O primeiro fator é a grande escassez de milho no Brasil, especialmente nos dois maiores estados produtores do Sul do país, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ambos com grandes déficits de matéria-prima.
A Alta dos fretes é o outro fator. “A alta sazonal dos frete impulsionou os preços nos meses de março e abril para o nível psicológico de R$ 100,00, que o mercado absorveu e fez com que os vendedores não recuassem deste número, impulsionando os negócios”, “No mercado internacional os preços também se elevaram consideravelmente a ponto de vários países recusarem as ofertas, por considerá-las “excessivamente altas”.
O fator de baixa é só um. “Entrada da Safrinha brasileira, dentro de dois meses, poderá fazer alguma pressão sobre os preços, mas, com uma produção menor (105 MT, segundo o mercado) do que a esperada (108 MT, segundo a Conab), não deverá durar muito tempo, voltando a manter os preços firmes até a colheita da próxima safra de verão”. ( AGROLINK )

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