sexta-feira, 28 de maio de 2021

BOI: EM RÁPIDA RECUPERAÇÃO, ARROBA ATINGE R$ 315 EM SP

 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, em São Paulo, a cotação do boi gordo seguiu em rápida recuperação e passou de R$ 313 para R$ 315 por arroba. Enquanto isso, a consultoria AgroAgility pontuou que o intervalo entre R$ 315 e R$ 320 por arroba, também tendo como base São Paulo, já está cada vez mais consolidado.

Na B3, os contratos futuros do boi gordo tiveram um dia de comportamento misto com leves recuos nas pontas mais curtas e ligeiras altas nas mais longas. O ajuste do vencimento para maio passou de R$ 312,05 para R$ 311,65, do junho foi de R$ 325,10 para R$ 324,65 e do outubro, de R$ 342,45 para R$ 342,60 por arroba. ( CANAL RURAL ) 

Carne Bovina abate de bovinos pecuária

ESTIMATIAVA DE SAFRA DOS CAFÉS DO BRASIL D 2021 TEM REDUÇÃO DE 22,6% EM COMPARAÇÃO A 2020

 A produção total dos Cafés do Brasil para esta safra de 2021 foi estimada em 48,80 milhões de sacas de 60kg, das quais 33,36 milhões são de café da espécie arábica e 15,44 milhões de café conilon. Tal estimativa representa uma redução de 22,6% da safra de 2021 em comparação com a de 2020, que foi de 63,07 milhões de sacas. Assim, verifica-se que, num comparativo da safra de 2021 com a de 2020, a produção de arábica teve redução de 31,5% e conilon teve um acréscimo de 7,9%.

Dessa forma, como a área total em produção desta safra de 2021, incluindo as espécies de arábica e conilon, é de 1,82 milhão de hectares, a produtividade média nacional prevista será de 25 sacas por hectare. Se comparada tal produtividade com a safra 2020, a qual foi de 33,5 sacas por hectare em uma área de produção de 1,88 milhão de hectares, constata-se que houve uma redução na produtividade média nacional de 25,4%.

Tais números revelam que a produtividade dos cafés da espécie arábica, estimada em 23 sacas por hectare, deverá ter uma redução de 28,5%, se comparada com a produtividade safra de 2020. (EMBRAPA )  

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quinta-feira, 27 de maio de 2021

BOI: ARROBA SOBE R$ 3 EM SÃO PAULO

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, em São Paulo, a cotação do boi gordo segue em forte recuperação e passou de R$ 310 para R$ 313 por arroba. Segundo o analista Fernando Iglesias, o volume ofertado já é mais modesto na comparação com alguns dias atrás, sobretudo das boiadas que cumprem os requisitos de exportação para o mercado chinês.
 Na B3, por outro lado, os contratos futuros do boi gordo tiveram a sequência de altas interrompida. O ajuste do vencimento para maio passou de R$ 313,00 para R$ 312,50, do junho foi de R$ 325,50 para R$ 325,10 e do outubro, de R$ 345,60 para R$ 342,45 por arroba. ( CANAL RURAL )
Boi gordo comendo em confinamento

METEOROLOGIA: FENTE FRIA PROVOCA CHUVA EM BOA PARTE DO PAÍS NESTA SEXTA-FEIRA

 Sul:- A chegada de uma nova frente fria, combinada a um corredor de umidade e um sistema de baixa pressão atmosférica na altura do Paraguai, potencializa a formação de nuvens carregadas e causam fortes temporais na região ao longo desta sexta-feira. Há previsão de chuva e ventos fortes, principalmente no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná, onde as rajadas de vento variam entre 50 a 70 km/h. Nessas áreas, não se descarta a chance até mesmo para eventual queda de granizo.

Sudeste:- Há previsão de chuva isolada somente na região sul de Minas Gerais, devido a fatores locais como a topografia e a alta umidade relativa do ar. Chove também no extremo nordeste do Espírito Santo, por conta da umidade que vem do mar, e em Registro e Iguape, por causa das instabilidades que vêm do Sul do país.

Nas demais áreas, o tempo firme predomina, e a sensação de calor aos poucos retorna para boa parte da região.

Centro-Oeste:- As chuvas ficam mais intensas sobre o sul de Mato Grosso do Sul, com acumulados expressivos e chances de trovoadas. Nas demais áreas da região, tempo firme com variação de nebulosidade e temperaturas amenas pela manhã, mas tardes mais quentes.

Nordeste:- A massa de ar seco segue tomando conta de todo o interior nordestino e, por isso, não há previsão de chuva significativa na maior parte da região.

Pancadas isoladas e passageiras são esperadas somente para o litoral entre o Recôncavo Baiano e o Maranhão.

Norte:-  presença de uma massa de ar seco mantém o tempo firme entre o Tocantins, centro-sul do Pará, Rondônia e Acre.

O tempo instável ainda segue marcando presença entre o norte do Amazonas, Roraima e Amapá, onde são esperados os maiores acumulados de chuva. ( CANAL RURAL/SOMAR METEOROLOGIA )

Raio relâmpago temporal, temporais, previsão do tempo chuva

SÃO PAULO DEVE RECEBER CHUVAS EM SEQUÊNCIA ATÉ O INÍCIO DE JUNHO

 Desde o final de semana, São Paulo vem recebendo chuvas espalhadas por diferentes sistemas e ainda conta com precipitações previstas até o começo do mês de junho, pelo menos. Isso deve trazer alívio para o déficit hídrico, principalmente no noroeste paulista. Pastagens, cana-de-açúcar e laranja serão algumas das culturas beneficiadas.

Além disso, as temperaturas frias registradas no estado especialmente no início das manhãs impediram a maturação do tomate, acarretando em um aumento no preço do tomate salada, de acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Conforme a Somar Meteorologia, o frio deve continuar, apesar do retorno das chuvas. ( NAÇÃO AGRO ) 



SÃO PAULO JÁ COLHEU 50% DA SAFRA DE ALGODÃO E ESPERA PRODUTIVIDADE SATISFATÓRIA , MAS MENOR QUE A ANTERIOR

 Área cultivada registrou grande redução no estado, mas rendimentos bons e boas oportunidades de comercialização tendem a estimular os produtores à retomarem a produção na próxima safra

A colheita do algodão já foi finalizada em metade dos 4.700 hectares cultivados em São Paulo nesta safra. As atividades devem se estender por mias 15 dias na região sudoeste do estado e a expectativa é de produtividades menores do que as da temporada passada, mas ainda assim em um patamar satisfatório

Segundo o presidente da APPA (Associação Paulista dos Produtores de Algodão), Peter Derks, a região Centro-Norte do estado enfrentou uma seca bem drástica, o Sudoeste também teve menos rendimento do que o ano passado e, apenas a região Oeste conseguiu superar seus patamares.

Sendo assim, a expectativa da entidade é finalizar o ciclo com produtividade média de 270@ de caroço por hectare e entre 100 e 110@ por hectare de pluma. Além da diminuição na produtividade, a área cultivada neste ano teve grande queda saindo dos antigos 8.500 hectares.

Derks destaca ainda que foram poucas as vendas antecipadas fechadas para esta safra, mas que agora as condições estão favoráveis para a comercialização e os produtores paulistas aproveitam que são os primeiros a colher e conseguem vender aproveitando esta última janela antes da chegada da oferta vinda do Centro-Oeste brasileiro. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

Colheita algodão abapa

GLIFOSATO; JUIZ DOS EUA REJEITA PROPOSTA DA BAYER SOBRE FUTURAS AÇÕES

 Um   juiz federal dos Estados Unidos barrou tentativa da Bayer de limitar todas as reivindicações futuras relacionadas ao seu herbicida Roundup, concluindo que a proposta beneficiaria muito mais a empresa do que aqueles que culpam o produto por causar câncer.

A Bayer disse que pagaria até US$ 9,6 bilhões para encerrar as ações existentes que alegam que o produto à base de glifosato causa linfoma não-Hodgkin, e outros US$ 2 bilhões para ações futuras.

A empresa alemã sofreu derrotas em três julgamentos envolvendo o herbicida entre 2018 e 2019 e está trabalhando para resolver milhares de reclamações semelhantes.

Em seus resultados do primeiro trimestre, divulgados em 7 de maio, a Bayer disse que tinha resolvido cerca de 96 mil ações, de um total de 125 mil. No início deste mês, a companhia também perdeu um recurso em um dos três casos que foram a julgamento.

A tentativa da Bayer de resolver as ações futuras veio na forma de um novo acordo coletivo, que buscava abranger as pessoas que usaram o Roundup mas ainda não estão doentes e pessoas com câncer que ainda não processaram a companhia. ( CANAL RURAL ) 

logo Bayer glifosato no roundup

CONHEÇA AS CINCO PRINCIPAIS PLANTAS TÓXICAS DO BRASIL QUE PODEM MATAR GADO

 O médico veterinário Andrew Vitório, técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, informou que a ingestão de plantas tóxicas podem ter causado a morte de cerca de 40 cabeças de gado que seguiam em comitiva no Pantanal da Nhecolândia, na região de Corumbá-MS no fim de fevereiro, o Giro do Boi divulgou resumo de um estudo que elencou as principais plantas tóxicas existentes no Brasil que podem levar à morte de bovinos.

ERVA-DE RATO

Também conhecida com os nomes de cafezinho, café-bravo, cotó-cotó ou tangará-açu. Na fase adulta, chega a até dois metros e meio de altura. Com exceção da Região Sul e Mato Grosso do Sul, a erva-de-rato pode ser encontrada em todo o Brasil.

CORONA

CIPÓ-RUÃO

Também chamado de cipó-preto, é comum na Região Sudeste e já matou rebanho inteiro em fazendas do Vale do Paraíba, em São Paulo, e na região de Governador Valadares, Minas Gerais. O desenvolvimento do cipó-ruão acontece principalmente na época da seca.

SAMAMBAIA

É bonita e decorativa, mas o pecuarista não pode deixar seu gado se alimentar dela, pois os bois podem morrer intoxicados. A samambaia é encontrada em todo o Brasil, principalmente em lugares úmidos e nas encostas de morros.

COERANA

É a planta tóxica que mais mata gado na Região Sudeste, principalmente no estado do Rio de Janeiro.

Em caso de detecção de alguma destas plantas tóxicas na fazenda, o produtor deve retirar o gado do piquete infestado imediatamente e chamar o engenheiro agrônomo para eliminá-la da propriedade. ( GIRO DO BOI )



AGRICULTURA FAMILIAR PODE GANHAR PRIORIDADE NAS COMPRAS PELO SUS

 Alimentos produzidos por agricultores familiares, pescadores artesanais, silvicultores e extrativistas podem ganhar prioridade nas compras pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto de lei 3.663 de 2020, que trata do tema, foi aprovado pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 26. O texto estabelece que esses produtos precisarão ter preços compatíveis com os de mercado.

De autoria da deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA), o PL altera a Lei Orgânica da Saúde. Conforme o projeto, o poder público apoiará a produção e a regularização sanitária dos gêneros alimentícios adquiridos. Regulamentação posterior poderá estabelecer percentuais mínimos de aquisição dos produtos.

O parecer do relator, deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), foi pela aprovação do texto. “Os pescadores artesanais e demais agricultores familiares formam um segmento social especialmente desfavorecido e que precisa de todo o apoio possível para prosperar de forma sustentável no meio rural”, disse.

Para ele, a proposta é especialmente relevante e urgente no contexto atual de pandemia de Covid-19, que provocou “drástica redução na renda de milhões de famílias do campo, tornando-as ainda mais vulneráveis”.

O parlamentar destaca que a medida complementa outras ações bem-sucedidas que promovem a aquisição de alimentos da agricultura familiar, como o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania ( CANAL RURAL ) 

agricultura familiar, agricultor familiar, hortaliça, paa

OIE RECONHECE MAIS ÁREAS DO BRASIL COMO LIVRES DE AFTOSA SEM VACINAÇÃO

 A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) reconheceu Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e de Mato Grosso como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. Com 129 votos a favor e 1 abstenção, essas áreas foram aprovadas nesta quinta-feira, 27.

A coordenadora de Produção Animal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Lilian Figueiredo, destacou que a retirada da vacina permitirá o aumento das exportações e a abertura de novos mercados para a carne brasileira.

“Temos visado mercados diferenciados. Hoje apenas Santa Catarina tem acesso a esses mercados que tem exigência sanitária mais restrita”, diz Lilian. Segundo ela, alguns países exigem que o Brasil seja sem vacinação para aceitar exportações do país, como Japão e Coreia do Sul, por exemplo.

Segundo o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, o estado livre de aftosa sem vacinação é um avanço muito forte no status sanitário, o que leva o Rio Grande do Sul a uma situação ímpar na América do Sul.

“Estamos em uma localização geográfica bastante privilegiada, juntamente com Paraná e Santa Catarina- que já é livre de vacinação há mais de 18 anos – e não temos mais atividade viral. Mas isso também nos traz uma grande preocupação, que é a responsabilidade de fiscalização, por parte do produtor e pelo ente público”, afirma Pereira.

O presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do estado de Rondônia, Júlio Peres, afirma que a notícia é de grande importância para o estado. “Essa é uma conquista ímpar para o nosso estado que fez o dever de casa, tem uma consolidação de parceria público/privada com competência e determinação do pecuarista”, afirma. ( CANAL RURAL ) 

bovino sendo vacinado contra febre aftosa

SECRETARIA DA AGRICULTURA ENTREGA TECNOLOGIA PARA PRODUÇÃO DE NOVILHAS EM TEMPO 40% MAIS RÁPIDO

 Pesquisadores da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo desenvolvem estudo científico para criação de um sistema que permita a produção de novilhas precoces, ou seja, que consigam emprenhar com até 14-15 meses, quando o normal no Brasil é aos 24 meses. As vantagens são a redução do tempo para prenhes das fêmeas e, consequentemente, maiores lucros aos produtores de gado de corte do Brasil, mantendo todas as práticas preconizadas de bem-estar animal. A tecnologia desenvolvida pela APTA Regional de Colina será entregue ao setor produtivo neste 27 de maio, às 19h30, em live a ser realizada no Youtube da Secretaria de Agricultura. Outras duas lives estão programadas sobre esse assunto para que as informações sejam transferidas aos pecuaristas.

            O objetivo dos pesquisadores é que as novilhas desmamadas aos 180 kg atinjam 300 kg com até 15 meses de idade, momento que estariam prontas para ficarem prenhas – tempo 40% mais rápido do que a média alcançada pelos produtores brasileiros. “O ciclo de produção mais rápido reduz os custos da criação dos animais nas fazendas”, afirma Laura Prados, pesquisadora que atua na APTA de Colina. ( SECRETARIA DA AGRICULTURA )

IB DISPONIBILIZA AO SETOR AGRO FRASCOS DE PRODUTOS PARA DIAGNÓSTICAR BRUCELOSE COM MENOS DOSE

O Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, passa a disponibilizar para o setor produtivo do agro fracos de imunobiológicos usados para diagnóstico de brucelose com menos doses. Com isso, o IB atende à demanda antiga do setor, principalmente, das propriedades com número reduzido de animais de produção, que terão queda no desperdício de doses. O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) também é beneficiado, já que doses antes desperdiçadas passam a ser utilizada para o diagnóstico da doença em outros animais.

Segundo o médico-veterinário do IB, Ricardo Spacagna Jordão, o Instituto já começou a disponibilizar em maio as duas opções de frascos para o setor, uma com menos dose e outra com o número tradicional. Nesse contexto, veterinários encontraram no mercado AAT, antígeno para diagnóstico da brucelose, com 160 e 64 doses. Também estão sendo produzidas e, em breve, estarão no mercado: Prova Lenta de 60 e 24 doses, além das Tuberculinas Bovina e Aviária de 50 e 20 doses.

“Essa ação é muito importante, pois tínhamos muito desperdício de doses em propriedades com número reduzido de animais.( INSTITUTO BIOLÓGICO ) 

quarta-feira, 26 de maio de 2021

SAI A PRIMEIRA PARCIAL DA CAMPANHA PARA COMPRA DE TOMÓGRAFO

A Santa Casa de Dracena realizou a primeira divulgação da parcial de arrecadação da campanha para compra de um tomógrafo e de um gasômetro, nesta terça-feira. 

A campanha arrecadou até agora R$ 574.099,80, entre repasses da Prefeitura, Fundec e plano de saúde, além de doações de pessoas físicas e empresas.

Ainda faltam R$ 474 mil para chegar ao valor de R$ 1 milhão e 48 mil reais, que é o total de investimento.

A campanha prossegue com doações diretamente na conta da Santa Casa. Colabore.

 

REFORMA TRIBUTÁRIA PODE AUMWNTAR IMPOSTOS PARA O SETOR DE CACHAÇA

 A cachaça é a segunda bebida alcoólica preferida no Brasil e o quarto destilado mais consumido no mundo. Em 2019, antes da pandemia, o Brasil produziu 800 milhões de litros e exportou mais de 7 milhões de litros, gerando quase US$ 15 milhões em receita.

Se o texto da reforma tributária for aprovado do jeito que está, o setor pode ser um dos mais afetados. Segundo Carlos Lima, diretor-executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), a proposta de tributação sobre o produto pode estimular a informalidade e sonegação no setor.

De acordo com o diretor do IBRAC, considerando apenas os principais impostos (PIS, COFINS, ICMS e IPI), com base em alíquotas nominais e tendo como referência o estado de São Paulo, a carga direta é de 59,25%. Considerados os impostos diretos e indiretos, é superior a 80%.

O comentarista Benedito Rosa explica que o produto, genuinamente brasileiro, é discriminado há anos. “Desde a época da colônia os portugueses identificavam a cachaça como uma bebida de pobre, porque queriam importar a bagaceira, bebida portuguesa”, relata.

O comentarista lembra a importância da cadeia produtiva da cachaça, que gera cerca de 600 mil empregos diretos e tem 40 mil entidades pequenas artesanais.

“O deputado está propondo um aumento de carga tributária sobre essa cadeia produtiva que é uma das mais afetadas com imposto direto da ordem de 59%. Seria um golpe duro em um setor importante”, afirma. ( CANAL RURAL ) 

Cachaça

PRODUÇÃO DE CANA DE NA SAFRA 2021/22 DEVE SER 4% MENOR, INDICA CONAB

 O Brasil deve produzir 628,1 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2021/22, cuja colheita foi iniciada em abril, volume 4% menor em comparação com 2020/21. A informação é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que divulgou nesta terça-feira a primeira estimativa para a safra 2021/22.

Segundo a Conab, “a queda é explicada pela redução de 3% na área de colheita no Sudeste, principal região produtora do país, com 5,2 milhões de hectares, e decréscimo de 6,2% na produção, prevista em 402,2 milhões de toneladas. O Centro-Oeste também diminuiu em 0,8% a área destinada à cultura, atingindo 1,8 milhão de hectares para um total de 137,5 milhões de toneladas de cana, 1,6% menor que a obtida na safra anterior”.

Na região Nordeste, mesmo com 0,5% a menos de área, há estimativa de crescimento de 3,2% na produtividade média, o que deverá resultar em 49,7 milhões de toneladas, 2,7% maior que na última safra. O Sul seguiu a tendência, com redução de 2,1% na área, mas crescimento de 2,5% na produção, estimada em 35,1 milhões de toneladas. Já o Norte deve manter a área e aumentar 3,3% a colheita da cultura, com 3,6 milhões de toneladas.

A Conab explica que, a partir da safra 2019/20, além das estatísticas totais de etanol proveniente da cana-de-açúcar, o levantamento passou a considerar também informações do produto à base de milho. Para esta safra, somando os dois tipos, o total previsto para o etanol é de 30,5 bilhões de litros, com redução de 6,84% em relação à safra passada, sendo 27 bilhões de litros da cana e 3,5 bilhões de litros a partir do milho. Para este último, o 1º levantamento aponta que a expansão deve continuar, com aumento de 15,85% em relação à safra passada.

Para o açúcar, é estimado 38,9 milhões de toneladas, redução de 5,71% em relação ao período anterior. A previsão do ATR médio da cana-de-açúcar, que representa a capacidade de converter a matéria-prima em açúcar ou etanol, é de 138,9 kg/toneladas. ( CANAL RURAL )

cana-de-açúcar, canavial

CAFÉ: CONAB REDUZ EM 22% ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO NA SAFRA 2021

 A safra 2021 de café deve atingir 49 milhões de sacas redução de 22,6% em comparação à safra passada, que teve produção de 63,08 milhões de sacas, considerada recorde dentro da série histórica do grão. Os dados fazem parte do  2º levantamento da temporada, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira, 25.

A área estimada para esta produção também deve apresentar redução em relação a 2020 e atualmente está em 1,8 milhão de hectares, 3,2% menor que a temporada anterior. Os efeitos fisiológicos observados em diversas regiões produtoras neste ciclo, bem como as condições climáticas adversas registradas em muitas localidades, influenciaram diretamente nessa perspectiva.

“Essa influência se deu tanto na redução do rendimento médio como na diminuição da área em produção. Geralmente esta redução já ocorre nos ciclos de bienalidade negativa devido à necessidade de tratos culturais mais intensos nas lavouras para recuperar o potencial vegetativo das plantas”, informou a companhia.

A produção do café arábica está estimada em 33,4 milhões de sacas, uma diminuição de 31,5% em comparação ao volume produzido na safra passada. Já a do conilon deve chegar a 15,4 milhões de sacas, um incremento de 7,9% em relação ao resultado obtido em 2020.

Produção regional – Em Minas Gerais a produção total de café está estimada em 23,3 milhões de sacas, uma redução de 32,6% em comparação ao volume total colhido na safra anterior. O café mais produzido no estado é o arábica, que é mais influenciado pelos efeitos da bienalidade negativa.

No Espírito Santo a estimativa de produção é de 13,63 milhões de sacas. São Paulo deve alcançar a produção de 4 milhões de sacas de café, indicando também uma redução em comparação ao resultado de 2020. Na Bahia a produção será de quase 4 milhões de sacas de café. Rondônia deverá produzir 2,2 milhões de sacas, enquanto o Paraná, 876 mil sacas de café beneficiado. Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com 235 mil sacas, Goiás, com 212 mil sacas e Mato Grosso, com 199 mil sacas. ( CANAL RURAL )

Foto: Feito no Paraná/divulgação

café colhido nas mãos de uma pesspa

MILHO: INDICADOR DO CEPEA VOLTA A ICAR ABAIXO DE R$ 100 POR SACA

 O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), voltou a ficar abaixo de R$ 100 por saca pela primeira vez desde o início do mês. A cotação variou -2,43% em relação ao dia anterior e passou de R$ 101,12 para R$ 98,66 por saca. Ainda assim, no acumulado do ano, o indicador tem uma alta de 25,44%, e em 12 meses, os preços alcançaram 92,92% de valorização.

Em Chicago, os contratos futuros do milho despencaram. O mercado já mostrava sinais de fraqueza com o clima favorável e com o avanço consistente do plantio nos Estados Unidos, além de notícia de cancelamento de compras por parte da China, os preços recuaram de maneira expressiva. O vencimento para julho caiu 5,63% e ficou cotado a US$ 6,202 por bushel ( 25,40 KG )

Colheitadeira depositando milho recém-colhido em caminhão. Ao fundo, vemos lavoura ainda em processo de colheita

STATUS LIVRE D AFTOSA SEM VACINAÇÃO PODE ABRIR MERCADOS QUE REMUNERAM MELHOR

 A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deve reconhecer nesta quinta-feira,27, os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e partes do Amazonas e de Mato Grosso como áreas livres de febre aftosa sem vacinação.

Para o Paraná, a oportunidade é a abertura de novos mercados, que sequer negociavam com o Brasil devido ao status sanitário atual, segundo Rafael Gonçalves Dias, gerente de saúde animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

“Não temos negociações para vendas de carne bovina e suína em função do status de livre da doença com vacinação para países como Japão, Coreia do Sul e Canadá, que são mercados importantes, que remuneram melhor os nossos produtos. Com a certificação, devemos iniciar as negociações com esses mercados daqui para frente”, diz.

Segundo Dias, a certificação que deve ser obtida em breve, representa um selo ao mundo da capacidade do estado em combater doenças emergências.

Por outro lado, o representante da Adapar destaca, ainda, que o principal desafio é manter a sanidade do rebanho sem a imunização. “A partir do momento que você retira a vacinação, você deixa os animais mais expostos a uma eventual entrada da doença. Diante disso, o compromisso do produtor tem que ser maior, tanto em notificar casos suspeitos, como em manter o cadastro do rebanho atualizado”, finaliza. ( CANAL RURAL )

nelore arroba do boi gordo


AFTOSA: MENOS DA METADE DOS PECUARISTAS DE SP COMPROVOU VACINAÇÃO DO REBANHO

 Menos da metade das propriedades rurais do estado de São Paulo cadastradas comprovou a vacinação do rebanho bovino contra a febre aftosa, faltando uma semana para o encerramento da campanha de vacinação de maio no estado.

Dados emitidos pelo Sistema Gestão de Defesa Animal e Vegetal (Gedave), da Secretaria de Agricultura, até a segunda-feira, 24, mostram que 42,45% das 120.571 propriedades cadastradas com bovídeos informaram ter vacinado os seus animais. Com relação ao número de animais, os dados mostram que 53,60 % do total do rebanho paulista formado por 10.554.742 bovídeos constam como vacinados.

Na hora da declaração o produtor rural deve declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporcos), ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

A orientação da Defesa Agropecuária é o produtor estar atento às datas. Deixar de vacinar sujeita o produtor a multas de 5 Ufesps (R$ 145,45) por cabeça não vacinada e deixar de comunicar a vacinação, 3 Ufesps (R$ 87,27) por cabeça não declarada. O valor de cada Ufesp – Unidade Fiscal do Estado de São Paulo é 29,09 reais.

A campanha de vacinação contra febre aftosa termina dia 31 de maio e o produtor tem até o dia 7 de junho para declarar a vacinação, de preferência, por meio eletrônico, no site do Gedave . Quando não for possível, o produtor poderá acessar a declaração, no endereço http://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/www/programas/getdocdoc.php?idform=338, preencher e encaminhá-la por e-mail.

No levantamento do Gedave, até a segunda-feira, constam o número de propriedades cadastradas com bovídeos em cada regional de Defesa Agropecuária e o porcentual de propriedades que informaram a vacinação; e o número de animais cadastrados em cada regional de Defesa Agropecuária com o porcentual de animais declarado como vacinados. ( CANAL RURAL ) 

Febre aftosa


PUBLICADO ZONEAMENTO AGRÍCOLA DO MILHO CONOSRCIADO COM BRAQUIÁRIA 1ª SAFRA 2021/2022

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26) as portarias com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo do consórcio milho com braquiária de 1ª safra. Nesta publicação as Unidades da Federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Pará, Rondônia, Tocantins, Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
 
O cultivo consorciado de plantas produtoras de grãos com forrageiras tropicais tem aumentado significativamente nos últimos anos nas regiões que apresentam inverno seco. O consórcio do milho com a braquiária é possível graças ao diferencial de tempo e espaço no acúmulo de biomassa entre as espécies. A associação entre o sistema plantio direto e o consórcio entre culturas anuais e pastagens é uma das opções que apresenta maiores benefícios, como maior reciclagem de nutrientes, acúmulo de palha na superfície, melhoria da parte física do solo, pela ação conjunta dos sistemas radiculares e pela incorporação e acúmulo de matéria orgânica, além de ser mais sustentável em relação ao cultivo convencional.
 
Para que serve o Zarc
O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.
O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).
 
Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.
 
 
Aplicativo Plantio Certo
 
Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de Aplicativos:  iOS Android ( MINISTÉRIO DA AGRICULTURA )
milho com braquiaria - embrapa.jpg

- Foto: Embrapa 

PORTARIA INSTITUTI PROGRAMA ANACIONAL DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA DOENÇA DOS CITROS

 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta terça-feira (25), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 317 que institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle da praga Huanglongbing (HLB) - também conhecida como Greening - causada pela bactéria Candidatus Liberibacter spp.  

Essa é a principal doença dos citros e a maior ameaça à citricultura mundial, pois ataca todos os tipos de citros e não há cura para as plantas doentes.  No Brasil a praga está presente e sob controle oficial nos estados de Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.  

A nova regulamentação define os critérios para a manutenção do status fitossanitário das unidades da Federação sem ocorrência, incluindo a obrigatoriedade de se instituir um Plano de Contingência, visando a adoção de ações imediatas a serem adotadas no caso da ocorrência da praga.  

“Uma novidade nas ações de prevenção foi a instituição do monitoramento obrigatório do inseto vetor Diaphorina citri e dos viveiros de mudas de citros que deverão ser realizados em todas as áreas de risco de introdução do HLB, incluindo nos municípios de estados onde a praga já ocorre”, relata a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro. 

Também foram atualizados os procedimentos relativos à delimitação e controle da praga nos Estados onde ela já ocorre, visando evitar sua dispersão para as demais áreas indenes no país.  

O programa foi elaborado a partir da revisão da Instrução Normativa nº 53/2008, demandada ao Mapa por instituições de pesquisa, Órgãos Estaduais de Sanidade Vegetal e associações representativas da cadeia produtiva de citros, envolvidas nas ações de monitoramento e controle da doença. ( MINISTÉRIO DA AGRICULTURA )

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- Foto: iStock/Mapa 

FIESP LANÇA DESAFIO DE INOVAÇÃO PARA O SETOR DE PESCADO

 Com foco em promover a integração entre a pesquisa acadêmica e o setor produtivo, o Departamento do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Departamento da Micro, Pequena, Média Indústria e Acelera Fiesp lançarão no dia 08/06 um encontro, o Ideathon Virtual - Desafio de Inovação do Pescado. O evento visa incentivar empreendedores a desenvolverem negócios de forma inovadora, com técnicas de ideação, modelagem de negócios e oficinas de pitch, focados no desenvolvimento de soluções para sete desafios definidos na cadeia produtiva da pesca e da aquicultura.

O desafio abrangerá temas como novos modelos de negócios para comercialização do pescado, rastreabilidade, tecnologias de conservação, armazenamento, entre outros. Para Sérgio Tutui, Diretor do Departamento de Agronegócio da Fiesp e pesquisador do Instituto de pesca (IP-APTA-SAA), a ação pretende consolidar um ambiente estruturado que facilite o setor produtivo e as organizações de pesquisa nas interações, aumentando a penetração do conhecimento científico no dia a dia de todos.

A iniciativa nasceu após o Design Sprint com tema “O Consumo de Pescado no Novo Normal”, realizado com o apoio da Conexão.f, a incubadora de conhecimento da Fundepag*, tendo em vista a definição de temas críticos a serem trabalhados com foco na inovação. ( INSTITUTO DE PESCA ) Saiba mais: http://fundepag.br/desafiopescado

ideathon

terça-feira, 25 de maio de 2021

LEITE; SECA E CUSTOS DE PRODUÇÃO EM ALTA IMPULSIONA PREÇOS NO CAMPO, DIZ CEPEA

 Pesquisas ainda em andamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontam para um cenário de oferta limitada de leite no campo devido ao clima seco e à elevação dos custos de produção. Assim, a expectativa é de que o movimento de valorização ganhe força já no pagamento de maio-que se refere à captação de abril, de modo que, na Média Brasil, os preços devam ultrapassar o patamar de R$ 2 por litro.

Como esperado, o menor volume de chuvas nesta época do ano diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, afetando negativamente a alimentação volumosa do rebanho e a produção de leite. Com a oferta reduzida, observa-se a elevação sazonal dos preços no campo entre março e agosto. Contudo, de acordo com o centro de pesquisa, neste ano, a seca tem sido mais intensa, atingindo com gravidade importantes bacias leiteiras do Centro-Oeste, Sudeste e Sul .

“Além das pastagens, a falta de chuvas tem diminuído também a produtividade das lavouras de milho e a qualidade da silagem de produtores de leite. Para agravar a situação, os custos de produção vêm registrando altas consecutivas. Insumos importantes para a produção de volumoso, como adubos e fertilizantes, são importados, e a desvalorização cambial tem elevado as cotações desses produtos”, afirmou a analista de mercado Natália Grigol, em boletim mensal do Cepea.

Ao mesmo tempo, os custos com concentrado continuam elevados, refletindo a menor disponibilidade de grãos no mercado interno.( CANAL RURAL )

Leite

PEIXE "BR" SOLICITA AO GOVERNO ISENÇÃO DE IMPOSTOS SOBRE RAÇÃO

 A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) solicitou ao governo federal a isenção de PIS/Confins que incidem sobre o preço da ração utilizada na atividade. Em nota, a entidade pediu que a medida seja acatada imediatamente, por meio de decreto federal.

“O mercado é soberano e o aumento dos preços da soja e do milho decorrem de uma série de fatores. Porém, a piscicultura precisa de ajuda para superar este momento. O governo federal tem se mostrado sensível em relação a outros tributos, como dos combustíveis. Esperamos que também tenha sensibilidade em relação à ração para peixes de cultivo e, assim, ajudar os piscicultores a enfrentarem esse momento de nossa economia”, diz, em comunicado, a entidade.

A nota apresenta dados do Cepea, que mostram alta de 75% nos preços da soja e milho em um ano. No mesmo período, os preços dos peixes de cultivo – puxados pela tilápia – mantêm-se praticamente estáveis, segundo a entidade.

A Peixe BR diz, ainda, que outros setores de proteína animal, como aves e suínos já contam o benefício da isenção fiscal e ressalta que a piscicultura está em desvantagem. “Esperamos o espera que o bom senso das autoridades em benefício de mais de 230 mil produtores de peixe espalhados pelo país que geram renda, emprego e alimentos saudáveis para os brasileiros”, afirma a entidade.( CANAL RURAL ) 

peixe, tilápia

SOJA: EM DI DE VENDS FRACAS, SACA SOBE NO PARANÁ E RECUA NO RIO GRANDE DO SUL

 O mercado brasileiro de soja iniciou a semana bem travado. O dia foi praticamente sem ofertas, com preços oscilando regionalmente. A queda do dólar e de Chicago afastaram os negociadores.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 172 para R$ 171. Na região das Missões, a cotação baixou de R$ 171 para R$ 170. No porto de Rio Grande, o preço caiu de R$ 174 para R$ 172.

Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 169 para R$ 171 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 173,50 para R$ 175.

Em Rondonópolis (MT), a saca recuou de R$ 167 para R$ 165,50. Em Dourados (MS), a cotação baixou de R$ 161,50 para R$ 101,50. Em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 168 para R$ 165. ( CANAL RURAL ) 

soja colheita sojo

CAFÉ: INDICADOR CEPEA FICA PRATICAMENTE ESTÁVEL

 O indicador do café arábica do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Minas Gerais, São Paulo e Paraná, teve um dia de preços praticamente estáveis. A cotação variou 0,03% em relação ao dia anterior e passou de R$ 825,55 para R$ 825,79 por saca. Desta forma, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 36,11%. Em 12 meses, os preços alcançaram 45,09% de valorização.

Em Nova York, por outro lado, os contratos futuros do café arábica recuaram ainda mais que no encerramento da semana passada e perderam o patamar de US$ 1,50 por libra-peso. O vencimento para julho seguiu apresentando volatilidade elevada e fechou em baixa de 0,73%, cotado a US$ 1,49 por libra-peso. ( CANAL RURAL )

Café

MILHO; OFERTA SEGUE MELHORANDO E PREÇOS RECUAM

 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o mercado brasileiro de milho voltou a apresentar uma melhora na oferta. Dessa forma, os preços recuaram novamente tanto no físico como no futuro. Em Cascavel (PR), a cotação passou de R$ 95/97 para R$ 93/95, e em Campinas (SP), foi de R$ 102/103 para R$ 98/100 por saca.

Na terceira semana de maio, as exportações de milho somaram 12,6 mil toneladas e representaram um forte avanço em relação às outras duas semanas do mês. Dessa forma, a média diária passou de 118,6 para 839,9 toneladas. Na comparação anual, porém, houve um recuo de 32,6% em relação ao volume embarcado no mesmo mês de 2020. ( CANAL RURAL ) 

Colheita de milho para ração. preço do milho

BOI: ARROBA SOBE NOVAMENTE EM SP

 Após o aumento da oferta durante a safra, o mercado físico de boi gordo aos poucos vai observando o volume ofertado se reduzir, de acordo com a consultoria Safras & Mercado. Em São Paulo, a cotação passou de R$ 308 para R$ 309 por arroba.

Segundo o analista Fernando Iglesias, o início da entressafra deve enfrentar um cenário complicado para a compra de animais terminados, pois houve redução do primeiro giro de confinamento em virtude da alta dos custos.

De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), após algumas semanas mostrando desaceleração, as exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada voltaram a acelerar. Até a terceira semana de maio, os embarques chegaram a 88,79 mil toneladas e a média diária avançou de 5,52 para 5,92 mil toneladas. ( CANAL RURAL )

nelore arroba do boi gordo

 

INSTITUTO DE ZOOTECNIA REALIZA PESQUISA DE MILHO CONSORCIADO COM PLANTAS FORRAGEIRAS

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo realiza, por meio do Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), pesquisas com sistemas integrados envolvendo a produção de milho. A pesquisadora do IZ, Karina Batista, explica que nos sistemas integrados de produção agropecuária, o milho consorciado com plantas forrageiras tem sido utilizado para recuperação de áreas degradadas, produção de grãos e silagem para alimentação animal, por propiciar ganhos econômico e ambiental.

Em se tratando dos ganhos econômicos, ao se utilizar a cultura do milho, aspectos que estavam sendo esquecidos como a correção da acidez e a reposição de nutrientes ao solo, bem como o melhor escoamento da água, começam a ser adequados e, dessa forma, a área é corrigida e os custos dessa correção é dissipado com a produção dos grãos. Já em relação aos ganhos ambientais, é possível citar melhorias na qualidade do solo e da água e maior aproveitamento no uso do solo e como consequência redução na emissão de gases de efeito estufa

Nessa prática, apenas as linhas do milho têm sido adubadas, pois as recomendações do nitrogênio não consideram as possíveis variações provenientes do cultivo consorciado. “Entretanto, a produção de grãos, forragem e palha e o manejo do nitrogênio estão entre as principais dificuldades encontradas pelos agricultores”, ressalta Karina.

Por esta razão, Karina enfatiza que melhorar as recomendações de nitrogênio em cultivo consorciado é fundamental para aumentar a produção do milho e a qualidade das plantas forrageiras, “sem que ocorram perdas de nitrogênio para o meio ambiente”. ( INSTITUTO DE ZOOTECNIA )

Foto area do experimento - Crédito da foto: Karina Batista/IZ

Foto area do experimento - Crédito da foto: Karina Batista/IZ

TERMINA DIA 31 A PRAZO DE VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA

TERMINA NO PRÓXIMO DIA 31, SEGUNDA FEIRA  O PRAZO PARA VAINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA EM BOVINOS E BUBALINOS DE TODAS AS IDADES E A DECLARAÇÃO DEVERÁ SER EFETUADA AÉ O DIA 07 DE JUNHO DE TODOS ANIMAIS VACINADOS E DOS DEMAIS SEMOVENTES DA PROPRIEDADE.

 A DECLARÇÃO DEVE SER REALIZADA ATÉ O DIA 07 DE JUNHO, LEMBRANDO QUE NÃO HAVERÁ PRORROGAÇÃO DE PRAZOS PARA AMBAS AS ATIVIDADES; NO CASO DO PROPRIETÁRIO DEIXAR DE VACINAÇÃO SERÁ AUTUADO COM 5 UFESP ( R$145,45 ) POR ANIMAL NÃO VACINADO E SE NÃO EFETUAR A DECLARAÇÃO TERÁ UMA MULTA DE 3 UFESP ( R$ 29,09 ) POR ANIMAL .

 DENTRO DE UMA ESTIMATIVA CALCULA-SE QUE NESTA ETAPA DE VACINAÇÃO DEVERÃO SER VACINADOS EM TORNO DE 170 MILHÕES DE ANIMAIS. A DECLARAÇÃO DEVE SER FEITA ON-LINE: www.gedave.sp.gov.br 

EXPORTAÇÃO DE OVO CRESCEM 81,5% EM 2021, DIZ ABPA

  As   vendas de ovos   para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil to...