terça-feira, 21 de dezembro de 2021

COM ALTOS CUSTOS DE PRODUÇÃO, AVICULTOR TRABALHA NO VERMELHO EM 2021

 Ao longo de 2021, as exportações paranaenses de carne de frango aumentaram e o produto chegou mais caro à gôndola dos supermercados do país. Da porteira dos aviários para dentro, no entanto, esse cenário não foi suficiente para dar um respiro ao avicultor. O levantamento dos custos de produção realizado pelo Sistema FAEP/SENAR-PR em oito praças do estado revela que, em todas, os produtores estão trabalhando no vermelho. É verdade que a remuneração pelo quilo de frango entregue à agroindústria foi reajustada nas localidades. Essa reposição, no entanto, foi insuficiente para cobrir os custos totais da atividade, que subiram a um índice superior.

Embora o cenário seja de déficit generalizado, os dados apurados pelo Sistema FAEP/SENAR-PR indicam duas conjunturas distintas. Algumas das praças, como Cambará (frango griller) e Cianorte (frango pesado), conseguiram diminuir o déficit em relação ao levantamento anterior, em maio deste ano. Em outras localidades, como Chopinzinho (griller) e Londrina (pesado), o vermelho se aprofundou, tornando ainda mais difícil a conjuntura dos avicultores.

Entre os custos variáveis – o destaque negativo foi a energia elétrica. Em um cenário de escassez hídrica, com bandeiras tarifárias mais caras e o fim de subsídios federais, a eletricidade chegou a corresponder a cerca de 20% dos custos de produção. Em alguns exemplos concretos, produtores viram a conta de luz subir mais de 40% em apenas seis meses.  Atrelado a esse fator, também houve o aumento do consumo de lenha e pellets, para aquecimento das aves.

Os custos operacionais – que levam em consideração a depreciação e as adequações estruturais que precisam ser feitas periodicamente nos aviários – também aumentaram de forma considerável. ( AGROEM DIA ) 


segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

MANDIOCA/CEPEA: AGENTES ESTÃO RETRÍDOS; PREÇOS RECUAM

 Com a proximidade do final do ano, a maior parte dos mandiocultores já finalizou as entregas da raiz. Produtores com necessidade de comercialização, por sua vez, tiveram dificuldades nos trabalhos de campo, devido ao clima seco em regiões do Paraná e de Mato Grosso do Sul.

 Simultaneamente, muitas empresas anteciparam o recesso de final de ano, com previsão de retorno em meados de janeiro. Quanto aos preços, entre 13 e 17 de dezembro, a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 671,13, 1,6% abaixo da registrada na semana anterior. ( CANAL RURAL ) 

COPERSUCAR SUPERA A MARCA DE 8 MILHÕES DE CBIOS EMITIDOS

 No início deste mês de dezembro, as 34 usinas sócias da Copersucar ultrapassaram a marca de 8 milhões de créditos de descarbonização (CBios) no Programa RenovaBio.

Como cada CBio corresponde a uma tonelada de gases do efeito estufa (GEE) que deixou de ser lançada na atmosfera, a empresa já evitou o lançamento de mais de 8 milhões de toneladas de carbono, efeito semelhante ao trabalho de 56 milhões de árvores, crescendo e absorvendo carbono por 20 anos.

“Este resultado ilustra o nosso compromisso de longo prazo com a sustentabilidade e comprova a eficiência na gestão dos indicadores ambientais de produção e logística de cada uma de nossas 34 usinas”, ressalta Bruno Alves Pereira, gerente de sustentabilidade da Copersucar, empresa que confirma a liderança na emissão dos créditos de carbono do programa, com 17% de participação do mercado.

Desde o início do programa, em 2020, já passaram pela recertificação 8 usinas sócias da Copersucar, conseguindo evolução de até 80% em suas notas de eficiência energético-ambientais (NEEA). 

Esta melhoria é fruto de um controle mais detalhado do ciclo de vida do produto o que acaba, consequentemente, ampliando a quantidade de CBios gerada por litro de etanol comercializado. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )


VACAS " BRAVAS " EMITEM MAIS METANO E PRODUZEM MENOS LEITE, DIZ EMBRAPA

 O temperamento interfere no metabolismo da vaca, influenciando a emissão do gás metano entérico, um dos principais causadores do efeito estufa. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Embrapa Gado de Leite (MG) em parceria com o Departamento de Zoologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Além disso, a estudo demonstra que vacas cujo temperamento é mais reativo à presença humana e à ordenha, produzem menos leite.

Segundo as pesquisadoras que conduziram o trabalho, mudanças climáticas e produtividade tornaram-se dois grandes argumentos para a adoção do manejo racional, prática que começa a ser utilizada com sucesso entre produtores com vacas das raças gir leiteiro e girolando em seus rebanhos. 

“Outro argumento já conhecido na prática pelos produtores que adotam a técnica é a melhora no manejo dos animais, facilitando o trabalho de condução do gado, evitando acidentes e o descarte das vacas mais reativas”, relata a pesquisadora da Embrapa Mariana Campos, que coordenou a pesquisa no Complexo Multiusuário de Bioeficiência e Sustentabilidade da Pecuária, na Embrapa em Coronel Pacheco (MG). ( CANAL RURAL ) 

gado

SEMANA COMEÇA COM TEMPO FIRME EM PARTE DO BRASIL

 

Segunda-feira, 20 de dezembro

Sul 

O sol aparece e ocorrem pancadas de chuva à tarde com risco de trovoadas no sul do PR, em SC e por todo o norte do RS. Nas demais áreas da Região, sol com poucas nuvens e tempo firme.

Sudeste

O sol predomina e não chove no estado de SP e no sul do RJ. Em MG, no interior do RJ e oeste do ES, a chuva acontece intercalando períodos de melhoria. Em Vitória, sol com chuva rápida e passageira.

Centro-Oeste

A chuva persiste por grande parte da Região nesta segunda-feira. O sol ainda aparece na maior parte de MT, MS, em GO e no DF e chove a partir da tarde com risco de trovoadas. No sul de MS, sol e tempo firme.

Nordeste

Sol, muitas nuvens e chuva a qualquer momento no sul do MA, PI e na maior parte do estado da BA. Há condições para chuva passageira no estado do CE e desde o litoral do RN até AL. Nas demais áreas, sol e pancadas de chuva com risco de trovoadas.

Norte

A semana começa úmida e quente em todas as áreas da Região. O sol aparece no decorrer do dia e ocorrem pancadas de chuva com risco de trovoadas em todas as áreas. Não se descarta chuva forte acompanhada por rajadas de vento ao longo do dia.

 

Terça-feira, 20 de dezembro

Sul 

A circulação de ventos segue deixando o tempo carregado nos três estados da Região. Faz sol, mas não dá para descartar algumas pancadas de chuva com raios e trovoadas, na maior parte do PR, em SC e no estado do RS.

Sudeste

O tempo segue firme e ensolarado no estado de SP e sul do RJ. em MG, norte do RJ e interior do ES, sol e pancadas de chuva com risco de trovoadas. No leste do ES, a chuva acontece de forma rápida e passageira.

Centro-Oeste

O tempo fica firme e ensolarado por todo o sudeste de MS nesta terça-feira. Nas demais áreas da Região, sol e pancadas de chuva com risco de trovoadas. A chuva pode acumular volumes significativos no norte de GO ao longo do dia.

Nordeste

Chove em vários momentos, desde o litoral do RN, até o litoral do PE. Na BA, sol entre muitas nuvens e chuva a qualquer hora. No MA e PI, pancadas de chuva à tarde com risco de trovoadas. Nas demais áreas, sol e chuva rápida.

Norte

O calor e a umidade seguem provocando pancadas de chuva em todas as áreas da Região. No TO e no sul do PA, a chuva pode acumular volumes significativos no decorrer do dia. ( CANAL RURAL ) 

previsão-do-tempo-09-12-2021

SOJA: SÃO PAULO E PARANÁ REGISTRAM CASOS DE FERRUGEM ASIÁTICA

 Com a safra de soja 2021/22 em andamento, foram registradas no início de dezembro as primeiras ocorrências de ferrugem asiática em lavouras comerciais nos estados de São Paulo e Paraná. As informações estão disponíveis no site do Consórcio Antiferrugem.

A primeira ocorrência foi registrada no dia 6 de dezembro, na cidade de de Pilar do Sul (SP), em soja semeada na segunda quinzena de setembro e que se encontrava no estágio de desenvolvimento R4.

Segundo o agrônomo Eder Moreira, da empresa Fitolab, a ocorrência da doença pode estar relacionada à presença de soja perene (Neonotonia wightii) na região, uma planta hospedeira do fungo causador da ferrugem asiática.

Na sequência, novas ocorrências em São Paulo também foram registradas em Itaberá e Pirajú. Para o fitopatologista da Fundação ABC, Senio Prestes, a soja perene também deve estar sendo fonte de inóculo nesses municípios.

No dia 13 de dezembro foi registrada a primeira ocorrência no Paraná, na cidade de Mariópolis, em soja semeada na segunda quinzena de setembro e que se encontrava no estádio R5. ( CANAL RURAL ) 

Ferrugem asiática

Foto: Rafael Soares/Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Su

MERCADO DERRUBA EXPECTATIVA DE CRESCIMENTO DO PIB PARA 2021

 As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus reduziram de 4,65% para 4,58% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. A projeção para 2022 ficou estável em 0,50%.

Foi a 10ª vez consecutiva que o mercado reduziu a expectativa para o crescimento da economia brasileira neste ano. Para 2022, os especialistas seguem vendo expansão econômica de apenas 0,50%.

Já o BC estima que a economia brasileira crescerá 4,6% em 2021, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em junho. As instituições financeiras reduziram de 10,05% para 10,04% a previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021. A meta para a inflação no período é de 3,75%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – ficou estável em 17,28%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) manteve-se em 17,47%.

As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus mantiveram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) ao final de 2022 em 11,50%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2022 estava em 11,25%.

A projeção para a taxa de câmbio em 2021 aumentou de R$ 5,59 para R$ 5,60 por dólar, enquanto a estimativa para 2022 subiu de R$ 5,55 para R$ 5,57 por dólar. Há quatro semanas atrás, a previsão para 2021 era de R$ 5,50, enquanto a previsão para 2022 estava em R$ 5,50. ( CANAL RURAL ) 

mercado-PIB

CADEIA PRODUTIRVA DA CACHAÇA APRESENTA A DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PARA A SETOR ATÉ 2025

 Machado, destacou que as orientações têm caráter setorial e foram elaboradas de forma coletiva e consensual. “As diretrizes foram feitas para vocês, produtores e executivos de associações do setor, para que unidos possamos caminhar em uma direção única e sermos efetivos para alcançarmos a nossa ambição”, disse. 

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Bastos, disse que é preciso incentivar a compra de produtos registrados no Mapa e valorizar a cachaça como bebida genuinamente brasileira. “Isso passa pela profissionalização do setor e pelo estabelecimento das diretrizes estratégicas da cachaça”. ( MINISTÉRIO DE AGRICULTURA E ABASTEC8IMENTO ) 

O documento com as diretrizes estratégicas está disponível no site do Mapa. 

iStock-521471784.jpg


BRASIL E REPÚCLICA DOMINICANA SE UNEM CONTRA PESTE SUINA AFRICANA

 Um trabalho inédito de cooperação técnico-científica entre Brasil e República Domicana deverá auxiliar o país caribenho em cinco questões do agro e a mais premente delas é o controle da Peste Suína Africana (PSA). Doença hemorrágica grave que só atinge suínos domésticos e javalis, a PSA é letal para quase todos os suídeos que a contraem. A doença foi identificada na República Dominicana este ano e, apesar de não infectar humanos, é um risco à segurança alimentar e ao mercado de carne suína. O Brasil chegou a detectá-la em 1978 e conseguiu erradicá-la em 1984 e, até o momento, o país do Caribe é o único do continente americano a ter registrado novamente a enfermidade.

“É de nosso total interesse cooperar e 

colaborar com a República Dominicana no 

controle da Peste Suína Africana,” 

declarou o diretor de Pesquisa e 

Desenvolvimento da Embrapa, Guy de 

Capdeville, em workshop virtual entre os 

países ocorrido nos dias 15 e 16 de 

dezembro. “Estaremos ajudando não 

somente a suinocultura dominicana, mas 

também a brasileira e a de vários outros 

países,” afirmou. ( EMBRAPA ) 

Foto: Jairo Backes


AGRICULTURA ENTREGA MAIS DE 14 MIL TÍTULOS DE PROPRIEDADE RURAL PARA FAMÍLIAS EM RONDÔNIA

 O Ministério da Agricultura emitiu 14.519 documentos titulatórios definitivos e provisórios para famílias assentadas e produtores rurais em Rondônia. Em nota, a pasta disse que, ao todo, foram atendidas mais de 11 mil famílias de assentados da reforma agrária e mais de 3 mil de agricultores beneficiários da regularização fundiária, em 50 municípios de Rondônia. Desde 2019, o Incra já emitiu mais de 269 mil títulos para beneficiários em todo o País, disse a pasta. ( Broadcast | Agro )

CLIMA:DEVE TER CHUVAS ACIMA DA MÉDIA NA MAIOR PARTE DO BRASIL, PREVEEM INMET E INPE

  As chuvas no verão serão acima da média na maior parte do País, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, nordeste de Roraima e leste do Nordeste. O prognóstico climático é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), informa o Ministério da Agricultura.


O verão no Hemisfério Sul tem início na próxima terça-feira (21) às 12h59 (horário de Brasília). A estação terminará no dia 20 de março de 2022, às 12h33, dando lugar ao outono.

A maioria dos modelos de previsão de El Niño Oscilação Sul (Enos), gerados pelos principais centros internacionais de meteorologia, indica uma probabilidade superior a 60% de que se mantenha o fenômeno La Niña durante o verão, podendo atingir a intensidade moderada entre este mês e janeiro de 2022.
Conforme o ministério, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas serão ocasionadas principalmente pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto que no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é a responsável pela ocorrência de chuvas.

Em média, os maiores volumes de precipitação podem ser observados sobre as regiões Norte e Centro-Oeste, com totais na faixa entre 700 e 1.100 mm.
Broadcast | Agro )


sábado, 18 de dezembro de 2021

VEJA A PREVISÃO PARA FIM DE SEMANA

 Neste final de semana o predomínio da Alta da Bolívia - ventos de altitude que favorecem a formação de nuvens carregadas - na região central do continente, aliada com o forte calor, alta disponibilidade de umidade, juntamente com a presença de uma frente fria no oceano contribui para a formação de nuvens carregadas em grande parte do país, desde a região norte, centro-oeste e sudeste. 

Entretanto, no sul do território nacional, o destaque será para uma forte onda de calor, especialmente na metade oeste da região no domingo. 

Sábado 18/12
Ainda sob a influência da Alta da Bolívia, as chuvas continuam concentradas sobre grande parte da região centro-oeste, norte e sudeste. Além disso, as instabilidades se alinham com a presença de uma frente fria no oceano, na altura da costa do ES. 

Desta forma são esperadas chuvas intensas sobre o sul do MT, leste de MG, novamente no sul da BA, norte do MT, AC e pontualmente na parcela central do AM. As chuvas continuam presentes no oeste de SP, porém com uma distribuição mais irregular, se comparado aos últimos dias. 

Na região nordeste, as condições de chuvas ainda são pequenas, sobretudo no interior da região. Contudo o forte calor e a presença de umidade poderá resultar em chuvas pontuais sobre o MA, norte do PI e oeste da BA. Já no litoral, a tendência é de que as condições para chuvas diminuam neste sábado. 

Outro destaque do dia 18, é a forte massa de ar quente e seco que atua na região sul, provocando influências no tempo até mesmo no sul do MS. Os termômetros poderão se aproximar da marca dos 40°C no oeste de SC e sudoeste do PR, diminuindo também os índices de umidade do ar nos horários mais críticos. Por outro lado, os ventos oceânicos favorecem a formação de chuvas isoladas no leste e SC, PR e leste de SP

Domingo 05/12
A massa de ar seco que atua no sul, ganhará ainda mais intensidade no domingo, diminuindo as condições de chuvas até mesmo no interior de SP. O calor também ganha intensidade, particularmente no oeste do RS, onde as temperaturas podem passar da marca dos 40°C e os índices de umidade ficam abaixo dos 20%.

Contudo, a passagem de um sistema de baixa pressão poderá resultar em algumas pancadas de chuvas isoladas entre o noroeste do RS e oeste de SC. Mas ressalta-se que as chuvas serão irregulares e sem provocar acumulados expressivos. 

Nas demais áreas do país, as condições continuam muito semelhantes ao tempo de sábado. A diferença fica em relação ao aumento das chuvas sobre o oeste da BA e de PI e a diminuição das instabilidades sobre o oeste de SP esul de MG. ( NOTÍCIS AGRÍCOLAS )

Imagem: Marcel Oliveira


ADDESIVO IDENTIFICA E TRATA PROBLEMAS EM PLANTAS

 Cientistas do Instituto Italiano de Tecnologia desenvolveram um adesivo com sensores de luz, temperatura e umidade que monitora e faz o tratamento das plantas no campo, sensores conseguem medir o que pode ser melhorado na produção agrícola.

O dispositivo fornece dados a respeito das condições da planta em tempo real. Do tamanho de um curativo, ele monitora e é capaz até de tratar as plantas, identificando os problemas e liberando de forma controlada os defensivos e fertilizantes direto no sistema vascular da planta.

O uso de monitoramento via imagens também vem crescendo e a eficiência do sistema ajuda a garantir os melhores resultados. Através de lentes espectrais, que captam ondas de luz invisíveis ao olho humano, podendo indicar problemas como estresse hídrico ou falta de adubo, antecipando as possíveis perdas que o produtor pode ter. ( CANAL RURAL ) 


PREÇO DO BOI GORDO VOLTAM A SUBIR NO MERCADO INTERNO

 O mercado físico de boi gordo registrou preços predominantemente mais altos nesta sexta-feira. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a retomada das buscas por animais padrão China é o grande fator para justificar este movimento, enquanto os frigoríficos exportadores passaram a ampliar a capacidade de abate. 

“A prioridade ainda é escoar a carne que estava estocada aguardando o certificado internacional de exportação, e a logística segue como um relevante foco de atenção. Os pecuaristas, por sua vez adotam uma postura de retração, considerando a expectativa de preços mais altos no curto prazo. As escalas de abate pouco avançaram desde quarta-feira, quando houve a confirmação da retomada das compras chinesas”, assinalou Iglesias. 

Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 320, ante R$ 316 na quinta-feira. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 316, contra R$ 306. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 297, estável. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 320 por arroba. ( CANL RURAL ) 

boi gordo

ÚLTIMO FIM DE SEMANA DA PRIMAVERA SERÁ MARCADO POR CHUVA FORTE

 O último fim de semana da primavera será marcado pela chuva, que vai ganhar força nas áreas mais ao Norte. Há ainda a formação de uma frente fria na altura da costa do Sudeste, que vai avançar e reforçar o volume de precipitações no Nordeste.

Sábado (18) será marcado por chuva volumosa, que atinge áreas do Rio de Janeiro até a região Norte. Enquanto isso, no Sul, o ar seco ganha força e impede a formação de chuvas na região, que deve ter redução na umidade do solo.

A chuva ainda cai forte sobre áreas do sul da Bahia, sul do Piauí, Maranhão, Tocantins e no Pará, onde, segundo a previsão do tempo, o solo já está encharcado. Os maiores volumes estão previstos para áreas mais ao Norte, com expectativa de até 70 mm.

Na última semana do ano, a invernada aumenta o volume de chuvas sobre o Sudeste e Matopiba, com as precipitações podendo alcançar os 100 mm. (CANAL RURAL ) 

colheita de soja


EM ARAÇATUBA , SECRETÁRIO DA SAA-SP ASSINA PROGRAMAS MELHOR CAMINHO E SEGURANÇA NO CAMPO

 O vice-governador do Estado de SP, Rodrigo Garcia; o secretário de Agricultura e Abastecimento, Itamar Borges; o secretário-executivo, Francisco Matturro e o Prefeito de Araçatuba, Dilador Borges, realizaram nesta quinta-feira, dia 16, em Araçatuba, assinaturas de convênios dos Programas Melhor Caminho e AgroSP+Seguro - Segurança no Campo, no 16⁰ RetomaSP.

Com o Melhor Caminho serão atendidos 5 mil quilômetros de estradas rurais em todo o Estado. Na oportunidade, foram assinados convênios com seis municípios: Araçatuba, Avanhandava, Barbosa, Birigui, Glicério e Santópolis do Aguapeí.

Já com o AgroSP+Seguro - Segurança no Campo as áreas rurais do Estado passam a contar com o trabalho de ronda rural por meio de viaturas específicas. Na primeira fase do Programa serão entregues 250 viaturas. 

Onze municípios tiveram convênios assinados na ocasião, são eles: Alto Alegre, Araçatuba, Avanhadava, Barbosa, Birigui, Brejo Alegre, Gabriel Monteiro, Glicério, Luiziania, Penápolis e Santopolis do Aguapeí.

O Melhor Caminho garante a recuperação de estradas rurais, resultando na geração de dois mil empregos diretos. O Programa busca favorecer o agricultor e o escoamento da produção agropecuária. Além disso, tem por finalidade diminuir a erosão do solo e o assoreamento dos rios. Com o Melhor Caminho, a trafegabilidade e a segurança nas estradas são diretamente beneficiadas. 

O AgroSP+Seguro - Segurança no Campo garante mais segurança no campo em uma ação conjunta com os municípios, atuando com viaturas específicas e identificadas para o trabalho de ronda na área rural.( CANAL RURAL ) 

PRIMEIRAS OCORRÊNCIAS DE FERRUGEM-ASIÁTICASÃO IENTIFICAS EM LAVOURA COMERCIAIS NA SAFRA 2021/22

 Com a safra de soja 2021/22 em andamemerciais nos estados de São Paulo e Paraná. As informações estão disponíveis no site do Consórcio Antiferrugem - www.consorcioantiferrugem.net.

A primeira ocorrência foi registrada em 06 de dezembro, no municínto, foram registradas no início de dezembro as primeiras ocorrências de ferrugem-asiática em lavouras copio de Pilar do Sul (SP), em soja semeada na segunda quinzena de setembro e que se encontrava no estágio de desenvolvimento R4. Segundo o agrônomo Eder Moreira, da empresa Fitolab, a ocorrência da doença pode estar relacionada à presença de soja perene (Neonotonia wightii) na região, uma planta hospedeira do fungo causador da ferrugem-asiática.


Na sequência, novas ocorrências no 

Estado foram registradas em Itaberá e 

Pirajú. Para  o fitopatologista da Fundação 

ABC, Senio Prestes, a soja perene também 

deve estar sendo fonte de inóculo nesses 

municípios.( EMBRAPA ) 

 -

EMBRPA ALERTA: PRODUTORES DEVEM FICAR ATENTOS À LEPTOSPIROSE BOVINA

 A intensificação das chuvas neste período é propícia para a proliferação de diferentes microrganismos causadores de doenças, como a leptospirose, que acomete diversas espécies de animais, incluindo os bovinos. A infecção causa abortamentos em vacas no final da gestação na forma crônica da doença. Já na fase aguda, em bovinos jovens e adultos, ocorrem lesões renais que podem levar à falência renal e à morte.

Segundo o médico veterinário Raul Mascarenhas, da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos – SP), os prejuízos para o pecuarista estão associados principalmente ao abortamento. “Como ocorre apenas ao final da gestação, muito provavelmente a vaca irá permanecer mais de um ano sem produzir leite. Outro prejuízo é a perda do bezerro, que pode ser uma fêmea leiteira ou um animal de elevado valor genético.” Ao evitar casos de abortamento, ressalta Mascarenhas, o produtor já paga o investimento de um ano em medidas preventivas adotadas.

A leptospirose é causada pela bactéria Leptospira spp, transmitida aos animais pela ingestão de pastagem contaminada ou contato com água ou solo encharcado contaminados. Em condições de baixa umidade ambiental e incidência direta de raios solares, essa bactéria só permanece viva por 30 minutos. Já em condições de alta umidade e de pH neutro ou levemente alcalino, a Leptospira pode sobreviver por semanas ou meses. Em meio aquoso, ela é capaz de se locomover até encontrar um hospedeiro, por esse motivo a leptospirose bovina é mais frequente nesta época de chuvas.

O veterinário recomenda fazer o diagnóstico de forma rotineira no rebanho em casos da presença da Leptospira spp nos animais de uma propriedade e também conhecer qual sorogrupo é predominante. Isso é feito por meio de exames de sangue.

“Por que isso é importante? Suponha que ao fazer exames de sangue nos animais, o sorogrupo mais comum encontrado seja o ‘Icteriohaemorrhagiae’, comum de roedores. Portanto, os ratos possuem um papel importante na transmissão da doença nesse rebanho. Ou pode ser que o sorogrupo predominante seja o “Hardjo”, mais comum de bovinos. Nesse caso, a transmissão da doença ocorre principalmente por meio dos próprios bovinos”, esclarece. ( AGROEMDIA ) 


2021, UM ANO MARGO PARA OS PRODUTORES DE LEITE

 A pecuária leiteira não vê a hora de deixar 2021 para trás. Na história recente do Brasil, este foi um dos piores anos para o setor, castigado pelos altos custos de produção, resultado da política cambial do governo federal, pelas adversidades climáticas e pela demanda por lácteos enfraquecida em consequência da perda de poder de compra da população provocada pela alta de inflação. O cenário de dificuldades da cadeia está retratado na edição de novembro do Boletim do Leite do Cepea, divulgado nesta sexta-feira (17).   

Segundo a publicação, na “média Brasil”, o preço do leite ao produtor de janeiro a novembro de 2021 foi de R$ 2,2596/litro, 18,1% acima da média do mesmo período de 2020, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de novembro de 2021). “Os valores se sustentaram em elevados patamares, devido à oferta limitada, influenciada, por sua vez, pelo clima adverso e pelos altos custos de produção.” O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) caiu 9,3% de janeiro a outubro. 

No entanto, a elevação dos custos de produção superou a alta dos preços aos produtores ao longo do ano. “Considerando-se apenas o milho, houve alta de 48,8% na média do Indicador ESALQ/BM&FBovespa. Assim, o pecuarista precisou de, em média, 42,6 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho em 2021, contra 33,9 litros no ano anterior, queda de 25,7% no poder de compra”, pontua o boletim.

“Além dos grãos, outros insumos se valorizaram e reforçaram o estreitamento das margens dos produtores, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais”, assinala a publicação. AGROEMDIA ) 


Suplementação mineral para época das águas: devemos fazer ou não?

 Com a aproximação da estação chuvosa, volta ao debate a questão da suplementação mineral dos bovinos na época das águas: deve-se ou não fazer? A suplementação mineral para época das águas apresenta divergência por parte dos criadores, onde alguns acham que nessa época, devido à boa disponibilidade de MS (matéria seca) das forragens, pastos verdes e cochos na maioria das vezes sem cobertura, são os fatores primordiais para não se utilizar suplementos nessa época. Essas condições levam há um baixo consumo dos suplementos pelos animais e com isso os criadores acreditam não haver necessidade de fornecer suplementos.

Só que, infelizmente para os defensores dessa versão, é aí que mora o perigo, pois é justamente nessa época que os animais aumentam o seu metabolismo, onde muitas enzimas (METALOENZIMAS) dependem dos minerais para serem ativadas.

Devemos lembrar que mesmo nessa época das águas os pastos, que são a base nutricional dos animais, não fornecem todos os nutrientes necessários, dentre eles os microminerais (Se, Zn, Cu, Mn, Co e I) e os macrominerais (P, Na, Mg e S), para atender as suas exigências.

Atualmente estamos tendo uma crescente demanda do mercado mundial, por carne bovina de qualidade, proveniente de animais criados a pasto, logo as perspectivas para pecuária brasileira são imensas. Segundo dados da FAO, órgão da ONU, que acompanha a agricultura e pecuária, apontam que em 2040, 60% da carne comercializada para abastecer o mercado mundial, será brasileira.

Isso exigirá dos produtores brasileiros profissionalismo e somente com uso de tecnologias práticas e economicamente viáveis, esse crescimento sustentável da pecuária brasileira será possível. Essas tecnologias são: Nutrição Correta; Controle Sanitário Eficiente; Melhoramento Genético. ( AGROEMDIA )

VEJA AS OPÇÕES DE FRUTAS MAIS ECONÔMICA PARA A CEIA DE NATAL l

 Segundo o boletim, como a colheita da lichia nacional ocorre entre o fim de um ano e início de outro, neste período há aumento na oferta do produto, o que tende a trazer reduções nos preços comercializados no atacado.

Em novembro, as cotações da fruta caíram cerca de 52%, enquanto a oferta teve forte aumento em relação a outubro e a uva deve chegar aos mercados com preços acessíveis, sem disparada.

No caso do pêssego, a boa produtividade na safra deste ano tenderá a manter os valores mais acessíveis, com algumas reduções sendo observadas já em novembro.

Já a ameixa nacional deve apresentar preços mais atrativos do que o produto importado. Cenário semelhante para a romã, na qual a boa produção nacional deve em alguma medida contrabalançar um pouco, em termos de preços, a fruta vinda do exterior.

Cereja, figo e mirtilo apresentam tendência de elevação nas cotações. O comportamento de alta é explicado pela valorização do dólar, que impacta no preço pago pelo produto importado, ou ainda no custo de produção dessas frutas.

 Entre as hortaliças mais comercializadas nos principais entrepostos atacadistas no país, destaque para o tomate. A cebola continua a apresentar elevações de preços no atacado, após meses em queda. O movimento é esperado para o período, no qual a produção do bulbo se concentra na Região Sul. Porém, a safra sulista não é capaz de compensar a menor oferta das regiões Centro–Oeste, Nordeste e Sudeste, abrindo espaço para entrada de produto importado. ( AGROEMDIA )


sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

VOLUME DE FRETE RODOVIÁRIO DO AGRONEGÓCIO CRESCE 37,4% NO 3º TRIMESTRE

 O volume de fretes do agronegócio aumentou 37,4% no terceiro trimestre, em comparação com os mesmos meses do ano passado. O levantamento é da FreteBras, maior plataforma online de transporte de cargas da América do Sul, que acaba de lançar a 5ª edição do “Relatório FreteBras – O Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”, com base na análise de 2,5 milhões de fretes.

Segundo o estudo, o agronegócio representou 39,7% das cargas registradas na plataforma da FreteBras no terceiro trimestre de 2021 e cerca de R$ 7,8 bilhões foram distribuídos em fretes para atender o setor. Os Estados que concentraram a maior parte dos fretes do segmento foram São Paulo (15%), Rio Grande do Sul (13,6%), Paraná (12,8%) e Minas Gerais (12,4%). Os produtos mais transportados foram fertilizantes (36,7%), milho (11,6%) e soja (6,7%). Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o aumento no volume de fretes foi de 46,7%. ( CANAL RURAL ) 

Caminhão, estrada, logística, transporte, caminhoneiro, frete, tabela do frete, pedágio, greve dos caminhoneiros

EXPORTAÇÃO DE OVO CRESCEM 81,5% EM 2021, DIZ ABPA

  As   vendas de ovos   para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil to...