quinta-feira, 3 de junho de 2021

CAFEICULTORES DE SP APOSTAM NA DIVERCIFICAÇÃO COM FOCO NA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

Cafeicultores do Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, estão apostando na produção de café arábica. Esta iniciativa conta com o apoio da prefeitura de Barra do Turvo e do sindicato rural local. A expectativa é de que na próxima safra sejam colhidas 40 sacas por hectare.

Com 75 famílias participantes, o projeto incentiva a produção de café arábica juntamente com técnicas de preservação ambiental, em especial do solo. “Um dos principais pontos é a conservação do solo, porque a maioria das plantações é no modo orgânico, com plantio direto. É uma forma de combater a erosão”, diz Carla Campanha, presidente do sindicato rural de Barra do Turvo.

Cafeicultores de SP apostam na diversificação com foco na preservação ambiental

PREÇO DO SUINO NO MERCADO INDEPENDENTE SOBE EM MG; SÃO PAULO FICA SEM ACORDO

 O mercado da suinocultura independente que costuma ser mais movimentado às quintas-feiras, quando são realizadas as principais bolsas de suínos, nesta semana ficou dividido devido ao feriado de Corpus Christi. Nesta quarta-feira (2), Minas Gerais e São Paulo realizaram a negociação, havendo alta no preço para o mercado mineiro e falta de consenso entre suinocultores e frigoríficos no paulista. 

Na última quinta-feira (27), o preço do animal vivo subiu em São Paulo, chegando a R$ 5,60/kg, reajuste considerado como "conservador" pelo presidente da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), Valdomiro Ferreira.( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS ) 

Granja de suínos

QUEDA NA PROCURA PELO FEIJÃO DEVE BAIXAR PREÇOS, APONTA CONAB

 De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os produtores de feijão não estão dispostos a negociar os grãos devido ao cenário de valores no mercado.

Os preços do feijão estão recuando, diante da baixa procura dos consumidores e as vendas ficaram bem abaixo do esperado, pois há pouca demanda de compradores, que continuam em busca por produtos mais comerciais, cotados entre R$ 260 e R$ 280 a saca.

A Conab ainda aponta para a próxima semana, que mesmo com a baixa oferta do produto e os preços elevados, somados aos efeitos da baixa procura e o avanço da colheita da segunda safra de feijão, as cotações podem diminuir em breve.

No estado do Paraná, aproximadamente 45% da área cultivada foi colhida, e apenas 35% da produção comercializada pelos produtores. No mês de maio, as chuvas intensas e baixas temperaturas na região, prejudicaram o potencial produtivo das plantas e a qualidade do produto. Boa parte do feijão teve que passar por secadores, já que os grãos apontavam elevado teor de umidade, o que diminuiu a qualidade e os preços.

Na região Centro-Sul do país, a 2ª safra também encontra-se em plena colheita, devendo atingir o pico ainda neste mês de junho. No mercado atacadista de São Paulo, os preços apresentaram uma expressiva desvalorização. O produto de melhor qualidade passou, em média, de R$ 329,50 para R$ 305, ou menos R$ 24,50 por saca (feijão comum preto). A maior parte dos empacotadores continua se abastecendo diretamente das fontes de produção, onde a colheita ultrapassa metade da área prevista para esta temporada. ( CANAL RURAL ) 

feijão

CAFÉ: INDICADOR CEPEA RECUA COM DÓLAR E NOVA YORK

 O indicador do café arábica do Cepea teve um dia de baixa dos preços seguindo o câmbio e a variação em Nova York. A cotação variou -0,17% em relação ao dia anterior e passou de R$ 884,1 para R$ 882,64 por saca. Apesar disso, no acumulado do ano, o indicador valorizou 45,48%. Em 12 meses, os preços alcançaram 75,72% de alta.

Em Nova York, a volatilidade nas negociações do café arábica segue bastante elevada. Mais uma vez, os preços avançaram no início do pregão e chegaram até mesmo a alcançar a marca de US$ 1,65 por libra-peso, porém, perderam força ao longo do dia e fecharam praticamente estáveis. O vencimento para julho subiu 0,06% e passou de US$ 1,6105 para US$ 1,6115 por libra-peso. ( CANAL RURAL ) 

café, lavoura

SOJA: QUEDA DO DOLAR IMPACTA COTAÇÕES NO BRASIL

 O indicador da soja do Cepea para o porto de Paranaguá (PR) teve um dia de baixa dos preços sentindo o impacto da queda do dólar. A cotação variou -0,68% em relação ao dia anterior e passou de R$ 173,99 para R$ 172,8 por saca. Ainda assim, no acumulado do ano, o indicador valorizou 12,28%. Em 12 meses, os preços alcançaram 60,71% de alta.

Em Chicago, a previsão de clima seco em regiões produtoras importantes dos Estados Unidos favoreceu as cotações dos contratos futuros da soja. O vencimento para julho subiu pelo segundo dia consecutivo e passou de US$ 15,484 para US$ 15,624 por bushel, ou seja, uma alta de 0,90% na comparação com o dia anterior. ( CANAL RURAL )

grãos soja abiove

MILHO: BOAS CONDIÇÕES DAS LAVOURAS TRAZ AJUSTE EM CHICAGO

 As boas condições das lavouras de milho nos Estados Unidos, que vieram melhores que o esperado no relatório do Departamento de Agricultura do país (USDA), trouxeram um ajuste para os preços em Chicago. Dessa maneira, as cotações dos contratos futuros do milho recuaram 1,98% na posição julho, que passou de US$ 6,886 para US$ 6,75 por bushel.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, no Brasil, o dia foi marcado por grande lentidão dos negócios em virtude do feriado. Em Cascavel (PR), a saca passou de R$ 94/96 para R$ 94/97, e em Campinas (SP), foi de R$ 99/103 para R$ 100/103. ( CANAL RURAL ) 

sementes milho embrapa

BOI: INDICADOR CEPEA AVOLTA A FICAR ABAIXO DE R$ 310 POR ARROBA

 O indicador do boi gordo do Cepea, calculado com base nos preços praticados em São Paulo, teve um dia de preços mais baixos. A cotação variou -1,63% em relação ao dia anterior e passou de R$ 313 para R$ 307,9 por arroba. Foi o terceiro dia consecutivo de recuos do indicador, porém, as consultorias especializadas seguem registrando preços firmes. Portanto, as quedas mostradas pelo Cepea tendem a ser passageiras e podem simplesmente ter refletido algumas condições de mercado específicas para esses dias.

Na B3, os contratos futuros do boi gordo mostraram comportamento parecido com o indicador do Cepea e recuaram em toda a curva. O vencimento para junho passou de R$ 323,60 para R$ 321,55 e o para outubro foi de R$ 339,55 para R$ 336,55 por arroba. (CANAL RURAL )

gado a pasto pecuária intensiva

MILHO SAFRINHA SOFRE COM PERÍODO DE SECA

 O milho safrinha está sofrendo os efeitos do longo período de déficit hídrico, de janeiro a maio de 2021, nos principais estados produtores brasileiros: São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Nas regiões produtoras paulistas, concentradas nos municípios de Assis, Pedrinhas Paulista, Votuporanga, Guaíra e Capão Bonito, nesse período e em alguns desses locais, choveu 1/3 do esperado. Em Votuporanga, por exemplo, eram esperados cerca de 640 mm e foram registrados apenas 280 mm nos primeiros cinco meses deste ano, conforme os registros do Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Essa condição impacta a oferta e os preços, levando apreensão ao mercado.

De acordo com Angelica Prela Pantano, pesquisadora do IAC, as lavouras implantadas mais cedo já têm nítido comprometimento do potencial produtivo, sendo possível observar o baixo desenvolvimento vegetativo no campo. “As mais tardias, que poderiam se beneficiar das chuvas vindouras, esperadas no final de maio, também já começam a sentir, pois a chuva aguardada não veio em volume suficiente para suprir as necessidades da cultura em algumas regiões de cultivo”, diz a pesquisadora. 

Em São Paulo, a maioria das lavouras foi semeada a partir de meados de fevereiro até a segunda quinzena de março de 2021. No momento do plantio, a umidade do solo era adequada. Mas, no início de abril as chuvas já foram mais escassas e a deficiência hídrica acentuou ainda mais em maio, quando houve muitos dias sem chuvas. Em Assis e Pedrinhas Paulista, por exemplo, praticamente não choveu em abril. “Decorridos 60 a 90 dias, a maioria das lavouras está no estádio de florescimento e enchimento de grãos, que são fases críticas para o desenvolvimento de plantas e a definição da produtividade”, afirma o pesquisador do Instituto Agronômico (IAC), Aildson Pereira Duarte. ( INSTITUTO AGRONÔMICO ) 

milho

 


quarta-feira, 2 de junho de 2021

AMAZONAS A PRINCESA COBIÇADA PELO MUNDO - III -

 FORMAÇÃO GEOLÓGICA DA AMAZÔNIA

A maioria dos estudos realizados sobre a origem da Bacia Amazônica é unânime em afirmar que ela se formou a partir da deposição de detritos oriundos de formação geológicas circunvizinhas. Segundo estudos a deposição ou sedimentação já ocorria desde o período Paleozoico, há aproximadamente 450 milhões de anos, quando existia um mar cercado por duas grandes ilhas, datadas do período Arqueano ou Pré-cambriano-inferior, algo em torno de 2,2 bilhões de anos que dariam origem ao escudo cristalino das Guianas ao norte ao escudo cristalino brasileiro sul.

No início da era cenozoica, período terciário, cerca de 60 milhões de anos teve a formação do mar interior amazônico, com um canal entre duas ilhas Arqueanas, entulhando durante milhões de anos, com o material decomposto pela ação dos agentes erosivos nos terrenos andinos e escudos cristalinos Guiano e brasileiro.

Daí pra frente a bacia amazônica vai tomando forma coletando água e os sedimentos das terras mais altas, depositando nas terras mais baixas. A bacia amazônica é, portanto, uma bacia sedimentar, formadas pelos materiais depositado, sedimentos e entulhados, originando de forma geral o terreno onde está localizada a Amazônia uma bacia sedimentar, que se tornou a principal estrutura geológica a região.

Preservação da floresta amazônica apenas centrada no carbono é arriscada, alerta estudo da Embrapa (Foto: Embrapa-PA/Divulgação)

GRANIZO E TEMPORAIS PODEM ATINGIR ÁREAS PRODUTORAS DO SUDESTE

 De acordo com a meteorologia, a frente fria que se próxima do Espírito Santo pode provocar temporal, com ventania, raios e queda de granizo para zona da mata e sul do Espírito Santos, região produtora de café conilion.

As áreas de instabilidade ainda provocam chance de queda de granizo nesta quarta, 2, em partes do Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo, zona da mata e outras áreas, como oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná.

Para a maior parte do Brasil, o tempo segue com tempo firme, com a chuva prevista apenas para o Rio Grande do Sul, que deve chegar neste final de semana, devido a formação de uma nova frente fria.

A partir do dia 7 de junho, a chuva aumenta no Sul levando mais de 30 mm para áreas do Rio Grande do Sul e do Paraná. ( CANAL RURAL ) 

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PLANO SAFRA 2021/22 SERÁ MAIS VERDE, DIZ TEREZA CRISTINA

 O Plano Safra 2021/22, que terá vigência a partir de 1º de julho, será “mais verde”, segundo a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “Mesmo que não esteja totalmente atrelado a ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), terá algumas diferenciações a produtores que adotam boas práticas daqueles que não adotam”, disse a ministra durante o painel “Os 3 I’s da Agricultura: Inovação, Infraestrutura e Instrumentos Verdes”, no segundo dia do Fórum de Investimentos Brasil 2021 (BIF)

Segundo a ministra, o plano ainda não é totalmente “verde” a fim de alcançar produtores que precisam de auxílio para adoção de práticas sustentáveis. “Gostaríamos de fazer um Plano Safra ainda mais verde, mas é preciso fazer em escala para trazer todos produtores e chegar em patamar desejável”, pontuou a ministra.

O Plano Safra é a principal política de crédito pública para o setor agrícola e deve ser anunciado em meados de junho pelo ministério. Na avaliação de Tereza Cristina, um dos principais desafios da pasta é inserir os pequenos agricultores nas práticas de ESG e fornecer acesso à tecnologia.

“O pequeno produtor ainda precisa da mão do governo, ainda precisa de políticas públicas voltadas para ele. Esse produtor é uma das nossas principais preocupações”, salientou a ministra.

Segundo ela, o grande produtor já sabe do ganho de eficiência, produtividade e sustentabilidade do uso de tecnologias, mas o de pequeno porte necessita de políticas públicas para que essa tecnologia chegue até ele. “Isso exige políticas públicas para diminuirmos o intervalo entre grandes e pequenos produtores”, apontou a ministra. ( CANAL RURAL ) 

Tereza Cristina

RECOMPOSIÇÃO DO ORÇAMENTO DO PLANO SAFRA É APROVADO PELO CONGRESSO

 O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira, 1º, o projeto de lei 4 de 2021 (PLN 4), que abre crédito suplementar de R$ 19.758 bilhões para reforço na Lei Orçamentária deste ano. Isso significa, entre outras coisas, a recomposição de recursos destinados ao Plano Safra 2021/2022. Desse total, R$ 3,73 bilhões são usados para subvenção das taxas de juros do crédito rural.

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), afirma que é “importantíssima a aprovação do PLN 4, que não só recompõe os recursos necessários para o Plano Safra 21/22, como libera de forma imediata a contratação de crédito pelos agentes financeiros” relativos ao Plano Safra em vigor, que estavam suspensas. “Isso trará mais investimentos, emprego e renda para o cidadão brasileiro”, destaca.

O parlamentar citou ainda a importância do Plano Safra. “Nós sabemos que o agro é o maior setor da economia brasileira, mas sabemos, também, que tudo isso é possível porque temos programas fortes. Sem o Plano Safra, inviabilizaria a possibilidade de crédito e não seria possível produzir com segurança nesse país,” diz. ( CANAL RURAL )

ponte de vidro com moedas e planta nascendo no topo plano safra crédito rural custeio funrural esg crédiro rural, vbp subvenção

BRASIL PRECISA DE UMA POLÍTICA ESPECIAL PARA A PRODUÇÃO DE LEITE

 Os desafios enfrentados diariamente pelos produtores de leite no Brasil só poderão ser diminuídos com uma política pública voltada para o setor. Essa é a opinião do comentarista Benedito Rosa, que defende um modelo de negócio similar ao que ocorre em países que têm na cadeia leiteira um importante vetor da economia e de fornecimento de alimento básico para a população.

“É assim na Europa, nos EUA e, infelizmente, no Brasil não é assim. Estamos atravessando uma etapa muito difícil, com o custo de produção nas nuvens, margem dos produtores apertada ou negativa, o que acaba atrapalhando o investimento em inovações tecnológicas”, disse.

Segundo Benedito, o custo da ração é o grande problema do momento, já que o insumo representa, no mínimo, 40% do custo da produção. “Sem o preço do leite reagir, nos coloca em uma conjuntura ruim e de perspectiva pouco animadora”, finalizou.( CANAL RURAL ) 

Anitta critica produção de leite

CAFÉ: PREÇOS SEGUEM ESTÁVEIS NO BRASIL COM VOLATILIDADE EM NOVA YORK

 O mercado brasileiro de café teve um dia de preços praticamente estáveis, segundo a consultoria Safras & Mercado. A forte volatilidade em Nova York trouxe confusão para os negócios no Brasil. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação fechou o dia estável em R$ 850/860 por saca.

Em Nova York, como dito anteriormente, o dia foi marcado por forte volatilidade, com bons avanços no início do pregão e perda de força no final. O vencimento para julho recuou 0,80% e passou de US$ 1,6235 para US$ 1,6105 por libra-peso. Ou seja, apesar do recuo, as cotações seguem acima do patamar de US$ 1,60 por libra-peso.( CANAL RURAL )

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SOJA: COTAÇÕES SOBEM APESAR DA QUEDA DO DÓLAR

 O indicador da soja do Cepea para o porto de Paranaguá (PR) teve um dia de alta dos preços, apesar da queda do dólar em relação ao real. A cotação variou 0,6% em relação ao dia anterior e passou de R$ 172,96 para R$ 173,99 por saca. Dessa forma, no acumulado do ano, o indicador valorizou 13,05%. Em 12 meses, os preços alcançaram 61,43% de alta.

Em Chicago, a volta do feriado foi com valorização dos contratos futuros da soja. Ainda assim, o mercado parece ter dificuldade de retomar as máximas do ano perto dos US$ 16,50 por bushel. O vencimento para julho teve alta de 1,18% na comparação diária e passou de US$ 15,304 para US$ 15,484 por bushel.( CANAL RURAL ) 

grãos soja abiove


MILHO: PREÇOS FIRMES NO BRASIL E FORTE ALTA M CHICAGO

 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços do milho no mercado físico brasileiro tiveram firmeza em virtude da oferta curta. O ritmo seguiu lento na comercialização com os vendedores ditando a velocidade dos negócios. Em Cascavel (PR), a saca passou de R$ 94/98 para R$ 94/96, e em Campinas (SP), foi de R$ 98/102 para R$ 99/103.

Em Chicago, o dia foi marcado por forte alta dos contratos futuros do milho em virtude das previsões de clima seco nas lavouras dos Estados Unidos e Canadá nas próximas duas semanas. O vencimento para julho subiu 4,87% e passou de US$ 6,566 para US$ 6,886 por bushel. ( CANAL RURAL ) 

Plano Safra

BOI: INDICADOR DO CEPEA RECUA NOVAMENTE APÓS FORTE SEQUÊNCIA POSITIVA

 O indicador do boi gordo do Cepea teve novamente um dia de baixa dos preços após forte sequência positiva. A cotação variou -1% em relação ao dia anterior e passou de R$ 316,15 para R$ 313,00 por arroba. Apesar disso, no acumulado do ano, o indicador valorizou 17,16%. Em 12 meses, os preços alcançaram 53,43% de alta.

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o mês de maio teve um total de 126,76 mil toneladas exportadas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. Apesar da aceleração do ritmo dos embarques na última semana do mês, o resultado por dia útil ficou 22,1% abaixo do registrado em maio de 2020. ( CANAL RURAL )

boi gordo

ITAMAR BORGES ASSUME A SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DE SP E BUSCA COM ENTIDADES DO AGRO PAULISTA

 O deputado estadual Itamar Borges assumiu nesta terça-feira, 1º de junho, a gestão como secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com a missão de fortalecer o agro paulista. Francisco Matturro é o secretário-executivo da Pasta Estadual. “Agradeço a Deus, minha família e a todos que me apoiaram para que eu chegasse até aqui, em particular ao governador e o vide pelo convite para assumir essa missão de trabalhar pelo agro, pelo produtor e pelo setor. Trabalhar por São Paulo e também ajudar nosso País na construção de um agro mais forte e pujante que cuide do fortalecimento interno e o apoio para o crescimento externo”, afirmou Itamar.

A primeira reunião do dia contou com a participação de representantes de entidades do setor, que fazem parte do Fórum Paulista do Agronegócio. Na abertura, Itamar Borges reafirmou que pretende continuar com sua filosofia de trabalho baseada no diálogo, buscando formar consensos. Para o secretário, exigências colocadas na legislação de última hora só servem para prejudicar a atividade e estimular o confronto. Seguir o que a legislação determina é fundamental; no entanto, uma escuta cuidadosa ao setor contribui para uma jurisprudência mais robusta. ( SECRETARIA DA AGRICULTURA )

Reunião com o Forum do Agronegócio Paulista

terça-feira, 1 de junho de 2021

AMAZONAS A PRINCESA COBIÇADA PELO MUNDO - II -

 UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

Hoje os nossos noticiários algumas vezes destacam que, neste ano foi desmatado menos que o ano anterior, que bom isso, mas não vai resolver o problema porque continua o desmatamento, é necessário sim, que se faça o inverso, ao invés de desmatar menos, vamos reflorestar onde houve a devastação e punir severamente os destruidores da nossa floresta amazônica, afinal, ela ( o solo ) é fraca mas se mantem por causa da floresta em sim que é o grande sustentáculo, se continuarmos destruindo esse pilar o final vai ser triste e horrendo, porque poucos sabem mas o seu solo é fino e arenoso e sem sustentabilidade, mas para sabermos realmente como é o solo arenoso vamos voltar atrás no tempo e na história e descobrimos como foi a evolução da formação da Amazonas e adjacências.

A região amazônica ela teve a sua formação na Era Paleozóica no período Cambiano, que data de 542 milhões a 241 milhões de anos com um intervalo de 21 bilhões de anos e dai pra frente continuou a sua solidificação até os dias de hoje assim como os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul em parte, com o aparecimento dos primeiros animais, vegetais e micro-organismos de uma forma geral.

Preservação da floresta amazônica apenas centrada no carbono é arriscada, alerta estudo da Embrapa (Foto: Embrapa-PA/Divulgação)

ATENÇÃO: APOSENTADOS RURAIS SÃO VÍTIMAS DE GOLPES DE EMPRÉSTIMOS CONSIGNADO

 Aposentados rurais estão sendo vítimas de golpes envolvendo empréstimos consignados. Sem fornecer dados ou fechar contratos, ao acessarem a conta em que recebem a aposentadoria, eles se deparam com parcelas de financiamentos sendo descontadas.

Um aposentado de Minas Gerais, que prefere não ser identificado, conta que teve a aposentadoria aprovada em janeiro. Em março, quando foi ao banco, um atendente disse que ele tinha feito um empréstimo de R$ 13 mil. Mesmo tendo questionado a instituição, em abril veio o desconto. “Recebi só R$ 716. Nossa, eu me senti ruim demais, perdi até duas noites de sono com isso”, conta.

O mesmo aconteceu com a aposentada rural Marlene Kope, de Brochier (RS). Ela mora a 10 quilômetros de distância da sede do município, e foi obrigada a ir ao centro diversas vezes para tentar resolver. “Deu aquele revertério de correr para lá e para cá. Foi trabalhoso e, principalmente, foram muito danos morais, digamos assim. Além do salário, da primeira prestação que eles conseguiram tirar do meu salário e não ganhei integral”.

Empréstimos consignados estão entre as principais reclamações registradas pelo Banco Central. No primeiro trimestre deste ano, ofertas ou prestação de informações inadequadas sobre esse tipo de negócio ficaram em primeiro lugar, com quase 7.000 ocorrências. No mesmo período do ano passado, antes da pandemia da Covid-19, havia registro de 889 reclamações. Ou seja, de um ano para o outro, houve um salto de mais de 700%.

Já as concessões de crédito consignado sem formalização adequada somaram 284 reclamações neste primeiro trimestre.( CANAL RURAL ) 


SOJA: NEGÓCIOS FICAM LENTOS NO BRASIL SEM REFERÊNCIA DE CHICAGO

 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os negócios ficaram lentos e os preços entre estáveis e mais baixos no mercado brasileiro de soja em virtude da falta de referência de Chicago. Com o feriado nos Estados Unidos, a bolsa ficou fechada no país e aqui no Brasil os ajustes nas cotações foram apenas nominais.

Segundo o levantamento diário da consultoria, em Passo Fundo (RS), a saca recuou de R$ 170,50 para R$ 168. Enquanto isso, no porto de Paranaguá (PR), o recuo foi de R$ 173 para R$ 172. Por fim, em Rondonópolis (MT), ficou estável em R$ 165,50, e em Dourados (MS), a saca também ficou inalterada, a R$ 161.( CANAL RURAL ) 

grãos soja abiove

BOI: INDICADOR CEPEA CHEGA AO MAIOR PATAMAR EM UM MÊS E MEIO

 O indicador do boi gordo do Cepea teve um dia de baixa dos preços no início da semana. A cotação variou -0,3% em relação ao dia anterior e passou de R$ 317,1 para R$ 316,15 por arroba. Sendo assim, no acumulado do ano, o indicador valorizou 18,34%. Em 12 meses, os preços alcançaram 54,98% de alta.

Na B3, os contratos futuros do boi gordo seguiram a tendência majoritária dos últimos dias e fecharam em alta consistente. O vencimento para maio passou de R$ 312,50 para R$ 313,92, no último dia de negociação do contrato. Enquanto isso, o para junho foi de R$ 322,55 para R$ 323,10 e o para outubro, de R$ 339,05 para R$ 340,20 por arroba. ( CANAL RURAL/CEPEA )

gado boi

MILHO: INDICADOR CEPEA VOLTA A FICAR ACIMA DE R$ 100 POR SACA

 O indicador do milho do Cepea teve um dia de alta dos preços e voltou a ficar acima de R$ 100 por saca após cerca de uma semana. A cotação variou 0,84% em relação ao dia anterior e passou de R$ 99,24 para R$ 100,07 por saca. Assim sendo, no acumulado do ano, o indicador valorizou 27,23%. Em 12 meses, os preços alcançaram 101,19% de alta.

Na B3, os contratos futuros do milho tiveram o segundo dia consecutivo de bons avanços, na esteira da recuperação dos preços no mercado físico. O vencimento para julho passou de R$ 94 para R$ 95,84 e o para setembro subiu de R$ 95,13 para R$ 97,33 por saca. ( CANAL RURAL/CEPEA ) 

milho

INSTITUTO BIOLÓGICO ATESTA SANIDADE DAS GALINHAS PRODUTORAS DE OVOS CONTROLADOS USADOS PELO BUTANTAN

O Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, realiza análises para atestar a sanidade das galinhas da Pluma Agroavícola e da Globoaves, empresas fornecedoras de ovos controlados ao Instituto Butantan. Os ovos são usados para a produção da vacina da gripe, disponibilizada anualmente para a população brasileira, e poderão agora ser usados para a produção da ButanVac, vacina em fase de desenvolvimento contra a Covid-19.

As análises realizadas pelo IB atestam que as aves estão livres de influenza aviária e laringotraqueite infecciosas das galinhas. Os testes são realizados no Centro Avançado de Pesquisa Avícola do IB, localizado em Descalvado, no interior paulista. A unidade é acreditada por norma internacional NBR ISO 17025 e é credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O laboratório é o único do Estado de São Paulo e um dos dois do Brasil a ter essas certificações para a sanidade avícola. ( INSTITUTO BIOLÓGICO )

500 MIL DOSES DE TUBERCULINA PASSAM A SER DISTRIBUIDAS PARA TODOS O BRASIL

 Nova liberação de partidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) abastece o mercado com tuberculina bovina, utilizado para diagnóstico de tuberculose em animais. Mais de 500 mil doses do insumo produzido pelo Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, começarão a ser distribuídas em todo País nesta segunda-feira, 31 de maio.

Segundo o médico-veterinário do IB, Ricardo Spacagna Jordão, a alta procura pelo produto no início do ano, a estocagem de algumas revendedoras e o endurecimento de medidas sanitárias na produção de leite em determinados estados, acabou levando a falta do produto no mercado. O veterinário alerta que novas partidas estão sendo produzidas no IB e em breve serão novamente disponibilizadas, por isso, não há necessidade de estocagem.

“Tivemos um esforço conjunto do IB e do MAPA para liberação de duas partidas simultâneas em 28 de maio, totalizando mais de 500 mil doses. No início de maio, já estávamos trabalhando de forma integrada, totalizando três partidas com mais de 760 mil doses. A aplicação do produto é obrigatória para trânsito dos animais e é importantíssima para certificar as propriedades como livres da tuberculose”, afirma Jordão. ( SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO ) 

SERVIÇOS DE DEFESA AGROPECUPARIA DE SÃO PAULO E MATO GROSSO DO SUL PROVOVEM OPERAÇÃO CONJUNTA ENTRE OS ESTADOS

 Uma megaoperação conjunta entre os órgãos de defesa agropecuária dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul foi realizada entre os dias 19 e 26 de maio de 2021 na região fronteiriça dos dois estados com a participação de 39 servidores da Secretaria de Agricultura e Abastecimento que atuam junto à Coordenadoria de Defesa Agropecuária, com o apoio de amplo número de policiais militares rodoviários e funcionários do DER. O objetivo da ação conjunta foi inibir o trânsito irregular de animais, vegetais e produtos de origem animal entre os dois estados, visando assegurar a manutenção do privilegiado status sanitário que ambos possuem e garantir alimentos seguros para os consumidores.

No estado de São Paulo 1.638 veículos foram abordados, contendo 8.542 bovinos, 53 equinos, 274.200 aves e 360 suínos, que foram inspecionados. Também foram fiscalizados 936.640 ovos férteis, 4.005 toneladas de produtos de origem animal e 2.050 toneladas de produtos de origem vegetal. A Coordenadoria de Defesa Agropecuária realizou sete apreensões, seguidas de destruição de produtos de origem animal, que somaram 10,5 toneladas e seis apreensões seguidas de destruição de 150 mudas clandestinas. No total, foram lavrados 55 autos de infração, cuja soma dos valores das multas pode chegar a R$ 624.833,39.

No mesmo período, a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do Mato Grosso do Sul (IAGRO) realizou intensa fiscalização de forma ininterrupta no lado sul-mato-grossense. A fronteira entre os dois estados é demarcada pelo Rio Paraná e conta com seis rodovias de interligação. No lado paulista, de Rubinéia (no noroeste do estado) à Rosana (no sudoeste), toda a extensão foi alvo de intensas fiscalizações por equipes que se revezavam de manhã, de tarde e à noite. Esta já é considerada a maior operação de fiscalização volante já realizada pela Coordenadoria em seus quase 23 anos de existência. ( SECRTARIA DA AGRICULTURA ) 


 

SÃO PAULO PRORROGA PRAZO PARA VACINAÇÃO DE BOVINOS E BUBALINOS CONTRA FEBREA AFTOSA E BRUCELOSE

Com a publicação da Portaria nº 19, de 31 de maio de 2021, no Diário Oficial do Estado, nesta terça-feira, 1º de junho de 2021, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por sua Coordenadoria de Defesa Agropecuária excepcionalmente prorrogou para o dia 30 de junho de 2021 os prazos para a vacinação do gado bovinos e bubalinos de todas as idades contra a febre aftosa e para vacinação das fêmeas bovinas e bubalinas, com idade entre três e oito meses contra a brucelose. A data limite para declarar a vacinação também foi prorrogada para o dia 07 de julho de 2021.

A decisão técnica para prorrogação dos prazos foi avaliada pela equipe da Coordenadoria de Defesa Agropecuária e deve-se às dificuldades de aquisição de frascos de vacinas contra febre aftosa, que ocorreu durante o mês de maio e afetou vários municípios do estado de São Paulo, bem como o seguimento adequado da etapa de vacinação. “Desde os primeiros relatos de escassez de vacinas contra febre aftosa em diversas regiões do Estado a Coordenadoria vem recolhendo e buscando informações perante o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e ao setor produtivo a fim de que fosse avaliada e viabilizada a prorrogação da etapa de vacinação de maio de 2021”, disse o médico veterinário Willian Alves Correa, diretor do Centro de Defesa Sanitária Animal (Cedesa), da Coordenadoria.

A mesma legislação prorroga para o dia 07 de julho de 2021 o prazo para a entrega do certificado de vacinação contra a brucelose e febre aftosa junto aos estabelecimentos de beneficiamento de leite ou produtos lácteos e entrepostos de leite, entre outros congêneres.

Como as medidas de combate à Covid-19 ainda estão sendo realizadas é importante que o criador continue adotando formas de minimizar o contato social para adquirir as doses da vacina, agendando quando possível, a entrega diretamente na propriedade rural.

Outra medida adequada é optar por declarar as vacinações pela Internet, através do sistema Gestão de Defesa Animal e Vegetal (Gedave), em www.gedave.sp.gov.br. ( COORDENADORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA )

São Paulo prorroga prazo para vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa e brucelose

METODOLOGIA INÉDITA EM SANIDADE VEGETAL PROTEGE A CITRICULTURA BAIANA DA PIOR PRAGA MUNDIAL


Uma metodologia nunca usada na área vegetal no Brasil tem sido a principal estratégia da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) para manter o estado livre do huanglongbing (HLB), também conhecido por greening, ou amarelão dos frutos, a mais destrutiva doença da citricultura em todo o mundo e ainda sem controle definitivo. Trata-se da rota sentinela, cujo objetivo é a detecção precoce das bactérias causadoras do HLB, Candidatus Liberibacter (Ca.L.), em ninfas e adultos do inseto psilídeo Diaphorina citri, principal vetor de transmissão desses microrganismos.

A Bahia é o quarto maior produtor de citros do Brasil e a entrada da doença poderia causar grande impacto à economia do estado.  A metodologia faz parte do projeto HLB BioMath 3, liderado pelo pesquisador Francisco Laranjeira, chefe-adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA), e integra o portfólio Sanidade Vegetal da Embrapa, com acompanhamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Detectado no Brasil em 2004, o HLB está oficialmente confirmado nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná — os três maiores produtores de citros do País —, e já teve detecção de um caso isolado no Mato Grosso do Sul, causando inúmeros problemas para os citricultores. Por enquanto, as técnicas mais utilizadas para combater a doença são o plantio de mudas sadias certificadas, a eliminação das plantas infectadas — que tem um alto custo para o produtor. 

Detectado no Brasil em 2004, o HLB está oficialmente confirmado nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná — os três maiores produtores de citros do País —, e já teve detecção de um caso isolado no Mato Grosso do Sul, causando inúmeros problemas para os citricultores. Por enquanto, as técnicas mais utilizadas para combater a doença são o plantio de mudas sadias certificadas, a eliminação das plantas infectadas — que tem um alto custo para o produtorLaranjeira explica que a técnica de rota sentinela é muito utilizada em estudos ecológicos e consiste na determinação de uma linha reta que atravessa uma determinada região para execução de amostragens    (EMBRAPA ) 

Foto: Davi Amorim (Adab)

Davi Amorim (Adab) - O inseto psilídeo Diaphorina citri é o principal vetor de transmissão das bactérias causadoras do HLB. A foto mostra a presença do psilídeo (adultos e ninfas), na planta

O inseto psilídeo Diaphorina citri é o principal vetor.

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