quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

PREÇOS MÉDIOS DIÁRIOS RECEBIDOS PELOS PRODUTORES NO ESTADO DE SÃO PAULO

 

ProdutoEDRDataPreço (R$)Unidade
Amendoim em cascaTupã01/12/202182,50sc.25 kg
BatataItapetininga01/12/202160,00sc.50 kg
Bezerra nelore 12 mesesAraçatuba01/12/20212.600,00
Bezerra nelore 8 mesesAraçatuba01/12/20212.300,00
Bezerro nelore 12 mesesAraçatuba01/12/20213.000,00
Bezerro nelore 8 mesesAraçatuba01/12/20212.800,00
Boi gordoAraçatuba01/12/2021320,00@
Boi magro neloreAraçatuba01/12/20214.000,00
Café cereja descascadoFranca01/12/20211.420,00sc.60 kg
Garrote neloreAraçatuba01/12/20213.500,00
Laranja para industriaAraraquara01/12/202130,00cx.40,8 kg
Laranja para industriaMogi Mirim01/12/202121,50cx.40,8 kg
Laranja para mesaAraraquara01/12/202143,50cx.40,8 kg
Laranja para mesaMogi Mirim01/12/202131,50cx.40,8 kgLaranja Pera
Novilha neloreAraçatuba01/12/2021310,00@
Suino tipo carneEstado de S Paulo01/12/2021147,5015 kg
Vaca gordaAraçatuba01/12/2021290,0015 kg
Vaca magraAraçatuba01/12/20212.500,00(INSTITUTO DE ECONOMIA AGRÍCOLA - SAA - SP )

IAC LANÇA SEIS CULTIVARES DE EIJÃO E QUTRO DE MANDIOCA

 O Instituto Agronômico (IAC) lançou dez cultivares — seis de feijão e quatro de mandioca nesta terça, 30 de novembro de 2021, na Sede do IAC, em Campinas. Os grãos são destinados aos mercados interno e externo e uma das cultivares, a IAC 2154, é inédita no Brasil. As raízes se destacam pela excelente qualidade e produtividade. Uma delas, a IAC 6-01, tem o maior teor de betacaroteno do mercado, equivalente a 800 UI de vitamina A — em média as cultivares têm, no máximo, 240 UI de vitamina A. Os lançamentos foram feitos durante a comemoração dos 130 anos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, com a presença do vice-governador Rodrigo Garcia, e do secretário Itamar Borges.

As novas cultivares de feijão são duas de tegumento branco, três de coloração vermelha e uma de tegumento rajado arredondado. Inédita no Brasil, O Programa de Melhoramento de Mandioca do Instituto Agronômico (IAC) lança duas cultivares de mandioca de mesa: a IAC 6-01 e a IAC 28-00. O objetivo das pesquisas realizadas durante 20 anos é disponibilizar ao mercado mandiocas com alta produtividade e baixo tempo de cozimento das raízes tuberosas, além de resistência à bacteriose, principal doença da cultura, e adaptadas ao sistema de produção. (IAC -  SAA-SP )

Prazo de vacinação contra aftosa é prorrogado em 14 estados

 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou a prorrogação da segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa deste ano em 14 estados.

A medida atende a pedido de entidades representativas dos produtores e apoiada pelo Serviço Veterinário Estadual (SVE). A ampliação do prazo ocorre em função da necessidade de remanejamento de doses de vacinas para algumas regiões.

Nesta etapa, são vacinados bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, segundo o Mapa, devem ser imunizados cerca de 78 milhões de animais.

Para os pecuaristas de Tocantins e Mato Grosso, a prorrogação vale até 10 de dezembro. Em Goiás, a data-limite vai até 11 de dezembro, e em Alagoas e Amapá, até o dia 15. Para os estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a ampliação vai até 20 de dezembro.

 O Ceará tem prazo até o dia 24 deste mês; Bahia e Pará devem concluir a imunização até o dia 30. Já os produtores do Maranhão, do Piauí e de São Paulo terão até dia 31 de dezembro para realizar a vacinação.

“O Mapa, com apoio do Sindan, tem monitorado diariamente a situação da produção e distribuição de vacinas contra a febre aftosa nas unidades Federativas.

 Reforçamos que há vacina suficiente para toda a população alvo desta etapa de novembro de 2021”, destaca o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes. (  AGROEMDIA ) 

COMISSÃO DA CÂMARA APROVA PROJETO QUE CRIA POLÍTICA DE MOBILIDADE RURAL

 A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (1º), o Projeto de Lei 1146/21. De autoria do deputado Christino Áureo (PP-RJ), membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a proposta cria a Política de Mobilidade Rural para facilitar o escoamento da produção agropecuária no país.

Segundo o parlamentar, as estradas vicinais (sem asfalto) têm papel estratégico no desenvolvimento da economia rural e na mobilidade dos moradores de pequenas cidades brasileiras, mas nem sempre recebem atenção do poder público. “Estamos articulando e deixando como legado algo importante, que é fazer a reciclagem adequada do recurso público. Estrada rural é algo muito sério para continuar invisível neste país.

O projeto prevê algumas regras para a política de estímulo às estradas vicinais, tais como respeitar o traçado das vias existentes, que deverão ter largura aproximada de seis metros e redutores de velocidade. A implantação e a recuperação das vias deverão priorizar materiais naturais e resíduos de construção existentes no local, garantindo economia e preservação ambiental.

“De alguma forma, as estradas vicinais esquecidas são problemas que se tornam invisíveis para a maior parte daqueles que abordam agricultura brasileira sem fazer distinção de porte, mas afeta de forma dramática a agricultura familiar, trabalhadores rurais e aqueles que vivem na roça,” diz Christino Áureo.

De acordo com o texto, a execução poderá ocorrer por meio de convênios firmados entre a União, os estados e o Distrito Federal, municípios e consórcios intermunicipais, segundo critérios a serem definidos em regulamento.

O projeto também cria o conselho consultivo das Estradas da Produção Brasileira, que terá representantes dos governos federais, estaduais e municipais, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). ( AGROEMDIA )


APRODOJA BRASIL REPROVA DECISÃO DO GOVERNO DE MANTER MISTURA DE BIODIESEL EM 10%

 A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) divulgou nota, nesta quarta-feira (1º), criticando a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de manter a mistura mínima de biodiesel em 10% (B10) para todo o ano de 2022.

A redução da demanda por óleo de soja pode prejudicar o setor e afetar negativamente os preços. O setor espera que a decisão seja revertida o mais rapidamente possível, retomando-se o B13 e a progressividade até o B15, conforme previsto na Resolução CNPE 16/2018, dando a previsibilidade que todo setor necessita”, diz a Aprosoja.

“A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) entendeu e até cumprimentou a posição do governo federal que, em função do cenário de oferta da soja durante a pandemia, no final do ano passado, decidiu pela redução da mistura de biodiesel, por determinados períodos, como forma de procurar minimizar um possível impacto no custo e na oferta.

Acontece que o momento é totalmente diverso, com estoques de passagem elevado, previsão de safra recorde, sem previsão de pressão na cotação. Neste caso, a Associação considera que a decisão de manter a mistura mínima de biodiesel em 10% (B10) para todo o ano de 2022, tomada durante reunião nesta segunda-feira (29/11), pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), está descontextualizada da atual situação de oferta da principal matéria-prima.

A redução da demanda por óleo de soja pode, sim, prejudicar o setor e afetar negativamente os preços. O setor espera que a decisão seja revertida o mais rapidamente possível, retomando-se imediatamente o B13 e a progressividade até o B15, conforme o que está previsto na Resolução CNPE 16/2018, dando a previsibilidade que todo setor necessita. ( AGROEMDIA )

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

HÁBITOS FELINOS -

 

4 - Odores fortes como de alguns produtos de limpeza, sabão em pó e perfumes podem levar o gato a intensas crises respiratórias.

5 - Ficar no colo na posição sentado, com o dorso voltado para baixo, esta postura retira o animal da posição de defesa e equilíbrio em caso de queda.

6 - Escovação dos pêlos com rasqueadeiras, pois elas são muito duras. O animal sente dor e pode ocasionar lesão na derme retirando toda a oleosidade de proteção da pelagem. A indicação adequada seria pente fino semanalmente. - Dra. Rachel Borges Ribeiro

Conheça a gripe felina

NOVEMBRO: EMBARQUES DE SOJA CRESCEM196% EM COMPARAÇÃO A MESMO MÊS DE 2020

 As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 2.286 milhões de toneladas em novembro, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O número é 196% maior que o registrado em igual período do ano passado, quando os embarques somaram 770,3 mil toneladas. Já em outubro deste ano, foram 2,985 milhões de toneladas enviadas para fora do país.

No acumulado do ano, a Associação projeta embarques de até 84,241 milhões até o final de novembro. 

Para o farelo de soja, a previsão é de exportação de 1.246 milhão de toneladas em novembro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1.317 milhão de toneladas. Em outubro, volume ficou em 1.337 milhão de toneladas.

No acumulado do ano, os primeiros onze meses devem fechar com 15,338 milhões de toneladas embarcadas. ( CANAL RURAL ) 

soja, porto, grãos, novembro

SOJA TEM DIA DE QUEDA GENERALIZADA DE PREÇOS. VEJA COTAÇÃO

 A terça foi de queda generalizada para os preços da soja nas principais praças do país, acompanhando a forte queda dos futuros em Chicago. Poucos negócios foram registrados, mesmo com a alta do dólar.

– Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos baixou de R$ 167,00 para R$ 166,00 

– Região das Missões: a cotação recuou de R$ 167,50 para R$ 166,50

– Porto de Rio Grande: o preço caiu de R$ 170,50 para R$ 168,50 a saca

– Cascavel (PR): o preço passou de R$ 162,50 para R$ 162,00

– Porto de Paranaguá (PR): a saca passou de R$ 169,00 para R$ 167,00

– Rondonópolis (MT): a saca baixou de R$ 151,00 para R$ 149,00

– Dourados (MS): a cotação caiu de R$ 156,00 para R$ 154,50

– Rio Verde (GO): a saca caiu de R$ 151,00 para R$ 150,00 ( CANAL RURAL 

soja

BOI GORDO TEM NOVA ESCALADA NOS PREÇOS E TENDÊNCIA APONTA PARA NOVAS ALTAS

 O mercado físico de boi gordo registrou preços mais altos nesta terça-feira (30). Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, novamente houve registro de negócios realizados com preços acima das referências médias. 

 “A tendência ainda é de alguma alta dos preços no curto prazo, em linha com o ótimo potencial de consumo no decorrer do último bimestre, período pautado pelo ápice da demanda de carne bovina em escala nacional”, assinalou.

A oferta de animais terminados, prontos para o abate, segue restrita e é a grande variável de sustentação dos preços das boiadas neste momento. “Os frigoríficos tentam cadenciar as compras, evitando movimentos de alta ainda mais agressivos. 

O foco de momento é o atendimento da demanda doméstica no último bimestre, com pedidos do varejo acontecendo até o final da primeira quinzena de dezembro. Após esse período, o mercado tende a fluir de maneira mais lenta”, completou Iglesias.

Em relação à China, o mercado segue em compasso de espera, sem novidades acerca de novas certificações para a carne bovina brasileira.

Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 324 na modalidade à prazo, ante R$ 322 na segunda-feira.

 Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 320, contra R$ 317. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 318, contra R$ 315.

Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 307, ante R$ 306. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 330 por arroba, contra R$ 327. ( CANAL RURAL ) 

boi gordo

TEMPO ÚMIDO FAVORECE REDUÇÃO DO CALOR EM REGIÕES DO BRASIL

 O início de dezembro será marcado pelo aumento das chuvas em uma faixa que vai do Sudeste até a região Norte. O maior volume de águas também é esperado para o interior do Nordeste.

Por outro lado, a chuva deve ser menor no interior de São Paulo, Mato Grosso do Sul e região Sul. Nessas áreas, a expectativa é de precipitações abaixo da média para dezembro, segundo a previsão do tempo.

No Rio de Janeiro, Minas Gerais, Nordeste e grande parte do Norte, o volume de águas será maior no último mês do ano.

A meteorologia ainda ressalta, que devido ao maior volume de chuvas, algumas áreas centrais e o Norte do Brasil não terão um calor tão forte neste ano.

Pelos próximos sete dias, as precipitações ficam concentradas na Bahia, Mato Grosso, Goiás e áreas do Norte. No Sudeste, o volume de águas só deve aumentar a partir do dia 7 de dezembro. ( CANAL RURAL ) 

previsão-do-tempo


CANCELADO DEBATE COM MINISTRA DA AGRICULTURA SOBRE CAFÉ TORRADO

 A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados cancelou a audiência que realizaria nesta quarta-feira (1º) com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que vai prestar esclarecimentos sobre a intenção do governo de estabelecer o Regulamento Técnico do Café Torrado.

Em julho, foi publicada no Diário Oficial portaria que submeteu a consulta pública, por 115 dias, a proposta de regulamento para esse tipo de café. O prazo de discussão encerrou-se em 14 de novembro.

Segundo a minuta do governo, é considerado café torrado aquele que foi submetido a tratamento térmico adequado até atingir o ponto de torra desejado, podendo se apresentar em grãos ou moído.

A proposta também define o padrão oficial de classificação para o café torrado (grupos e tipo), com seus requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação e a marcação ou rotulagem do produto. A comissão não marcou nova data para discutir o assunto. ( CANAL RURAL ) 

café torrado

PRORROGADO VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA VAI ATÉ 31 DE DEZEMBRO

 Atenta às demandas que surgiram em diversas regiões do Estado, a respeito de dificuldades na aquisição de doses de vacina pelos produtores rurais, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, submeteu este pleito do setor ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de forma que a etapa de novembro de 2021 da campanha de vacinação contra febre aftosa será prorrogada até 31 de dezembro de 2021, ficando estendido também, até 07 de janeiro de 2022, o prazo para que se efetue a declaração de vacinação.

Da mesma forma, os períodos para 

vacinação de bezerras contra brucelose e 

sua declaração ficarão igualmente 

prorrogados, a fim de que fiquem 

alinhados os calendários de ambas as 

campanhas.

A febre aftosa tem grande importância 

social e econômica, e seu impacto está 

diretamente ligado ao negócio de 

produtores, empresários e famílias rurais. 

A doença causa grandes perdas 

econômicas, com a redução de 

produtividade dos rebanhos, além de 

afetar enormemente o comércio interno e, 

principalmente, as exportações.

Mais uma vez, Secretaria de Agricultura e 

Abastecimento e Coordenadoria de Defesa 

Agropecuária demonstram estar sempre 

abertas a ouvir os pleitos do setor e 

dedicadas à manutenção e constante 

fortalecimento do Agro de São Paulo. ( COORDENADORIA DE DEFESA GROPECUÁRIA - SAA - SP )

PRORROGADO! VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA VAI ATÉ 31 DE DEZEMBRO.


CULTIVARES DE MANDIOCA SÃO APRESENTADAS EM EVENTO NO RN

 A Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), localizada no município de Macaíba (RN), promovem na manhã desta quinta (1º) o Dia de Campo da Mandioca.

Serão apresentadas cultivares de 

mandioca de mesa biofortificadas e para 

indústria. Produtores e técnicos irão valiar 

as cultivares quanto aos aspectos 

relacionados a colheita, produção, 

tamanho, amido e cozimento.


Estão no comando das atividades o 

pesquisador Jaeveson da Silva, que atua 

no campo avançado da Unidade no 

extremo nordeste, e o professor Flavio 

Pereira (UFRN).


O evento também conta com a parceria do 

Banco do Nordeste. ( AGROEMDIA)

 -

PREÇO DO LEITE PAGO AO PRODUTOR EM NOVEMBRO CAI 6,2%, DIZ CEPEA

 A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”. Esses dados indicam que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5%. No ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP)), em 2021, são necessários 43 litros para a mesma compra. Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado.]

Outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

“Dessa forma, a desvalorização do leite no campo se mostra fortemente atrelada à crescente perda no poder de compra do consumidor, que tem desacelerado consistentemente as vendas de lácteos desde meados de agosto. Com demanda enfraquecida e pressão dos canais de distribuição, os estoques se elevaram, forçando vas indústrias a reduzirem os preços dos lácteos durante outubro”, enfatiza o Cepea.  ( AGROEMDIA )

Foto: Alcides Okubo Filho/Embrapa

NOVO PREÇO MÍNIMO DA UVA INDUSTRIAL É DE R$ 1,31 POR QUILO

 A partir de 1º de janeiro do próximo ano, o preço mínimo da uva industrial será de R$ 1,31/kg para safra 2021/2022, alta de 19% sobre o atual (R$ 1,10/kg). O novo valor vale para os estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, para a uva destinada à fabricação de suco, vinho e outros derivados (com 15° glucométricos).

O reajuste vai vigorar até 31 de dezembro de 2022, conforme a Portaria Nº 345, publicada nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União. A resolução foi aprovada na última quinta-feira (25) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O novo valor leva em conta os custos variáveis de produção das lavouras, além de considerar outros indicadores de mercado.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elabora um estudo e os itens que mais impactaram a formação do preço foram mão de obra (34,58%) e defensivos agrícolas (24,68%).

A safra 2020/2021 de uva no Brasil foi de 1,69 milhão de toneladas. O Rio Grande do Sul concentra 56% da produção nacional, seguido de Pernambuco (23%). Quando se trata de uvas para fins industriais, estima-se que a participação do RS ultrapasse os 90%.

A uva faz parte dos produtos apoiada pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), que assegura apoio aos produtores, como mecanismo de garantia de parte da receita do produtor, sobretudo em caso de crise de preços que comprometa a viabilidade econômica da atividade. ( AGROEMDIA )

EXPORTAÇÃO DE OVO CRESCEM 81,5% EM 2021, DIZ ABPA

  As   vendas de ovos   para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil to...