90% de óleo de soja e 10% de azeite de oliva”, alerta Vinícius Pasquotto, do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa no Rio Grande do Sul. O ponto mais relevante a ser observado no rótulo do azeite de oliva extravirgem é a data de envase, pois quanto mais fresco estiver, melhor. ( AGRONEWS )
Nesta semana, o Indicador do bezerro ESALQ/BM&FBovespa (animal nelore, de 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul) ultrapassou a marca de R$ 3 mil por cabeça. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário se deve à oferta de bezerros abaixo da demanda por novos lotes de reposição.
Ressalta-se que o valor recorde de animais de reposição e as também recordes cotações de importantes insumos da alimentação pecuária – como milho e farelo de soja –, por sua vez, deixam pecuaristas terminadores em alerta. ( Fonte: Cepea/AGRONEWS )
O CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) disponibiliza a distribuição dos acidentes e óbitos por animais peçonhentos nas regiões do Estado de São Paulo. Um levantamento feito pela reportagem com base nos registros, mostra que nos GVEs (Grupos de Vigilância Epidemiológica) de Presidente Prudente e Presidente Venceslau, de todos os acidentes, o ataque de abelhas é o único que fez vítimas fatais em ambas as regiões no ano passado. Se somados com o período anterior, foram três óbitos.
De acordo com Luciano Eloy, veterinário e assessor técnico de saúde pública do CVE, os números catalogados resultam de ataques por enxames.
De acordo com a análise, em 2019 a região de Prudente teve 47 ocorrências, sendo uma morte, enquanto que Venceslau teve 25 acidentes, sem mortes. Já em 2020, Prudente registrou 27 ocorrências com uma morte, uma queda de 42,55% nos acidentes com abelhas; por sua vez, no mesmo ano, Venceslau teve 48 acidentes e uma morte, aumento de 92% dos casos se comparados com o ano anterior. ( O IMPACIAL )
Apesar do plantio da segunda safra de milho 2020/21 estar em processo de finalização no Brasil, os atrasos motivados pelo ciclo mais tardio da soja e também pelo excesso de chuvas em fevereiro e março já trazem impactos nas perspectivas de rendimento em estados como Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
Na revisão de abril, trouxe corte de 4,5% na produção da safrinha em relação ao número divulgado em março, ficando em 77,65 milhões de toneladas. Mesmo com a queda, o resultado ainda configuraria recorde.
"O corte da estimativa do Mato Grosso ficou perto de 3 milhões de toneladas. Mesmo com essas revisões, a safra de inverno ainda não está definida, com o clima em abril, e mesmo em maio, sendo determinante", pondera a especialista de inteligência de mercado, Ana Luiza Lodi. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )
Com o avanço da colheita de soja 2020/21 em todo Brasil, resultados positivos foram confirmados em estados que têm um ciclo de produção mais tardio e foram beneficiados pelas chuvas a partir de janeiro. Em sua revisão de abril, a StoneX aumentou, mais uma vez, a estimativa para a produção neste ciclo, que alcançou 134 milhões de toneladas.
"O Rio Grande do Sul foi o principal responsável pela maior produção nacional, com 22,3 milhões de toneladas, consolidando o segundo lugar entre os maiores produtores", destaca a especialista de inteligência de mercado do grupo, Ana Luiza Lodi. Outros estados, como Maranhão e Piauí, também apresentaram aumento em seus números, confirmados à medida que a colheita avança.
Por outro lado, no Mato Grosso, no Paraná e em São Paulo, houve um ajuste negativo da produtividade, impactando os números de produção, mas que na média nacional ainda registraram avanço. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )
O rally nos preços dos óleos vegetais ganhou ainda mais evidência nestes últimos dias e tem sido importante combustível para os preços também da soja em grão. Com preços altos em todo mundo, no Brasil os preços altos do derivado "ajudam a conter a baixa no grão, já que o farelo está em queda", explica Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting.
Segundo analistas e consultores nacionais e internacionais, os preços dos óleos vegetais podem estar muito próximos de seu pico e a volta dos patamares pode ser lenta e bastante gradual. O cenário reflete estoques globais bastante apertados, recuperação também gradual da produção matéria-prima, além de uma demanda maior, principalmente, no setor de biodiesel. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )
Velha conhecida pelos poderes bactericidas e antifúngicos, a própolis vermelha também se mostrou um agente antiparasitário potente capaz de reduzir o número de ovos e matar os vermes causadores da esquistossomose.
Em experimentos realizados na Universidade Guarulhos, 400 mg/kg do extrato foram suficientes para reduzir mais de 60% da carga parasitária em camundongos infectados com o verme Schistosoma mansoni.
A ação foi observada tanto em vermes na fase adulta quanto na imatura (vermes jovens). Os testes em cultura mostraram ainda os efeitos da própolis vermelha em inviabilizar o acasalamento e a produção dos ovos do verme.
“As própolis, em especial a vermelha, já têm ação muito conhecida contra bactérias e fungos. Elas têm a função de proteger a colmeia de intrusos e já era esperado que algumas de suas mais de 20 substâncias atuassem contra agentes infecciosos parasitários. O que nos surpreendeu foi ela atravessar o tegumento do verme e matar tanto vermes adultos quanto imaturos, algo que o tratamento convencional da esquistossomose não faz”, afirma Josué de Moraes , professor da Universidade Guarulhos e autor do artigo publicado no Journal of Ethnopharmacology .( PORTAL PRUDENTINO )
O Brasil começou a questionar a União Europeia na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre como a França está ampliando a produção de soja. Os questionamentos do Brasil apresentados no Comitê de Agricultura da OMC, são se o crescimento acontece de maneira sustentável e se os subsídios usados no programa francês são legais.
Em janeiro deste ano, o presidente da França, Emmanuel Macron, publicou um vídeo nas redes sociais onde critica a produção brasileira e relaciona a soja produzida aqui no país ao desmatamento da Amazônia.
Segundo o professor da Universidade de São Paulo (USP) Celso Grisi, existe um componente político nesse pedido . “Macron fez acusações descabidas em relação à soja do Brasil, tentando ligar nosso produto ao desmatamento. O Brasil respondeu questionando como a França passou de 63 mil toneladas em 2018 para 428 mil toneladas no ano passado. Se houve degradação dos recursos naturais, ou como usou a água e componentes químocos”, disse. ( CANALRURAL )
A colheita da soja chegou a 99,4% da área de 10,3 milhões de hectares que Mato Grosso plantou nesta safra 2020/2021. Esse total representa um leve atraso quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando o estado havia retirado 99,8% da área. Entretanto, está um pouco à frente da média dos últimos 5 anos, que é de 99,2%.
Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) que também apontou que três regiões já concluíram os trabalhos de colheita da soja: o noroeste ( que na semana anterior estava com 99,2% colhido), o norte (que na semana passada tinha recolhido 99,3% da área) e, por fim, o oeste (que estava em 99,6% na semana anterior).
O médio-norte do estado é a região que mais se aproxima do fim, com 99,9% da área já recolhida. Na semana passada a região estava com 99,2%. Em 2020, já tinha terminado de colher a soja.
Na sequência aparecem: nordeste com 99,2% da área de soja (a frente dos 99% da safra anterior), o centro-sul com 98,7%, (já tinha terminado em 2020) e o sudeste que está com 98,2% colhido (tinha terminado no ano passado). ( CANAL RURAL )
A rentabilidade na triticultura chegou a 34% na safra 2020/21, segundo a Conab. A alta no preço das commodities é o principal incentivo ao produtor, indicando aumento de área de cultivo de trigo em todo o Brasil.
As áreas indicadas para o cultivo de trigo no Brasil são o Centro-oeste, Sudeste e Sul, além da região de Cerrado na Bahia. Em praticamente todas as regiões é esperado um aumento na área de cultivo, com estimativas de produtividades um pouco menores, considerando possíveis intempéries climáticas que podem surgir ao longo da safra. ( CONAB )
A Peste Suína Africana (PSA) conseguiu afetar a principal produtora de suínos do mundo e causa transtornos em muitos países. O surto começou em setembro de 2018 em suínos de subsistência na China e fez o mercado mundial entrou em pânico. Atualmente atinge países da Europa, Ásia e África.
A doença é altamente contagiosa e não tem cura nem tratamento. Ela acomete suínos e javalis, mas não causa efeitos em humanos. Conseguiu afetar o gigante rebanho suíno chinês que somava números gigantes no setor: cerca de 428 milhões de cabeças, mais da metade da população de suínos do mundo; maior produção, com 54 milhões de toneladas de carne no ano passado, mais que a soma dos outros nove maiores produtores mundiais; maior consumo com 55 milhões de toneladas de carne, 18 vezes maior que no Brasil, quinto no ranking mundial; a maior importação, demandando 1,56 milhão de toneladas.
O Brasil tem um sistema de vigilância das síndromes hemorrágicas que inclui a realização de testes laboratoriais para PSA como diagnóstico diferencial de Peste Suína Clássica (PSC). O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) implementou cuidados nas fronteiras e na importação de produtos agrícolas e alimentos de países onde a PSA está ocorrendo. ( AGROLINK )
A nova regra estabelece a gestação coletiva. As matrizes passam a ter mais espaço, sem baias individuais, o que preserva a saúde dos animais e assegura mais bem-estar na produção, além de resultar em maior produtividade.
O prazo para adequação é de dez anos para novos projetos e até 2045 para granjas anteriores. Na gestação coletiva as fêmeas deixam as celas gestacionais no trigésimo quinto dia de gestação e passam a ficar juntas de forma a expressarem seu comportamento natural. Estudos mostram que a movimentação das matrizes na gestação também facilita o parto. ( AGROLINK )
Segundo as previsões da Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA) indicam o retorno das chuvas para o Sul do Brasil a partir do dia 9. Também a partir deste dia, o NOAA prevê um novo corte das chuvas no Brasil Central.
A rodada do modelo GFS, aponta que até o dia 9, as chuvas seguem previstas no Brasil Central. Com o plantio de milho de forma tardia nesse ano, os produtores precisam de umidade para garantir o bom desenvolvimento da safra. As chuvas, no entanto, nessa época do ano já não acontecem mais de forma generalizada, e chegam com irregulares em toda área. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )
Na atualidade, várias são as doenças que podem incidir sobre a cultura da soja durante seu desenvolvimento, prejudicando seu crescimento e comprometendo a produtividade. Dentre elas, a mancha-alvo representa uma das maiores preocupações para os agricultores.
Essa é uma doença cada vez mais comum nas lavouras de soja, principalmente devido ao aumento do uso de cultivares suscetíveis, da sucessão da soja com outras culturas também suscetíveis ao fungo e da resistência desse agente aos fungicidas usualmente adotados.
Quando não controlada da forma correta, a mancha-alvo pode ocasionar perdas de produtividade variáveis, mas que em alguns casos podem chegar a 40%, dependendo da suscetibilidade de algumas cultivares.
Assim, para garantir maior produtividade, é essencial que o agricultor tenha conhecimento sobre os sintomas e as melhores estratégias de controle desse fungo na cultura da soja. ( CANAL RURAL)
O mercado físico de boi gordo segue com preços firmes. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a escassez de oferta é rotineira neste momento, e os frigoríficos encontram dificuldade na composição de suas escalas de abate.
Resta a expectativa em torno do comportamento dos preços na retomada das negociações após o feriado prolongado. A movimentação cambial ao longo de março foi um fator importante para motivar os frigoríficos habilitados a exportar a atuar de maneira mais enfática no mercado.
Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou a R$ 320 a arroba, ante R$ 319 – R$ 320 na quarta. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 300, inalterado. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 305, estável. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 305, ante R$ 304 – R$ 305. Em Uberaba, Minas Gerais, os valores ficaram em R$ 310, contra R$ 311. ( CANAL RURAL )
O Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, realiza análises para atestar a sanidade das galinhas da Pluma Agroavícola e da Globoaves, empresas fornecedoras de ovos controlados ao Instituto Butantan. Os ovos são usados para a produção da vacina da gripe, disponibilizada anualmente para a população brasileira, e poderão agora ser usados para a produção da ButanVac, vacina em fase de desenvolvimento contra a Covid-19.
As análises realizadas pelo IB atestam que as aves estão livres de influenza aviária e laringotraqueite infecciosas das galinhas. Os testes são realizados no Centro Avançado de Pesquisa Avícola do IB, localizado em Descalvado, no interior paulista. A unidade é acreditada por norma internacional NBR ISO 17025 e é credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O laboratório é o único do Estado de São Paulo e um dos dois do Brasil a ter essas certificações para a sanidade avícola.
“O controle sanitário dos lotes de aves produtoras de ovos controlados para produção de vacinas inativadas é seguido conforme a Instrução Normativa nº 56, de 04 de dezembro de 2007, sendo que os lotes devem estar livres dos principais agentes patogênicos da avicultura. ( INSTITUTO BIOLÓGICO )
No próximo dia 5 de abril, segunda-feira, a Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) inicia a capacitação de 164 técnicos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo que irão atuar efetivamente nas ações do Cadastro Ambiental Rural (CAR), do Plano de Regularização Ambiental (PRA) e do Sare (Sistema Informatizado de Apoio à Restauração Ecológica). Trata-se de uma revisão destinada aos analistas que trabalham nessas ações e irá se desenvolver até meados do ano de 2021, com previsão de término em 8 de julho.
A capacitação, que terá o suporte do Centro de Treinamento (Cetate) da CDRS, envolverá quase 100 horas de curso, dividido em oito módulos e três tutoriais. Sete instrutores serão responsáveis a repassar todos os conceitos e temas, ficando a capacitação sob a coordenação de Luis Gustavo de Souza Ferreira, que comanda o Departamento de Desenvolvimento Sustentável (DDS) da CDRS.
“Tal capacitação foi montada diante da alta demanda para análises de CAR, PRA e Sare, bem como das constantes dúvidas que vêm surgindo na execução da atividade. Dessa forma, foi solicitado que fosse feita uma revisão da legislação e dos procedimentos, visando a uma análise mais correta e precisa. Nosso objetivo é esclarecer as dúvidas, trazer atualizações e nivelar os conhecimentos dos técnicos responsáveis pela análise do CAR, PRA e Sare. Os 164 analistas foram indicados pelos diretores técnicos dos Escritórios Regionais vinculados à CDRS”, explica Luis Gustavo. ( SECRETARIA DA AGRICULTURA - SAA )
Você pode até não saber, mas existe um sistema único no Brasil responsável por garantir a qualidade na produção dos alimentos bem antes de eles estarem disponíveis ao consumo. É desde o campo que o controle e a fiscalização acontecem, perpassando todo sistema produtivo animal e vegetal para garantir produtos com qualidade nutricional e sanitária.
Conhecido como o SUS do agronegócio, o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) completou 15 anos no dia 30 terça-feira. O objetivo do sistema é promover a saúde animal, a sanidade vegetal e a segurança alimentar. Este 30 de março marca a publicação do Decreto n° 5.741, que, em 2006, regulamentou o Sistema.
“O SUASA é o marco da defesa agropecuária, garantindo a segurança da produção e dos alimentos. É o equivalente ao SUS no agro: de forma integrada, estruturas estáveis atuam reconhecendo a segurança na produção agropecuária como um bem comum”, declarou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.
O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal, destaca que o Suasa congrega e integra ações do Mapa com as agências estaduais de da com os municípios, consórcios municipais e setor privado. "Com um destaque muito importante para o engajamento do produtor rural brasileiro nos programas de controle e erradicação de doenças animais e de pragas nos vegetais. O Sistema está presente na maioria dos municípios, tem capilaridade e está próximo ao setor rural", diz. ( MINISTÉRIO DA AGRICULTURA - MA )
O Congresso da Aviação Agrícola do Brasil e o XXIX Congresso Mercosul e Latino Americano do setor, que aconteceriam nos dias 20 a 22 de julho de 2021, em Sertãozinho (SP), foram cancelados. O Sindicato Nacional de Empresas da Aviação Agrícola (Sindag), entidade promotora e organizadora do evento, comunicou que esta edição será realizada de forma digital.
A medida foi tomada em função da Covid-19 e as incertezas que, segundo o Sindag, comprometeriam o adequado planejamento. O congresso web acontecerá nas mesmas datas e uma plataforma específica será usada para a realização das atividades, oportunizando contatos e negócios.
“Haverá meios de comunicação escritos e falados com todos os expositores em cada stand, será possível navegar pelos stands e conferir todos os produtos e serviços oferecidos, como também as novidades e os lançamentos”, diz a nota.
As inscrições para o evento abrem em 20 de abril. O Brasil possui a segunda maior frota aeroagrícola do mundo, somente atrás dos Estados Unidos. AGROLINK )
A expectativa de produção nacional de algodão em plumas na safra 2020/21 é superior a 2,5 milhões de toneladas, segundo levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Apesar da redução de 16% em relação à safra passada, o Brasil continua entre os cinco maiores produtores mundiaisde algodão,
A conquista e a manutenção dessas posições, assim como os possíveis e prováveis avanços nesse mercado, dependem diretamente da eficiência dos cotonicultores, do desempenho das lavouras, o que envolve manejo sanitário
É em meio a esse cenário que ganha cada vez mais importância o controle e o combate às plantas daninhas, que competem com o algodoeiro por nutrientes, água, luz e espaço físico e podem gerar perdas de 100% da colheita, em situações extremas. As invasoras provocam danos diretos, quando impactam no desenvolvimento e na qualidade comercial da cultura.
E o controle do problema está relacionado à prevenção de infestação e reinfestação. Para isso, o produtor pode contar com uma boa estratégia de manejo, combinando soluções tecnológicas e orientações técnicas. ( NOTÍCIAS GRÍCOLAS )
O plantel de galinhas para produção de ovos brancos e vermelhos inicia abril apresentando leve decréscimo.
O plantel instalado (desconsiderados a mortalidade) alcança 127,9 milhões de cabeças e equivale a queda mensal de 0,1%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice é positivo em 9,6%.
Embora apresentando ínfima redução mensal, é certo que descartes foram efetuados em larga escala visando ajustar o desequilíbrio existente entre oferta e demanda no decorrer de março.
E esse plantel mais ajustado no início de abril, aliado ao recebimento do auxílio emergencial para parte da população e o recebimento de salários da população ativa na próxima semana pode contribuir para uma melhora acentuada nos negócios com ovos. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )
A região Nordeste segue com a previsão de chuvas generalizadas nos próximos dois dias. Para piorar, áreas de soja da Bahia, Piauí e Maranhão ainda podem registrar fortes temporais. Enquanto isso o Sul, parte do Sudeste e Centro-Oeste terão tempo firme e seco
SUL: A quinta-feira tem previsão de tempo firme e seco para toda a região Sul. As temperaturas começam mais baixas durante as manhãs e sobem à tarde.
SUDESTE: Como previsto, nesta quinta-feira as chuvas se afastam das áreas de soja de São Paulo e triângulo mineiro e centro de Minas Gerais. Chuvas mesmo só no leste, nordeste e norte mineiro.
CENTRO-OESTE: Na quinta-feira, tempo firme e com poucas nuvens, além de maior amplitude térmica em grande parte do Centro-Oeste. Por outro lado, nas áreas mais ao norte da região o tempo segue instável e há chuva isolada no norte de Mato Grosso, que pode vir ainda com trovoadas.
NORDESTE: A quinta-feira será marcada por temporais no oeste da Bahia, aliás, chove bastante em toda a região.
NORTE: Nesta quinta-feira, os temporais aumentam no norte do Tocantins e norte e leste do Pará, inclusive na região de Belém. Já entre Rondônia e sul do Amazonas, a circulação de ventos a mais ou menos 5 km de altura ajuda a formar nuvens carregadas e temporais nesta área até o final do dia. Entre o Pará e Amapá, segue ocorrendo chuva forte e volumosa. ( SOJA BRASIL)
O sistema de criação de bovinos baseado na exploração de forragem é preponderante no Brasil. Por este motivo, pecuaristas que não compreendem a relação e a interação (solo – planta –animal), dificilmente utilizarão os recursos disponíveis de maneira eficiente.
Bovinos manejados em regime de pasto
têm como principal fonte de alimento a
forragem, que possui oferta e valor
nutricional (qualidade) variável ao
longo do ano. A estação da seca (outono
e inverno) é marcada pela menor oferta
de forragem - consequência da
quantidade reduzida de água, baixa
temperatura e menor fotoperíodo. Em
adição, o valor nutricional desta
forragem normalmente é inferior
(menores teores de proteína, energia e
minerais), pois quase sempre é
oferecida aos animais com idade de
crescimento mais avançada.
Para evitar a perda de bovinos
manejados em regime de pasto, neste
período, pecuaristas investem em
tecnologia de suplementação a pasto e
substituem minerais linha branca pelos
proteicos, proteico-energéticos ou
rações de semiconfinamento. (RURALMEWS - José Leonardo Ribeiro )
Deflagrada na manhã desta quarta-feira, 31 de março a produção clandestina de carne salgada (charque) em uma residência no Parque Montreal, no município de Campinas. A ação que foi realizada por uma equipe de médicos veterinários da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, que atua junto ao Serviço de Inspeção (SISP) de produtos de origem animal, na Coordenadoria de Defesa Agropecuária, com o apoio da Polícia Civil teve origem em uma denúncia formulada através da Vigilância Sanitária de Campinas, que também participou da ação.
“No momento aproximadamente 600 quilos de carne bovina estava em processo de fabricação de salga“ disse o médico veterinário Bruno Bergamo Ruffolo, diretor do Centro de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Coordenadoria.
A produção funcionava sem registro nos órgãos de inspeção sanitária para produtos de origem animal e de forma improvisada, sendo utilizados caixas de água de polietileno para a produção, sem os devidos cuidados com higiene, sanidade e qualidades dos alimentos.
O responsável pelo estabelecimento foi autuado por fabricar produtos de origem animal em desacordo com os padrões fixados na legislação estadual. Os produtos foram apreendidos e destinados à graxaria.Também participaram da ação os médicos veterinários Priscylla Sayuri Miya, Thiago Braga Izidoro, e Sara Lima Santos. ( COORDENDORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA - SAA )
Com a oferta de leite diminuindo aos poucos nos próximos meses, a tendência é que a Média Brasil para o primeiro semestre feche acima do primeiro semestre de 2020.
Porém, a pesquisadora Natália Grigol destaca que isso não significa que a rentabilidade no setor melhorou. Pelo contrário, segundo ela, a margem está mais apertada, pois os custos com insumos estão maiores.
“Os custos do produtor aumentaram quase 20% só para adquirir grãos para ração. É um cenário de preços altos [do leite], mas que não se reflete em rentabilidade. Muitos vão enfrentar dificuldades, sair da atividade ou abater vacas. Teremos problemas para recuperar produção no segundo semestre”, alerta. A rentabilidade do produtor de leite depende agora da demanda. ( CANAL RURAL )
Criadores de cavalos da Europa estão temerosos. Em fevereiro, durante uma competição internacional em Valência, na Espanha, houve um surto vital e dezenas de cavalos e éguas apresentaram fraqueza e comportamento irritadiço.
De acordo com reportagem da revista Science, de lá para cá, pelo menos 17 equinos morreram, algumas fêmeas abortaram e animais passaram por cirurgias para reparar danos em seus órgãos internos.
A identificação do vírus, conhecido como herpesvírus equino tipo 1 (EHV-1, sigla em inglês), talvez tenha vindo tarde demais, pois mais de 600 animais expostos a ele já tinham retornado aos seus países.
“Os resultados da pesquisa nos permitem concluir que a vacina é inofensiva e de alta atividade imunogênica, uma vez que todos os animais vacinados desenvolveram anticorpos contra o coronavírus”, diz Konstantin Savenkov, subchefe do órgão.
Os cientistas russos estão debruçados para entender por quanto tempo a imunidade desenvolvida dura. “Hoje esse número é de pelo menos 6 meses”, comenta Savenkov.
A expectativa é de que a produção em massa possa começar ainda em abril, na maior fábrica do país para a produção de medicamentos para animais do Centro Federal de Saúde Animal. (CANAL RURAL )
A colheita de soja em Minas Gerais chegou a 82% ante 80% registrado no ciclo anterior. Apesar disso, há a preocupação entre os produtores que vão plantar milho, já que a janela está diminuindo e a previsão climática é de menos chuva na região. O presidente da Aprosoja de Minas Gerais, Fábio Meirelles Filho, recomenda que o produtor não se arrisque.
“A partir do fechamento da janela, não estamos mais plantando no estado e o ideal é que o produtor não arrisque fazer o plantio nesse período. Tivemos uma diminuição da chuva bastante acentuada. Temos dados que apontam para 100 mm a menos, por isso é um risco grande”, afirma.
Segundo o presidente da Aprosoja mineira, em municípios como Capinópolis e Uberlândia, a distribuição irregular das chuvas prejudicou as lavouras com milho pendoando. Ainda de acordo com Filho, a má distribuição das chuvas deve ocasionar em perda de produtividade. ( CANAL RURAL )