quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

MILHO: INCERTEZAS SOBRE PRODUÇÃO VEM LIMITAR QUEDA NO MERCADO INTERNO

 Em Campinas-SP, os preços de referência para o milho seguiram mais frouxos ao longo de janeiro de 2021 e primeiros dias de fevereiro/21, acompanhando os recuos do dólar frente ao real, as chuvas mais regulares no Sul do país e o aumento da oferta do cereal no mercado brasileiro, com o início da colheita do milho de primeira safra ou milho de verão.

Mas de acordo com a Scot Consultoria, as incertezas com relação à produção no ciclo atual e o baixo interesse do vendedor em negociar nesse momento limitaram as quedas. Segundo levantamento, na região de Campinas-SP, a referência está em R$85 por saca de 60 quilos, frente aos R$87 por saca no início desse ano.

“Para o curto prazo, se o dólar seguir em patamares mais baixos, com o avanço da colheita da safra de verão e aumento da disponibilidade interna, a expectativa é de que os preços sigam andando mais de lado e pontualmente, não estão descartadas quedas na cotações devido à maior pressão de venda com a colheita”, diz a consultoria.

De qualquer forma, a demanda firme e as incertezas com relação à produção deverão limitar as quedas no mercado interno. ( CANAL RURAL )


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CHUVAS EM ÁREAS DE CAFÉ DEVEM ATINGIR 100 MM EM ALGUMAS REGIÕES DO SUDESTE

 O rompimento do bloqueio atmosférico no último fim da semana facilita o avanço da frente fria, trazendo chuva abrangente e intensa as áreas de café do Brasil. Para os próximos 7 dias são esperadas chuvas acumuladas de 100mm no Cerrado e Sul de Minas Gerais e na Alta Mogiana, o que ajudar a repor a umidade do solo. No Norte do Paraná, Alta Paulista, Matas de Minas, Espírito Santo e no Sul da Bahia os volumes acumulados serão menores, variando entre 20mm e 50mm. Os registros de chuvas mais intensas acontecerão na próxima sexta-feira (05). As temperaturas

entre em declínio no final de semana, com máximas abaixo de 25C. É o que indica o Mapa Climático para o café da Safras Consultoria, com informações da Somar Meteorologia.

A umidade seguirá sobre o Sudeste do Brasil até pelo menos o fim da 2ª semana de fevereiro. No período entre 08 e 14 de fevereiro a precipitação acumulada deve alcançar 100mm na Alta Mogiana, Cerrado e Sul de Minas Gerais. Já no sul da Bahia o acumulado não deve passar de 20mm. E no Espírito Santo, Matas de Minas, Alta Paulista e Norte do Paraná entre 20mm e 50mm. ( Agência Safras )

FOTO ILUSTRATIVA 

temporais no sul tempo chuvas previsão tempo


TRATORES: GOVERNO INCLUI MAIS AUTOPEÇAS EM LISTA COM IMPOSTO REDUZIDO PARA IMPORTAÇÃO

 O presidente da República, Jair Bolsonaro, confirmou a redução no imposto sobre a importação de autopeças para tratores não produzidas no Brasil. “Reduzimos de 16% para 2%, a alíquota do Imposto Importação de autopeças para tratores, sem similares nacionais”, diz a publicação.

O ministério havia recebido a demanda do setor privado e repassou para que fosse discutido pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Segundo o presidente, a medida “reduzirá o custo de produção no setor agrícola”.

Na terça-feira, 2, foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) duas resoluções do Gecex, que incluem novos itens à lista de autopeças com redução de impostos estabelecida pela resolução 23, publicada em dezembro de 2019. ( CANAL RURAL ) 

Quatro tratores alinhados

SACA DE SOJA VALORIZA EM GRANDE PARTE DO PAÍS

 O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente mais altos nesta quarta-feira, 3. As cotações subiram acompanhando a valorização da oleaginosa na Bolsa de Chicago (CBOT) combinada com a alta do dólar. O mercado seguiu com ritmo lento na comercialização.

A colheita vai evoluindo timidamente ainda nas regiões produtoras. No dia, houve negociações bem pontuais, com destaque para 10 mil toneladas reportadas em Minas Gerais. Pelo menos umas 20 mil toneladas foram negociadas nesta quarta.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos avançou de R$ 163 para R$ 165. Na região das Missões, a cotação subiu de 162 para R$ 164. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 165 para R$ 166.

Em Cascavel, no Paraná, o preço caiu de R$ 172 para R$ 168 a saca, sendo uma exceção com recuo nos preços. No porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 165 para R$ 166 a saca.

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 153 para R$ 154. Em Dourados (MS), a cotação caiu de R$ 156,50 para R$ 154 a saca, sendo outro caso de declínio. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 160 para R$ 161.( CANAL RURAL )

soja em grão, colheita conab

INCRA DESBUROCRATIZA PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO PAÍS

 O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira, 2, uma nova Instrução Normativa que propõe desburocratizar o processo de regularização fundiária no Brasil. A IN nº 104 estabelece diretrizes e etapas dos procedimentos administrativos e técnicos aplicáveis às ocupações incidentes nas áreas rurais situadas em terras da União ou pertencentes ao Incra passíveis de regularização.

Segundo o Incra, a norma segue as diretrizes determinadas pela Lei 11.952, de 2009, que disciplina a regularização fundiária no Brasil. As principais novidades são a regulamentação do uso do sensoriamento remoto na análise dos processos e a exigência de ter feito o Cadastro Ambiental Rural (CAR) para regularização.

Ainda de acordo com o Incra, o decreto torna mais precisa as etapas do procedimento administrativo de regularização fundiária e trouxe alguns pontos de inovação legislativa de natureza técnica que devem ser observados pelo Incra.( CANAL RURAL )


Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

PRINCIPAIS FUNGICIDAS USADOS NO CONTROLE DE DOENÇAS EM TANGERIA PERDEM EFICÁCIA EM SP

 Resultados de pesquisa científica do Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que mostraram a perda da eficiência dos principais fungicidas utilizados para controle da mancha marrom de Alternaria em tangerinas e seus híbridos, foram confirmados por estudos conduzidos pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

 As  pesquisas confirmaram  a resistência do fungo agente causal da doença às estrobilurinas e mostraram também que a resistência ocorre não apenas no Sudoeste Paulista, como indicavam os estudos iniciais  do Instituto Biológico, mas em todo o Estado de São Paulo, que concentra a maior produção nacional de citros.

As estrobilurinas eram até então os fungicidas considerados mais eficazes e utilizados no País para o controle da macha marrom de Alternaria, doença que afeta tangerinas e alguns de seus híbridos, como tangores e tangelos, causando lesões em folhas, ramos,  e frutos, provocando seca de ramos e queda de folhas e frutos. ( I.B. ) 


LEITE E DERIVADOS: PRODUTORES DE SP LUTAM PARA REVERTER AUMENTO DO ICMS

 Os produtores de leite do estado de São Paulo estão mobilizados para tentar reverter decisão do governo estadual que elevou o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em diferentes etapas da cadeia produtiva. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), uma das entidades à frente das negociações com o governo, defende também a renovação de convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), para evitar impacto nos preços de insumos, máquinas e implementos agrícolas.

O presidente da Faesp, Fábio de Salles Meirelles, informa em comunicado que o aumento do ICMS, em vigor desde janeiro, resulta da lei 17.293 de 2020, referente ao ajuste fiscal promovido pelo governador João Doria. “Com a mobilização do setor, sindicatos e produtores rurais, conseguimos uma ampla revogação da majoração tributária que atingia os demais segmentos da agropecuária, mas persiste o problema na cadeia produtiva do leite, na qual a carga tributária foi elevada em diferentes etapas”.

Conforme avaliação da Faesp, a saída do produto cru e pasteurizado, que era isenta, passou a ser tributada em 4,14%. ( CANAL RURAL )

leite e derivados, lácteos, abraleite

DOENÇAS MAIS COMUNS QUE ACOMETEM O REBANHO BOVINO – IV -

 MAMITE BOVINA, também conhecida como MASTITE, é a principal doença que afeta rebanhos leiteiros no mundo inteiro, causando prejuízos econômicos. Conforme sua forma de manifestação, esta enfermidade pode ser dividida em dois grupos: 1) Forma Clínica: apresenta edema, inflamação, endurecimento e dor da glândula mamária, podendo ou não formar pus e alterações no leite; 2) Forma subclínica: causa alterações na composição do leite, como aumento da Contagem de Células Somáticas (CCS).

Existem diversos testes, para detectar MAMITE ou MASTITE BOVINA como: CCS, exame físico do úbere, aparência do leite, Califórnia Mastite teste e cultura bacteriana. É importante lembrar que a MASTITE ou MAMITE de qualquer forma ou intensidade reduz a produção leiteira e diminui a qualidade do leite que é produzido.

Sendo assim; torna-se importante um programa de Prevenção e Controle da MASTITE (MAMITE) BOVINA, que inclui: correto manejo na ordenha; higienização de equipamentos e úbere do animal; boa nutrição; além de produtos que atuam nestes tipos de infecção, como no caso, da HOMEOPATIA VETERINÁRIA que possui medicamentos específicos para o Tratamento, Controle e Prevenção de MAMITE ou MASTITE Bovina. (  Expressão Animal )

A verminose é uma doença parasitária causada por vermes que vivem no trato gastrintestinal ou nos pulmões dos bovinos. ... embora nem todos os animais do rebanho manifestem sintomas graves, há perda potencial de conversão de ganho de peso e produção de leite, principalmente por ser uma doença de evolução crônica.

 no brasil, apesar da inexistência de estimativas oficiais, acredita-se que as perdas em produtividade sejam elevadas, considerando-se que o clima da maioria das regiões brasileiras é favorável ao desenvolvimento de verminose. além disso, dentre todos os grupos de medicamentos veterinários comercializados no brasil, os vermífugos estão em primeiro lugar em quantidade e valor da produção comercializada. é importante notar que ao custo com vermífugo agregam-se a mão-de-obra para a aplicação do produto e as perdas eventuais, principalmente de bezerros, ocasionadas pela inadequação dos métodos de controle.

embora nem todos os animais do rebanho manifestem sintomas graves, há perda potencial de conversão de ganho de peso e produção de leite, principalmente por ser uma doença de evolução crônica. em geral os sintomas variam de acordo com a espécie de verme predominante, a idade do animal hospedeiro e seu estado nutricional. os principais sintomas são perda de apetite, diarréia, perda de peso, pelos secos e arrepiados, edema submandibular e mucosas anêmicas. quando há presença de vermes pulmonares ocorre ainda tosse, respiração acelerada e difícil. ( AGROLINK )

ATENÇÃO: MULTA DE R$ 500 MIL POR EXCESSO DE DEFENSIVO

 

“Há produtores que estão irados com a situação atual: cargas de Feijão sendo devolvidas por resíduos excessivos de defensivos. Testes rápidos têm permitido que, antes de descarregar o produto, se tenha um resultado prévio e o empacotador não pode descarregar. Porém é necessário que todos saibam que neste sentido o setor está em rápida mudança”. O alerta é do Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses). 

 

De acordo com a entidade, “não haverá o Feijão que vai para família do produtor e outro que vai para o consumidor, comentário que se ouve em algumas regiões de produção. Existe análise agora suficiente para dizer que não é exceção. Há um número preocupante de produtores que não se importa em entregar algo que não consumiria. Se há quem fura fila da vacina, superfatura respiradores, certamente não devemos estranhar que existam produtores sem consciência”. 

O Ministério da Agricultura tem lavrado multas contra os empacotadores que chegam a R$ 490.000 por uma carreta. Qual a razão de ser tão alta a multa? “Para que se pare com o uso inadequado de defensivos. As empresas de defensivos estão preocupadas e sabem que podem ser corresponsáveis pelo mau uso. Farão a parte que lhes cabe em comunicar ao produtor a necessidade de cuidar do manejo. Para não prejudicar produtores que agem corretamente é que precisamos iniciar a rastreabilidade”, explica o presidente do Instituto, Marcelo Lüders.


CAFEICULTURA BRASILEIRA TEM MENOR ÁREA EM PRODUÇÃO

 A primeira estimativa da safra dos Cafés do Brasil para o ano de 2021 estabeleceu que a produção total de café deverá ocorrer num intervalo de 43,8 milhões de sacas a 49,5 milhões de sacas de 60kg, o que indica uma redução de 21,4% a 30,5%, em comparação com o volume colhido em 2020.

 Neste ano, a safra de café será proveniente de uma área em produção de 1,76 milhão de hectares, que representa a menor área colhida de café dos últimos 20 anos. Em complemento, a área em formação é de 431,9 mil hectares, o que totaliza 2,19 milhões de hectares cultivados com café no Brasil.

Em relação exclusivamente à safra do café da espécie arábica, a produção estimada para 2021 compreende o intervalo de 29,7 milhões a 32,9 milhões de sacas, o que indica uma redução de 32,4% a 39,1% em comparação com a safra de 2020.

quanto ao café da espécie conilon, a produção estimada ficou no intervalo de 14,1 milhões a 16,6 milhões de sacas, podendo apresentar redução de até 1,2% ou incremento de até 16%, se comparada com a safra passada. ( AGROCLIMA )

  • Café Caparaó Foto: Divulgação


BANANA: RITMO DA COLHEITA DA NANICA DEVE AUMENTAR EM FEVEREIRO

 

A oferta de banana nanica ainda é considerada controlada nas principais regiões produtoras, cenário que deve mudar no decorrer de fevereiro. Isso porque o ritmo de colheita da variedade deve se intensificar no Vale do Ribeira (SP) e no Norte de Santa Catarina.

Segundo agentes consultados pelo hortifruti/Cepea, a produtividade registrada nessas regiões pode ser superior à do ano passado, devido ao clima favorável ao desenvolvimento dos cachos no início do ano, com chuvas mais regulares.

Nesse contexto, agentes estão atentos ao comportamento do mercado em fevereiro, temendo que esse aumento de volume não seja absorvido. Vale lembrar que janeiro foi marcado pela desvalorização da nanica, diante do mercado travado.  ( CANAL RURAL )

TRIGO: MESMO EM MEIO À BAIXA LIQUIDEZ, PREÇOS SOBEM EM JANEIRO

 

Os preços do trigo estiveram firmes no mercado brasileiro ao longo de janeiro, mesmo em meio à baixa liquidez. De acordo com pesquisadores do Cepea, neste período de entressafra e de proximidade de planejamento da nova temporada, vendedores continuam retraídos e à espera de novas altas, já que a oferta de trigo de qualidade é restrita.

Em relação à indústria moageira, parte dos agentes segue adquirindo lotes pontuais de trigo e mostrando dificuldades em repassar os atuais custos do cereal aos derivados, farinhas e farelos.

Em janeiro, o preço médio do trigo no mercado disponível (negociações entre empresas) do Paraná foi de R$ 1.409,30/tonelada, avanços de 7,3% frente ao de dezembro/20 e de expressivos 55% ante ao de janeiro/20, em termos nominais. No Rio Grande do Sul, a média foi de R$ 1.349,83/t, altas de 4,6% em um mês e de 67,7% em um ano. ( RADAR JORNALISMO )

 


IAC VIABILIAZA CULTIVO DE UVA PARA PRODUÇÃO DE VINHOS FINOS NAS CONDIÇÕES PAULISTAS inhos finos nas condições paulistas

 

O Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, realiza pesquisas em viticultura envolvendo a dupla poda, a safra de inverno, o cultivo protegido em Y e o melhoramento genético da videira. As duas primeiras técnicas possibilitaram a viticultura no estado de São Paulo com qualidade para produção de vinho fino contribuindo para superar as dificuldades em relação ao clima e à identidade de bebida desenvolvida nas regiões produtoras paulistas. Já a técnica do cultivo protegido em Y viabiliza redução de até 70% na aplicação de defensivos agrícolas e aumento de produtividade de até 100%, podendo ser maior, dependendo da especialização do produtor.

 “Atualmente, há uma produção paulista de vinhos de qualidade, viabilizada pela adoção, pelos viticultores, de técnicas introduzidas e desenvolvidas pelo Instituto Agronômico”, avalia José Luiz Hernandes, pesquisador do IAC.

A produção nacional é de 1.446 milhão de toneladas de uvas, por ano, destinadas ao mercado de frutas de mesa e de produção de vinho. No entanto, entraves de caráter técnico ainda dificultavam o aproveitamento do mercado de vinhos, justamente por conta de restrição climática e identidade da bebida. ( I. A. )

IAC viabiliza cultivo de uva para produção de vinhos finos nas condições paulistas


 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

AVICULTORES JÁ ESTÃO EM ALERTA COM ALTA NO PREÇO DO MILHO E DA SOJA

 A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul, suas entidades membros, Asgav, Sipargs e associados emitira nota no qual expressam e reiteram profunda preocupação com a situação do mercado e abastecimento de grãos (milho e soja) no Estado do Rio Grande do Sul.

“Historicamente, o estado já é deficitário na produção de milho para atender as demandas dos setores de proteína animal e outros, situação que obriga estes potenciais consumidores buscarem o grão em outras unidades da federação e até mesmo em outros países. Não obstante, a pandemia trouxe entraves e gerou um distúrbio na economia e mercado de grãos e por consequência potencializou altas fora da normalidade no mercado de milho e soja, gerando impactos desastrosos nas mais variadas atividades produtivas”, disse a entidade em nota oficial. ( AGÊNCIA BRASIL )

frangos em franja

Foto: Agência Brasil

PRODUTORES DE FOLHOSO JÁ PODEM ADERIR AO SISTEMA DE PRODUÇÃO INTEGRADA

 A partir de ontem (1º), entrou em vigor a Instrução Normativa nº 1 que traz as normas técnicas para produção integrada de folhosas, inflorescência e condimentais. O regulamento é resultado de uma parceria com a área produtiva, Embrapa Hortaliças e órgãos públicos e da iniciativa privada.

A publicação traz normas para 32 espécies: acelga, agrião, aipo, alcachofra, alecrim, alface, alho porró, almeirão, aspargo, brócolis, cebolinha, chicória, coentro, couve, couve chinesa, couve de bruxelas, couve-flor, erva doce, escarola, espinafre, estévia, estragão, hortelã, louro, manjericão, manjerona, mostarda, orégano, repolho, rúcula, salsa e sálvia.

A produção integrada envolve utilização de alta tecnologia, que permite o monitoramento dos processos, o manejo integrado de pragas e a rastreabilidade de toda a cadeia. Para garantir o alimento seguro, o sistema de produção integrada prevê a adoção das Boas Práticas Agrícolas (BPA), incluindo a rastreabilidade desde a origem, do campo até a mesa do consumidor. A adesão à produção integrada é voluntária. ( M.A. )

Foto: iStock 

NOVO BIOINSETICIDA DA EMBRAPA COMBATE PRAGAS DAS LAVOUR DE SOJA, MILHO E ALGODÃO

 Um pesticida composto por uma mistura inédita de dois isolados da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt) é o mais novo bioproduto indicado para controlar a lagarta-do-cartucho, Spodoptera frugiperda, e a falsa-medideira, Chrysodeixis includens. O Acera - nome comercial - foi desenvolvido com tecnologia Embrapa e concebido em parceria com a Ballagro Agro Tecnologia, empresa que o comercializará. 

A Bacillus thuringiensis (Bt) é uma bactéria que produz proteínas com propriedades tóxicas específicas para insetos e que são inofensivas para humanos e outros vertebrados. Diferentemente de pesticidas químicos, é inócuo para o meio ambiente. O produto deve ser pulverizado sobre as folhas, e, ao comê-las, as lagartas são afetadas pela ação dessas proteínas. 

“A grande vantagem desse produto biológico à base de Bt é que ele não afeta o meio ambiente, não intoxica aplicadores, não mata os inimigos naturais das pragas e não polui rios e nascentes, contribuindo para a sustentabilidade”, destaca o pesquisador da Embrapa Fernando Hercos Valicente, desenvolvedor e responsável pela tecnologia na Empresa.

“O Acera foi registrado para o controle dessas duas espécies de lagarta e poderá ser usado em culturas como soja, milho, algodão e diversas outras”, complementa o pesquisador, ao revelar que os dois isolados de Bt usados como matéria-prima do bioproduto vieram da coleção da Embrapa Milho e Sorgo (MG).( M.A. )

 

MAÇÃ MOVIMENTA R$ 7 BILHÕES NA ECONOMIA E EXPORTAÇÃO DEVE CRESCER EM 2021

 No Brasil, a maçã é colhida de janeiro a maio e fica disponível o ano todo para o consumidor, graças à tecnologia de armazenamento em câmaras frias que ficam em complexos agroindustriais, fora das fazendas. 

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde se concentra praticamente toda a produção nacional, a colheita já começou com boas expectativas.

A tendência é de que ocorra um aumento da qualidade dos frutos e uma recuperação do volume colhido nessa temporada, depois de uma produtividade menor em 2019/2020 por causa da seca nesses estados, afirma Marcela Barbieri, pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP.

E as boas notícias se estendem para o mercado externo. As exportações brasileiras de maçã, que giram em torno de US$ 40 milhões por ano, podem crescer cerca de 60% em 2021, em volume e em valor, estima o presidente da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Pierre Nicolas Pérès. ( G1 )

A tendência é de que ocorra um aumento da qualidade das maçãs e uma recuperação do volume colhido nessa temporada. — Foto: Aires Mariga/Epagri

Foto: Aires Mariga/Epagri 

PREÇO DO CAFÉ SOBE MAIS DE 8% EM JANEIRO, VEJA TENDÊNCIA

 Os preços do café Nova York subiram 8,5% no acumulado de 2021. De acordo com o analista de mercado Eduardo Carvalhaes, o mercado está oscilando com força nos últimos dias.

“Colhemos uma safra de boa qualidade em 2020, o tempo ajudou na época de colheita. Mas com o tempo seco que está gora, o mercado foi reagindo e viu que podemos ter problemas na safra do ciclo 2021, que vamos colher a partir de maio”, explica ele. ( CANAL RURAL ) 

café vermelho no pé

 

FAEP RATIFICA POSIÇÃO CONTRÁRIA À VENDA DE TERRAS PARA ESTRANGEIROS

 A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) segue com a posição contrária à venda de terras para estrangeiros, assunto que voltou à pauta do agronegócio brasileiro por conta do Projeto de Lei 2.963/2019 em discussão no Congresso Nacional. A decisão foi tomada durante a Assembleia Geral, no dia 25 de janeiro, com participação de centenas de presidentes e delegados dos sindicatos rurais do Paraná. Desde 2012, quando ocorreu a discussão anterior do tema na Câmara Federal, a Faep manifestou posição contra a liberação.

O projeto de lei em discussão busca flexibilizar a possibilidade de estrangeiros terem propriedade e/ou posse de terras no Brasil, permitindo que empresas estrangeiras autorizadas possam operar no Brasil ou por empresas nacionais detidas por estrangeiros, mas com as mesmas limitações por município que a lei de 1971 já estipulava (1/4 da área do município, sendo no máximo 10% para pessoas da mesma nacionalidade).

“Não é justo que estrangeiros, especialmente grandes empreendimentos, se utilizem de um dos setores no qual os produtores rurais brasileiros têm demonstrado grande aptidão. ( CANAL RURAL )

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Fonte: Itesp

MILHO: MESMO COM ATAQUE DA CIGARRINHA, EXPECTATIVA É DE BOA PRODUTIVIDADE EM LAVOURAS DE SP

 No interior de São Paulo, a falta de água e o ataque de cigarrinha são alguns dos problemas enfrentados pelos produtores de milho na safra verão. Mesmo com todas essas dificuldades, a expectativa é de boa produtividade.

“Os híbridos plantados na área de pivô, onde o produtor não tem água para irrigar na fase inicial, sofreram muito com estresse hídrico, alta temperatura e alta pressão de cigarrinha. Durante o seu desenvolvimento, a planta também foi afetada por uma chuva de pedras. Com tudo que sofreu, a expectativa é muito boa”, relata o consultor técnico Édipo Ferreira Betti.( CANAL RURAL )

BOI: ARROBA SUPERA R$ 300 PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA DA SÉRIE CEPEA

 O indicador do boi gordo do Cepea finalmente superou os R$ 300 por arroba, após flertar com este patamar desde o último terço de janeiro. A cotação valorizou 0,38% na passagem diária, chegando a R$ 301 por arroba, e acumula uma alta de 12,67% em 2021. A consultoria AgroAgility reportou oferta escassa e preços acima da referência. Além disso, a empresa aponta que negócios a R$ 305 por arroba são cada vez mais comuns em São Paulo.

De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram exportadas 107,33 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada em janeiro. Apesar da queda de 17,2% no volume por dia útil em relação a dezembro, houve um pequeno aumento de 0,9% na comparação com janeiro do ano passado. Em números absolutos, foi o segundo melhor mês de janeiro da série histórica. ( CANAL RURAL/CEPEA )

boi gordo

MILHO: MESMO COM ESCASSEZ DO GRÃO, BRASIL AUMENTA EXPORTAÇÕES EM 20%

 As exportações brasileiras de milho totalizaram 2,548 milhões de toneladas até a quarta semana de janeiro, alta de 20,9% sobre as 2,107 milhões exportadas em mesmo período do ano passado, apontam dados preliminares do Ministério da Economia, divulgados nesta segunda, 1º.

As vendas externas de milho também ficaram acima das projeções feitas pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que esperava o volume de 2,313 milhões de toneladas para o mês. O número das exportações do cereal chama a atenção no período, uma vez que escassez de grãos, não só o milho, predomina no mercado brasileiro.

Segundo o analista de mercado Vlamir Brandalizze, esse deve ser o último mês com bons registros de exportação de milho, até que a nova safra seja colhida. ( CANAL RURAL )


exportação de milho

. Foto: Portos do Paraná

DOENÇAS MAIS COMUNS QUE ACOMETEM O REBANHO BOVINO - III -

 

Mastite: Caracteriza-se por uma inflamação da glândula mamária, que geralmente é causada por uma infecção que pode ser de diversos tipos de microrganismos, as bactérias são as mais comuns. Essa é a moléstia mais comum nos rebanhos leiteiros. Os microrganismos estão normalmente disseminados no solo, utensílios, dejetos, água ou outros locais e podem atingir a extremidade da teta a partir daí. Então todo cuidado e manejo adequado são essenciais. ( revista veterinária )

 

Tristeza parasitária bovina ou babesiose: É uma infecção causada por protozoários do gênero Babesiasp. e Anaplasmasp., devido ao clima tropical quente e úmido do Brasil, a moléstia encontra condições ideais para o seu desenvolvimento, causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois além dos custos requeridos para seu controle e tratamento, causa a diminuição da produtividade ou até mesmo a morte do animal. A doença causa anemia, fraqueza, febre, constipação, icterícia, depressão, desidratação, falta de apetite e respiração ofegante. ( REVISTA VETERINÁRIA )

 

AGRICULTURA PEDE ISENÇÃO DE TARIFA DE IMPORTAÇÃO PARA PNEUS DE TRATORES

 O Ministério da Agricultura (Mapa) solicitou nesta segunda-feira, 1º, durante reunião ordinária do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) que o governo retire a tarifa de importação aplicada a dois modelos de pneus utilizados em tratores. Os pneus radiais agrícola de medidas 650/65R e 710/75R não são produzidos em território brasileiro, portanto a comercialização interna depende exclusivamente da importação.

De acordo com o secretário de comércio e relações internacionais do Mapa, Orlando Ribeiro, a expectativa é de que o pleito seja atendido. Desta forma, nesta terça-feira, 2, as isenções seriam oficializadas por meio de resolução publicada no Diário Oficial da União. No dia 20 de janeiro, cinco modelos de pneus para caminhão já receberam a isenção tarifária.

Porém, outros modelos de pneus para maquinários agrícolas também podem vir a ter as tarifas de importação zeradas nas próximas semanas. Ribeiro expôs que o ministério recebeu uma demanda do setor privado para conceder a isenção a outras dezenas de modelos de pneus que são importados, mas também contam com produção nacional. ( CANAL RURAL )

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

MILHO: DEVE DECOL.AR EM MAIO

 No curto prazo, devido aos fatores de baixa presentes no momento, poderá haver uma acomodação dos preços do milho nos níveis em que se encontram. Os analistas da Consultoria TF Agroeconômica acreditam que o milho terá tendência de alta mais para o fim do período, com uma nova escalada a partir de maio deste ano.

De acordo com eles, deverá haver uma falta de 12,0 milhões de toneladas (MT) para o consumo brasileiro no primeiro semestre de 2021: “A produção brasileira da primeira safra de 2020/21 deverá ser de 23,91 MT, segundo a Conab de janeiro. Mas, ainda segundo a mesma Conab, o consumo brasileiro é de 71,83 milhões de toneladas, ou 5,98 MT mensais, o que daria 35,91 milhões de toneladas no primeiro semestre”. 

“Comparada a produção com a necessidade, verifica-se uma falta aproximada de 12,0 milhões de toneladas, (menos o saldo da safrinha de 2020, claro) que deverão ser importadas no período. Esta falta deverá manter os preços elevados e, mais do que isto, em elevação, dados os preços mais elevados das importações”, apontam os analistas. ( AGROLINK )

Imagem: Marcel Oliveira


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CITROS/CEPEA: PICO DA SAFRA PRESSIONA COTAÇÕES DO TAHITI

 O pico de safra em São Paulo continua pressionando as cotações da lima ácida tahiti. No entanto, produtores têm relatado problemas decorrentes do calor e das chuvas – principalmente amarelamento –, o que pode aumentar o direcionamento da fruta à moagem e controlar a oferta no mercado in natura. Na média da última semana (25 a 29/01), a variedade fechou a R$ 15,26/cx de 27 kg, colhida, baixa de 1,3% em relação à anterior. Segundo agentes, as atividades de campo devem seguir firmes em fevereiro, podendo se desacelerar em março.

Para o mercado de laranja, a demanda se enfraqueceu nos últimos dias, devido à baixa oferta de frutas com qualidade e ao clima chuvoso em São Paulo, que também dificultou as atividades de colheita. Desse modo, nem a oferta limitada de pera com boa qualidade sustentou as cotações. Na semana, a média de comercialização da variedade foi de R$ 38,29/cx de 40,8 kg, na árvore, recuo de 2,4% em relação à do período anterior. ( CEPEA )

LEITE: QUEDA NOS PREÇOS E AUMENTO NOS CUSTOS PREOCUPAM PRODUTORES

 De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o preço do leite pago aos produtores em janeiro de 2021 registrou queda de 4,3% na média brasileira líquida e atingiu R$ 2,03 por litro. Mesmo assim, o valor é 42,6% maior que o registrado em janeiro de 2020 e representa um novo recorde para o mês.

Para o comentarista Benedito Rosa, não basta que o preço seja atrativo neste mercado e sim que custos de produção também sejam compatíveis com a atividade para sobrar uma margem ao produtor. “O preço do leite foi 43% superior ao do ano passado, mas o custo de produção subiu muito; antes se , pagava R$ 49 em um saco de ração e, agora, estou pagando R$ 98”, disse o comentarista, que também é produtor.

com a volta das aulas presenciais podem amenizar um pouco a situação, mas não deve ser o suficiente para recuperar os preços nas próximas semanas e meses. Muitas famílias dependem dessa produção e é muito difícil ver o produtor abandonar a atividade porque está no vermelho. ( CANAL RURAL/CEPEA )

Leite, gado leiteiro

SOJA: AINDA LENTO, MERCADO TEM VALORIZAÇÃO COM ALTAS DE CHICAGO E DO DOLAR

 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços da soja se valorizaram no Brasil seguindo o movimento positivo da oleaginosa na Bolsa de Chicago e do dólar em relação ao real. Porém, a análise destaca que o mercado ainda segue lento e com poucos negócios.

Em Passo Fundo (RS), a saca subiu de R$ 166 para R$ 167. Em Cascavel (PR), foi de R$ 172 para R$ 174. No porto de Paranaguá (PR), valorizou de R$ 165 para R$ 167 por saca.

Em Chicago, o bushel subiu de US$ 13,532 para US$ 13,70 e assim como no caso do milho foi impulsionado pela demanda pelo produto norte-americano. ( CANAL RURAL )

FOTO ILUSTRATIVA 

soja plantio rondonia chupinguaia

BOI: ARROBA SOBE 1,7%MA ÚLTIMA SEMANA DE JANEIRO

 O indicador do boi gordo do Cepea subiu 1,7% na última semana de janeiro e terminou o mês cotado a R$ 299,85 por arroba. A cotação tem enfrentado dificuldade de romper de maneira definitiva os R$ 300. Por mais que algumas consultorias já registrem negócios acima desse patamar, sobretudo para boiadas destinadas ao mercado externo, a média ainda se mantém abaixo.

No mercado futuro, os contratos do boi gordo negociados na B3 se recuperaram das quedas dos últimos dias. O vencimento para fevereiro, agora o mais líquido, passou de R$ 291,60 para R$ 293,95 e para março foi de R$ 280,45 para R$ 285,50 por arroba. ( CANAL RURAL )

pastagem


DOENÇAS MAIS COMUNS QUE ACOMETEM O REBANHO BOVINO – I I I -

 

Leptospirose: Causada pela bactéria LeptospiraSp, que aloja-se nos rins e fígado, a leptospirose causa hemólise ou destruição das células vermelhas do sangue. A transmissão se dá por meio de contato com outro animal infectado, água e alimentos contaminados. Os principais sintomas são a urina avermelhada, abortamento e queda acentuada na produção de leite.

Doenças do casco: Caracterizada por um conjunto de doenças que afeta a extremidade dos membros incluindo pele, tecidos subcutâneo e córneo, ossos, articulações e ligamentos, as doenças de casco, representa uma das principais doenças que acometem o gado.

Vários são os processos inadequados que causam o desenvolvimento dessas e outras moléstias nos animais. A falta de conhecimento dos produtores faz com que o número de animais com estas doenças aumente. Consequentemente, aumenta a demanda de profissionais que tenham conhecimento sobre o assunto e, principalmente, que saibam realizar os primeiros socorros adequados para garantir a sobrevivência dos animais. Fonte: Revista Veterinária

EXPORTAÇÃO DE OVO CRESCEM 81,5% EM 2021, DIZ ABPA

  As   vendas de ovos   para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil to...