Os preços das principais hortaliças comercializadas no atacado em março registraram queda. O resultado, em geral, é reflexo de uma maior oferta nos mercados aliado a uma diminuição no consumo. Enquanto o avanço da colheita resulta numa maior quantidade de produto nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) analisadas, as medidas restritivas visando o combate ao coronavírus afetam a demanda. Em abril, o cenário segue ainda incerto, como aponta o 4ª Boletim Prohort divulgado nesta quinta-feira (15), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A maior queda foi verificada nos preços de comercialização da batata. Para o tubérculo as cotações caíram dois dígitos em todas as Ceasas pesquisadas. O mesmo ocorre com a cenoura. O entreposto de Goiás registrou queda significativa nos preços da raiz, sendo que nesse atacado ficou 24,84% mais barata.
Cebola e tomate também registram comportamento semelhante. No caso do bulbo, a oferta a nível nacional aumentou cerca de 15%. Mas a tendência dos preços para abril será determinada pela intensificação da colheita nas regiões produtoras do Nordeste.
Frutas – Destaque para a maçã e o mamão que tiveram comportamentos opostos. Enquanto a primeira ficou mais barata em todas as centrais analisadas, a segunda teve elevação das cotações.
( CONAB )
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