terça-feira, 4 de maio de 2021

BOI: ARROBA HGA A R$ 310 EM SÃO PAULO, DIZ SAFRAS & MERCADO

 O movimento de melhora da oferta segue impactando negativamente os preços da arroba no mercado físico brasileiro de boi gordo. Em São Paulo, a arroba recuou de R$ 311 para R$ 310 na comparação diária, de acordo com a consultoria Safras & Mercado. O analista Fernando Iglesias diz que a semana começou com um maior volume de boiadas ofertadas no físico.

Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), em abril, foram exportadas 125,47 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. Dessa forma, o resultado representou o melhor abril de toda a série histórica, mesmo com a forte perda de ritmo na última semana do mês, que pode ter sido causada pela queda do dólar em relação ao real. ( CANAL RURAL )

boi gordo

PESQUISA INÉDITA IDENTIFICA TRÊS VARIEDADES DE ACEROLA PARA CULTIVO

Pesquisa paulista identifica três variedades de acerolas ideais para serem cultivadas na Alta Paulista, região que congrega boas condições de clima para a produção da fruta, além de agroindústria de polpas, voltadas à comercialização.

O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores da APTA Regional e pelo Instituto Agronômico (IAC-APTA), instituições ligadas à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, além da colaboração de estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade do Oeste Paulista (Unoeste).

Após avaliação criteriosa de sete variedades de acerola, cultivadas em pomar experimental instalado no Polo Regional de Adamantina da APTA desde 2006, os pesquisadores identificaram que as mais indicadas para as condições de clima e solo da Alta Paulista são as variedades Olivier, Apodi e Frutacor. “A variedade Olivier seria a primeira opção para as condições de clima e solo da região e, preferencialmente, deveria ter maior proporção de área de implantação do pomar comercial de acerola”, afirma Mauricio Dominguez Nasser, pesquisador da APTA Regional de Adamantina.

O pesquisador explica que apesar dos esforços científicos em caracterizar frutos de acerolas na sua qualidade, poucos estudos avaliam as variedades no aspecto da produtividade.

Nesse sentido, a nova pesquisa apresentou resultados inéditos relacionados à produtividade e características físico-químicas de variedades de acerola cultivados na região Alta Paulista. ( SECRETARIA D AGRICULTURA/APTA )


ESTAÇÕES ALERTAM SOBRE PRAGAS DO CAFÉ

 Cafeicultores de Minas Gerais estão obtendo bons resultados com o manejo das pragas da cultura. Estações de avisos fitossanitários mantidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Fundação Procafé, estão auxiliando produtores de café das regiões do Sul de Minas, do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, na defesa fitossanitária da cafeicultura, redução de custos de produção e minimizando impactos ao meio ambiente. 

O sistema de informações automatizado emite avisos periódicos que dão suporte ao manejo às pragas. O objetivo é usar o clima como aliado no controle. “Os dados climáticos coletados são analisados em conjunto com observações de campo, gerando boletins de avisos mensais. Os avisos possibilitam a atualização das informações relacionadas ao efeito das condições climáticas no desenvolvimento da cultura atendida e incidência de pragas e doenças, visando um controle mais eficiente”, observa o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Atualmente, as estações de avisos fitossanitários encontram-se instaladas nos municípios de Varginha, Carmo de Minas, Boa Esperança, Muzambinho, Araxá, Patrocínio e Araguari. Também existe uma estação em Franca, no estado de São Paulo, adquirida com recursos de uma cooperativa local. ( AGROLINK )

FITOSSANITÁRIO


COMO CONTROLAR FUSARIOSE NA PIMENTA-DO-REINO

 A fusariose é a doença que mais causa prejuízos à produção da pimenta-do-reino na Amazônia. Ela reduz o tempo de produção das lavouras de 15 para cinco anos. Para evitar o aparecimento essa doença, a Embrapa Amazônia Oriental desenvolveu uma metodologia alternativa, que utiliza as folhas do nim indiano, uma espécie arbórea de origem asiática.

A metodologia consiste em incorporar ao solo as folhas do nim secas e trituradas do nim, durante o preparo de mudas de pimenteira-reino. A mistura é 100% eficaz em evitar a manifestação do fungo fusarium, que causa a doença. No quarto vídeo da série “Cultivo da pimenta-do-reino”, você vai aprender o passo-a-passo da metodologia.

O tratamento é uma excelente alternativa para o produtor no combate à fusariose, já que não existem fungicidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para as lavouras de pimenta-do-reino.

O nim indiano (Azadirachta indica) é uma árvore de rápido crescimento de origem asiática, que a pesquisa adaptou ao ambiente amazônico. O uso dessa planta como inseticida e fungicida natural é amplamente conhecido pela ciência. ( AGROLINK )


MANEJO


FUNGICIDA PROTETOR MULTISSÍTIO É ALTERNATIVA PARA CITROS

 Recém lançado no mercado brasileiro contra a ferrugem asiática na soja, o fungicida protetor multissítio Cuprital 700 foi liberado agora no Brasil também para o controle das principais doenças da cultura do citros. 

Fabricado pela Ascenza, o produto é recomendado contra a Pinta Preta, causada pelo fungo Phyllosticta citricarpa (Guignardia citricarpa), a Verrugose (Sphaceloma fawcetti) e principalmente nos programas de combate ao ancro Cítrico causado pela bactéria Xanthomonas citri subsp. Citri.  é um fungicida bactericida com alta concentração de oxicloreto de cobre (Cu+2) na sua forma mais nobre. “O produto faz uma “blindagem” do pomar a fim de que ele possa enfrentar melhor os impactos das enfermidades e de outros estresses durante a safra”, diz a Ascenza.

O diretor comercial da marca no Brasil, Renato Francischelli, destaca que o uso do novo produto tem exatamente o intuito de diminuir o risco de desenvolvimento de resistência dos patógenos causadores das doenças, sempre de forma preventiva, antes da incidência dela. De acordo com ele, é imprescindível a realização de um manejo fitossanitário bem planejado desde o produto, doses, volumes de calda e até intervalos de aplicação. ( AGROLINK )

Imagem: Fundecitrus

ÓLEOS ESSENCIAIS PODEM ACABAR COM CAPIM-ANONI

 A solução no combate pode ser de origem natural. Um boletim técnico divulgado pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (DDPA/SEAPDR) aponta os óleos essenciais como potenciais bioherbicidas no combate à daninha.

Os óleos essenciais são compostos vegetais naturais, voláteis e complexos, frequentemente caracterizados por uma fragrância intensa. Eles apresentam uma ampla gama de aplicações, como na medicina, culinária, aromaterapia, cosmetologia, e até mesmo no controle de pragas agrícolas. 

A coordenação é da pesquisadora Joseila Maldaner. Foi avaliada a utilização de óleos essenciais de plantas bioativas no controle da praga. ( AGROLINK )

CI

Imagem: Divulgação
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BRASIL VAI INCENTIVAR MAIS PRODUÇÃO DE MILHO E SORGO

 De acordo com o analista de mercado Michael Cordonnier, a oferta de milho muito apertada e os preços domésticos de milho recorde vão fazer o governo brasileiro incentivar cada vez mais a produção local de milho e sorgo em grão. Prova disso, ressalta ele, foram os incentivos anunciados na semana passada pelo Ministério da Agricultura. 

A partir do próximo dia 1º de julho, destaca ele, com o início do Plano Safra 2021/22, os limites de crédito à produção para grandes produtores que cultivem milho e sorgo granífero passarão de R$ 3 milhões para R$ 4 milhões. Para produtores de médio porte, o limite do empréstimo passará de R$ 1,5 milhão para R$ 1,75 milhão. 

CI

REDUÇÃO DE MINHOCAS COMPROMETE A FERTILIDADE EM ÁREAS SOB PLANTIO DIRETO

Estudos comparativos realizados ao longo de 40 anos pela Embrapa e parceiros apontaram um acentuado declínio das populações de minhocas, em áreas mais antigas de plantio direto (PD) de distintas regiões do Paraná. O dado parece contraditório, já que as minhocas são vistas como símbolo dessa prática conservacionista, a mais adotada do País.

 No entanto, os pesquisadores alertam que o problema não se deve ao PD especificamente, mas ao manejo inadequado que vem sendo realizado nos últimos anos. O sistema plantio direto (SPD) baseia-se em três princípios que devem ser observados: mexer minimamente o solo, manter a cobertura vegetal e usar rotação e diversificação de culturas .

O uso de maquinário pesado que compacta o solo, o revolvimento da terra com grade, o aumento do uso de pesticidas (especialmente fungicidas) e a ausência de rotação de culturas são alguns dos manejos inadequados que podem estar relacionados à queda das populações de minhocas E. ( EMBRAPA )

Marie Bartz - Estudos recentes mostraram relação negativa entre a abundância de minhocas e a idade do Plantio Direto, diferente do indicado em pesquisas anteriores, fato atribuído ao manejo inadequado


ABACAXI EM SISTEMA ORGÂNICO REGISTRA PRODUTIVIDADE SUPERIOR AO CONVENCIONAL

 A equipe técnica da Embrapa registrou uma produtividade média (t/ha) do abacaxi Pérola no cultivo orgânico irrigado superior ao registrado na produtividade média nacional da cultura. Um grande feito, levando-se em consideração que no cultivo orgânico não é permitido o uso de produtos químicos, que facilitam a produção.

 A Embrapa, em parceria com a Bioenergia Orgânicos, está na vanguarda na elaboração de sistemas orgânicos de produção (SOP) de frutas no País, importante frente de atuação na busca de uma agricultura mais sustentável. Entre esses sistemas, está o de abacaxi. Assim como os de maracujá e manga, o SOP Abacaxi foi construído com base nos experimentos realizados em Lençóis, na Chapada Diamantina (BA). (EMBRAPA )  

Tullio Pádua - Outro aspecto positivo observado no cultivo orgânico é a quantidade de frutos classificados como de melhor qualidade

Outro aspecto positivo observado no cultivo orgânico é a quantidade de frutos classificados como de melhor 

RIO DE JANEIRO – SAFRA DE CAFÉ É ALVO DE PESQUISA NO ESTADO

 Entre os dias 3 e 8 de maio, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza a coleta de informações para atualizar os números e condições da safra de café 2020/2021 no Rio de Janeiro. A pesquisa será feita remotamente, por meio de entrevistas virtuais e contatos telefônicos, respeitando as recomendações sanitárias impostas pela pandemia da COVID-19.

Serão consultados no estudo os diversos representantes da cadeia produtiva cafeeira com o objetivo de levantar as estimativas sobre os efeitos das condições climáticas na safra, área cultivada, produtividade, doenças e pragas, comercialização, calendário da colheita, entre outros. 

Os principais municípios produtores de café no Rio de Janeiro são Bom Jesus do Itabapoana, Porciúncula e Varre-Sai. Ao todo, esses três municípios, localizados no noroeste fluminense, são responsáveis por aproximadamente 84% da produção do grão no estado, com predominância da agricultura familiar. ( CONAB ) 

INTELIGÊNCIA

segunda-feira, 3 de maio de 2021

CANA-DE-AÇÚCAR: SAFRA 2021/22 INICIA EM RITMO LENTO, COM RECUO DE 30%

 Com a primeira quinzena do ciclo canavieiro marcada por um menor volume processado, entidades e consultorias apontam uma redução para a safra 2021/22 de cana. De acordo com a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), foram processadas 15,630 milhões de toneladas na safra atual, queda de 30,8% frente ao ciclo anterior.

O diretor executivo da Organização de Associações de Produtores de Canal do Brasil (Orplana), Denis Arroyo, afirma que o principal motivo do menor volume é o atraso na safra.

“Tivemos um início de safra tardio, com um menor número de unidades, e isso devido ao clima seco no ano passado e no verão. Usinas que iniciaram a safra em março e abril acabam postergando as operações para apostar um pouco mais no crescimento e retomada de volume”, explica.

É estimada uma quebra de 5% até 10% para a cana-de-açúcar. Entretanto, os preços devem se manter altos. “O preço deve ser alto porque a safra será muito açucareira. Para o etanol, o preço será bastante pressionado, tanto pela questão de açúcar, quanto por uma safra mais curta, onde o biocombustível não está sendo priorizado”. ( CANAL RURAL ) 

colheita de cana-de açúcar


MANDIOCA/CEPEA: ESTIAGEM DIMINUI RITMO DE COLHEITA; DEMANDA ESTA FIRME

 O clima seco no Centro-Sul do Brasil tem dificultado os trabalhos no campo, levando muitos produtores a interromper a colheita de mandioca. Além disso, parte dos mandiocultores consultados pelo Cepea indica que deve voltar a comercializar somente no segundo semestre. Do lado da demanda, a procura industrial por matéria-prima tem aumentado, inclusive entre empresas de regiões diferentes. 

No geral, há dificuldades no abastecimento de fecularias e farinheiras. Nesse cenário, os preços da mandioca continuaram em alta entre os dias 26 e 30 de abril. 

A média semanal a prazo para a tonelada posta fecularia avançou 1,6% frente à do período anterior, a R$ 454,80/t (R$ 0,7910 por grama de amido). A média nominal de abril, por sua vez, subiu 6,4% em relação à de março.( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )


SOJA CEPEA/ DESVALORIZAÇÃO DO DOLAR ENFRAQUECE PREÇOS NO BRASIL

 Os preços da soja recuaram no mercado brasileiro na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio da desvalorização do dólar frente ao Real e da redução da demanda interna – neste caso, muitas indústrias trabalham com a oleaginosa já contratada, enquanto outras unidades do Sul do País indicam importar a matéria-prima do Paraguai.

Por outro lado, a demanda externa aquecida acabou limitando o movimento de queda dos preços no Brasil. Entre 23 e 30 de abril, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ Paraná recuaram 0,68% e 1,37%, respectivamente, indo para R$ 179,72 e R$ 172,10/sc de 60 kg na sexta-feira, 30. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

Soja - CNA

COMEÇOU NESTE SÁBADO A CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA

 Começou  neste sábado (1º) a primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021. Nessa etapa deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, espera-se imunizar cerca de 170 milhões de animais. 

Dos 21 estados que realizam a imunização dos animais neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não suspenderam a vacinação, enquanto no Espírito Santo ocorrerá para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade. 

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina. 

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados. 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reforça que devem ser adotadas medidas de cuidado com a Covid-19 para a garantia da manutenção dos compromissos com as zonas reconhecidas como livre de febre aftosa com vacinação perante a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). 

( MINISTÉRIO DA GRICULTURA )

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- Foto: Embrapa 

ZONEAMENTO AGRÍCOLA DO AMENDOIM JÁ ESTÁ DISPONÍVEL PARA TODOS OS ESTADOS

 Foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (3) as portarias de números 83 a 109, com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo do Amendoim (Arachis hypogaea L.). Cada Unida da Federação possui uma portaria específica. 

O amendoinzeiro desenvolve-se melhor, com produtividade mais elevada, em climas quentes. Temperaturas de 30°C ou ligeiramente superiores, são as mais benéficas para a germinação, desenvolvimento inicial das plantas e formação do óleo. O cultivo não é indicado para regiões muito úmidas ou com períodos de chuvas muito prolongados que propiciam o aparecimento de doenças, além de prejudicar a colheita e a qualidade do produto.  

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas. ( MINISTÉRIO DA AGRICULTURA ) 

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- Foto: iStock/Mapa 

BOI GORDO: MERCADO CALMO NO ÚLTIMO DIA DE ABRIL

 Com as escalas praticamente completas para essa semana, houve poucos negócios entre os compradores e vendedores na última sexta-feira (30/4). 

As ofertas de compra abaixo do preço de referência por parte das indústrias continuaram, entretanto, com poucos negócios, travando o mercado no último dia da semana e do mês. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, o boi, vaca e novilha gordos ficaram cotados em R$312,00/@, R$290,00/@ e R$303,00/@, respectivamente, preços brutos e a prazo. ( AGROLINK )

Imagem: Marcel Oliveira

QUEBRA NO FEIJÃO PODE SER DE 30%: PREÇOS VÃO SUBIR

 O Deral-PR (Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Agricultura do Paraná aponta uma quebra de 25 por cento na safrinha de feijão até agora, podendo chegar a 30 por cento. De acordo com o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses), essa diminuição na oferta vai provocar o aumento dos preços. 

“O Deral é uma das melhores instituições estaduais do setor público nas avaliações de safras de Feijão no Brasil. Normalmente, tem um pequeno atraso em relação ao que está acontecendo no campo, mas fica dentro do razoável para quem busca com cuidado ter todas as informações de todas as regiões produtoras”, explica o presidente do Instituto, Marcelo Lüders. 

Segundo ele, como o Paraná é responsável por prover 30 por cento do Feijão produzido na segunda safra, o impacto no Paraná é considerável no abastecimento. “O Engenheiro Agrônomo Carlos Alberto Salvador, do DERAL, comenta que o déficit hídrico e o frio dos últimos dias podem prejudicar ainda mais o desenvolvimento das lavouras que têm hoje 4% em fase de desenvolvimento vegetativo, 31% em floração, 51% em frutificação e 14% em maturação”, acrescenta.  ( AGROLINK )

Imagem: Pixabay

MILHO ENCERRA A SEMANA EM FORTE ALTA NA B3

 Depois da correção da última quinta-feira, as cotações voltaram a subir forte nesta sexta-feira, impulsionadas pela forte demanda chinesa, que aumentou consideravelmente as cotações em Chicago e na B3. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica. 

“Com isto, a cotação de maio fechou em alta de R$ 1,68 no dia, mas queda de R$ 0,80 na semana a R$ 103,20; a de  julho  avançou  R$  1,16 no  dia  e  R$  1,88  na  semana para R$ 103,92 e a de setembro avançou R$ 2,25 no dia e  R$  4,88na  semana  para  R$  102,16. O  fechamento  de  todas  as  cotações  da  B3  para  os próximos  12  meses  acima  dos  R$  100,00,  é  forte indicador  de  que o  mercado  espera  a  continuidade  da escassez de ofertas, com os vários problemas climáticos no Brasil e nos EUA e  de que  os  preços poderão subir ainda mais, como temos disto neste espaço”, comenta a consultoria. 

Os fatores limitantes que estão no horizonte são a isenção tarifária para importações de milho e a forte elevação dos custos para os consumidores finais no Brasil, como produtores de leite e ovos. “A queda do dólar favorece as importações de milho da Argentina e do Paraguai. Por isso, há que se prosseguir com cautela, tanto nas operações especulativas do mercado futuro, na B3, quanto ao segurar as vendas no mercado físico, onde os lucros já são muito grandes e deve-se pesar se vale a pena arriscar mais ou garanti-los", completa. ( AGROLINK ) 

Imagem: Eliza Maliszewski


TENÉBRIO: INSETO QUE PODE SER UMA FONTE DE PROTEINA EM RAÇÕES ANIMAIS E SUPLEMENTOS

 Já ouviu falar no tenébrio? É um besourinho que faz parte da ordem coleóptera e, apesar de pouco conhecido, é um dos insetos com maior produção comercial no Brasil.

O seu maior mercado está na alimentação de animais. Suas larvas viram comida para aves de cativeiro, rãs, sapos, que, atualmente, estão em falta no mercado e chegam a custar mais de R$ 500 em vendas diretas pela internet.

Além deste uso, pesquisas estão desenvolvendo outros produtos com o tenébrio, como ração animal, suplementos e biofilmes. E tem até quem já desenvolveu um chocolate com o bichinho, voltado para o consumo humano.

A farmacêutica e pesquisadora Maria Lúcia Cocato e o físico Jorge Sarkis estudaram o valor nutricional do tenébrio e, com ele, desenvolveram, um suplemento que aguarda reconhecimento de patente.

O inseto tem um teor proteico que passa de 50%, podendo substituir, por exemplo, a farinha de peixe. ( GLOBO RURAL )

Conheça o tenébrio, inseto que pode ser uma fonte de proteína em rações animais e suplementos

LEVANTAMENTO DA SAFRA DE CAFÉ PERCORRE INTERIOR DO ESTADO SP

 A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estará em campo no interior de São Paulo, entre os dias 3 e 8 de maio de 2021, para levantar dados que irão compor o 2°  Levantamento da Safra de Café 2020/21. As informações serão divulgadas pela Companhia no dia 25 de maio de 2021, às 9h.

Os técnicos estão divididos em quatro roteiros para percorrer as regiões cafeeiras paulistas. Serão visitadas cooperativas, escritórios da Coordenadoria Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), agentes financeiros e propriedades produtoras de café.

A produção de café em São Paulo é composta 100% pelo tipo arábica, sendo o maior volume originado da região do município de Franca. As regiões de São João da Boa Vista, Garça, Marília, Pompeia, Pirajuí, Tejupá, Cerqueira César e Manduri. ( CONAB )

sábado, 1 de maio de 2021

UVA/CEPEA: ITÁLIA CONTIUA EM QUEDA E ABAIXO DO CUSTO DE PRODUÇÃO

 A comercialização de uvas segue aquém do esperado no Vale do São Francisco (PE/BA). Mesmo com os preços mais baixos, produtores não estão conseguindo escoar todo o volume colhido. As cotações da itália na roça caíram novamente nesta semana (26 a 30/04): R$ 2,10/kg, redução de 18,0% frente à anterior, e abaixo do custo de produção pela terceira semana consecutiva

As precipitações dos últimos dias na região também desfavoreceram as vendas; apesar de não causarem problemas sérios na uva, já houve impactos negativos à qualidade dos cachos.

No geral, a demanda no mercado interno tem sido baixa em todo o País. Ainda assim, viticultores esperam que as comercializações possam melhorar assim que diminuir a oferta local, como verificado para as brancas sem semente, que tiveram venda um pouco mais fluída nos últimos dias – devido principalmente aos preços mais baixos que a média para o período e à redução na oferta nacional, dadas as exportações, que seguem em alta. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )



BATATA/CEPEA: PREÇO SOBE POUCO NO ATACADO NO FINAL DA SAFRA DAS ÁGUAS

 Entre os dias 26 e 30/04, a batata tipo ágata especial/saca de 50 kg ficou em R$ 117,20 (+6,54%) em São Paulo (SP), em R$ 110,34 (-3,35%) no Rio de Janeiro (RJ) e em R$ 98,40 (+9,34%) em Belo Horizonte (MG). A segunda-feira (26) se iniciou com os preços mais altos devido à menor entrada de tubérculos no atacado, se mantendo ao longo dos dias e ocasionando alta em alguns atacados. 

A oferta vem se reduzindo por conta do fim da safra das águas, mas a demanda ainda é fraca em função das restrições estabelecidas diante do cenário ainda grave da pandemia (embora já haja maior flexibilização em alguns lugares), e também pelo final de mês, o que explica, inclusive, os menores preços no RJ, frente à semana passada.

 Além disso, na capital do RJ o feriado neste sábado (1º/05) já prejudicou ainda mais as vendas. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

MAMÃO/CEPEA: HAVAI SOBRA NA ROÇA, PREOCUPANDO PRODUTORES

 Os preços do mamão havaí seguiram limitados nesta semana (26 a 30/04). Isso porque, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, a oferta aumentou gradualmente - está maior que a da formosa -, o que diante da restrita demanda, pressionou as cotações e até resultou em perdas nas roças. No Sul da Bahia, o havaí tipo 12 a 18 foi vendido por R$ 0,35/kg, valor 19% inferior ao da semana anterior - e bem abaixo do custo de produção estimado por produtores da região. Há relatos, ainda, de acúmulo de frutas em câmaras frias nas packing houses locais.

Na Ceagesp, a variedade tipo 15  a 18 foi comercializada por R$ 11,50/cx de 8 kg, queda de 18% na mesma comparação. Para a próxima semana, espera-se que o comércio melhore por ser início de mês, mas ainda existem receio se será o suficiente para segurar ou melhorar as cotações. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

Mamão havaí segue valorizado...


SUINOS: PREÇOS DO VIVO FICAM ESTÁVEIS, MAS DEMAIS COTAÇÕES CAIRAM ONTEM

 O encerramento do mês nesta sexta-feira (30) deixou as cotações no mercado de suínos estáveis ou em queda. De acordo com análise do Cepea/Esalq, impulso nos preços durante abril veio do bom ritmo de embarques da proteína e da reação do consumo doméstico. 

Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 155,00/R$ 160,00, enquanto a carcaça especial caiu 2,65%/0,86%, valendo R$ 11,00/R$ 11,50 o quilo.

No caso do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (29), os preços ficaram estáveis nas principais prças produtoras, cotados em R$ 7,99/kg em Minas Gerais, R$ 7,49/kg no Paraná, R$ 7,32/kg no Rio Grande do Sul, 7,45/kg em Santa Catarina e R$ 8,47/kg em São Paulo. ( NOTÍCIAS AGRICOLAS )

Suínos - Destaque 2

COM BANDEIRA VERMELHA, CONTA DE LUZ ICARÁ CARA EM MAIO

 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira, 30, que acionará bandeira vermelha em seu primeiro patamar no mês de maio. Com isso, a conta de luz dos consumidores ficará mais cara a partir do próximo mês, com cobrança de taxa adicional de R$ 4,169 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Desde janeiro, vigorou a bandeira amarela, cuja cobrança é de R$ 1,343 a cada 100 kWh. Em nota, a agência explicou que o mês de abril marcou o fim do período de transição entre as estações de chuva e seca nas principais bacias hidrográficas do sistema elétrico. O nível dos reservatórios é o pior já registrado, desde 1931.

"Em maio, inicia-se o período seco, com os principais reservatórios apresentando estoques reduzidos para essa época do ano", diz a nota. O cenário, segundo a agência, sinaliza piores condições para geração de energia hidrelétrica e a maior necessidade de acionar usinas térmicas, que geram energia mais cara. ( TERRA NOTÍCIAS )


A conta de luz veio mais alta do que o normal? Saiba o motivo e como parcelar os valores 
Foto: Willian Moreira / Futura Press



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SOJA: CÂMBIO TRAZ PREÇO DE VOLTA PARA BAIXO DE R% 178 EM PARANAGUÁ (PR)

O indicador da soja do Cepea para o porto de Paranaguá (PR) recuou novamente em virtude da queda do dólar em relação ao real e voltou a ser cotado abaixo de R$ 178 por saca. A cotação variou -1,46% em relação ao dia anterior e passou de R$ 180,06 para R$ 177,44 por saca. Dessa forma, no acumulado do ano, o indicador valorizou 15,3%.

Em Chicago, os contratos futuros da soja chegaram ao terceiro dia consecutivo de queda logo após terem marcado uma sequência de dez dias positivos. A previsão de clima mais favorável ao plantio dos Estados Unidos tem contribuído para correção das altas. O vencimento para julho recuou 0,75% e ficou cotado a US$ 15,022 por bushel. ( CANAL RURAL/CEPEA )

soja, produção, colheita


MILHO: PRODUÇÃO SAFRINHA TERÁ REDUÇÃO DE 10 MILHÔES DE TONELADAS

 A produção brasileira de milho em 2020/21 deverá totalizar 104,138 milhões de toneladas, segundo a nova estimativa divulgada nesta sexta, 30 pela consultoria Safras & Mercado, ficando abaixo das 106,833 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019/20.

O consultor da Safras, destaca que os números estão sendo revisados frente aos divulgados em março, que apontava uma safra de 112,814 milhões de toneladas, em decorrência da seca, que ocasionou perdas em todos os estados produtores da safrinha.

A consultoria estima que a área total cultivada no Brasil deve crescer 8% frente à temporada 2019/20, de 19,537 milhões de hectares, ocupando 21,108 milhões de hectares. Na estimativa anterior, a área havia sido indicada em 20,752 milhões de hectares.

A produtividade média da safra brasileira 2020/21 deve ficar em 4.933 quilos por hectare de milho, inferior aos 5.436 quilos por hectare projetados em março e aos 5.468 quilos por hectare obtidos na temporada 2019/20.

A nova previsão da Safras manteve os números indicados em março, estimando uma produção de verão 2020/21 de 21,645 milhões de toneladas de milho, contra as 23,161 milhões de toneladas do ano anterior.

A área cultivada na safra de verão 2020/21 seguiu estimada em 4,353 milhões de hectares, subindo 5,7% frente aos 4,118 milhões de hectares cultivados em 2019/20. A produtividade média da safra de verão foi estimada em
4.973 quilos por hectare, abaixo dos 5.624 quilos por hectare registrados na safra de verão 2019/20. ( CANAL RURAL ) 

CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA TEM INÍCIO NESTE SÁBADO

 A primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 tem início neste sábado, 1. Segundo o ministério da Agricultura (Mapa), deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, o ministério espera que sejam imunizados cerca de 170 milhões de animais.

Dos 21 estados que realizam a imunização dos animais neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não suspenderam a vacinação, enquanto no Espírito Santo ocorrerá para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade.

O Mapa lembra que as vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

O ministério da Agricultura reforça que devem ser adotadas medidas de cuidado com a Covid-19 para a garantia da manutenção dos compromissos com as zonas reconhecidas como livre de febre aftosa com vacinação perante a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

( CANAL RURAL ) 

Febre aftosa

OFERTA DO BOI GORDO AUMENTA NO FINAL DE ABRIL E PREÇOS DA ARROBA RECUAM

 

O mercado físico de boi gordo registrou preços mais baixos na maioria das praças de produção e comercialização do país nesta sexta-feira, a oferta de animais terminados apresentou bons avanços na última semana de abril, justificando este comportamento. 

Os frigoríficos se deparam com um posicionamento confortável em suas escalas de abate e encontram as condições necessárias para exercer pressão sobre os pecuaristas. Basicamente, o processo de degradação das pastagens resultou em uma menor capacidade de retenção, levando o pecuarista ao mercado.

Para o mês de maio, a tendência é de continuidade deste processo, considerando o regime irregular de chuvas que segue vigente em grande parte do país. Já para o início da entressafra, a expectativa é que novamente seja evidenciado um quadro de restrição de oferta, considerando a atual estrutura de custos e grande possibilidade de retração do confinamento de primeiro giro.

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi gordo ficou a R$ 311 ante R$ 312 na quinta-feira. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 293 a arroba, contra R$ 295. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada

em R$ 301 ante R$ 300. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 308, estável. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 302 a arroba, ante R$ 305 na quinta. ( CANAL RURAL )

arroba do boi gordo

CHUVA ABAIXO DA MÉDIA E TEMPERATURAS ACIMA; VEJA O QUE ESPERAR PARA MAIO

 O mês de maio começa neste sábado e a previsão do tempo indica que o Brasil viverá mais um mês de pouca chuva. Segundo a Somar meteorologia , há a possibilidade de chover em parte do Paraná, que enfrenta seca nas lavouras do milho, mas a quantidade será insuficiente para o solo.

Por causa do bloqueio atmosférico que se formará na semana que vem, a chuva vai se concentrar no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Segundo a meteorologia, a chuva deve aparecer na segunda quinzena de maio. A expectativa para até o dia 5 de maio é de chuva volumosa apenas no Norte. Chove 30 milímetros no litoral do Nordeste, cinco milímetros no leste de São Paulo e metade sul do Paraná. No norte de Goiás são esperados até 15 milímetros, assim como no leste de Minas Gerais.

No norte de Mato Grosso, 30 milímetros devem cair nesses cinco dias. No restante da região Centro-Oeste, a previsão é de tempo seco. A primeira quinzena de maio terá chuva abaixo da média em toda a região Sul, oeste de São Paulo, Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e sul de Mato Grosso. Também haverá essa condição no norte da Bahia e em todos os estados do Nordeste. A expectativa é de temperatura acima da média em quase todo o Brasil. ( CANAL RURAL )

 

Tempo fechado. Céu coberto por várias nuvens escuras chuvas SOJA

EXPORTAÇÃO DE OVO CRESCEM 81,5% EM 2021, DIZ ABPA

  As   vendas de ovos   para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil to...