sábado, 3 de julho de 2021

PRDUÇÃO DE LEITE A PASTO AUMENTO EM ATÉ 24% COM SOMBREAMENTO

 Uma reportagem da série especial Embrapa em Ação exibida no Giro do Boi desta quinta, dia 1º, mostrou qual é o impacto do sombreamento proporcionado pela ILPF em rebanhos leiteiros, e que pode ser também uma boa alternativa para o gado de corte.

Um estudo feito pela Embrapa Cerrados mostrou que a produção leiteira das fêmeas Gir e Girolando cresceu 22% e 24%, respectivamente, em piquetes sombreados quando comparada à produção em manejo tradicional. Além disso, o rendimento do leite também é maior por conta de um aumento da quantidade de sólidos, que evoluiu 6%. Foi a médica veterinária e doutora em zootecnia Isabel Ferreira, pesquisadora da Embrapa Cerrados, quem falou sobre o assunto.

A especialista apresentou a área em que os números estão sendo levantados e analisados. “É uma área de integração lavoura-pecuária-floresta.

O sombreamento melhorou também a qualidade do leite. “Aumentou a quantidade de extrato seco desengordurado, um aumento de 6%. Isso é uma maior quantidade de sólidos, digamos assim. Para quem faz queijo, manteiga, aumenta o rendimento”, relacionou. ( GIRO DO BOI ) 

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ESPECIALISTA DÁ DICAS PAR EVITAR DEGRAÇÃO DE PASTAGEM

 A sustentabilidade e a eficiência no campo estão diretamente ligadas à tecnologia. O uso adequado de fertilizantes ajuda nesse aumento de produtividade sem necessidade de expansão para novas áreas. “Cerca de 60% da produtividade tem ligação direta com a fertilidade do solo”, diz o gerente de produto da Mosaic Fertilizantes, Samuel Bortolin.

De acordo com Bortolin, o produtor deve manter os cuidados diante da degradação do solo, que esta presente em todas as culturas do Brasil, mas especialmente nas áreas de pastagem, onde metade das lavouras estão com solo em condições inadequadas.

“O uso adequado de fertilizantes favorece na retomada da produtividade do solo degradado, atuando na nutrição das plantas. No entanto, é importante lembrar que existem alguns condicionantes para que a terra esteja adequada para o perfeito desenvolvimento das lavouras. O solo precisa estar bem corrigido e o uso de calcário e gesso agrícola contribuem para essa condição”, ponta Bortolin. ( CANAL RURAL ) 

Degradação do solo pode prejudicar milhões de brasileiros - Portal Embrapa

SÃO PAULO: JULHO TERÁ TEMPO SECO E TEMPERATURAS MAIS ELEVADAS

 Segundo análise da Somar Meteorologia, as temperaturas baixíssimas registradas na semana que passou terão repercussão nos preços da cana-de-açúcar, café, milho e feijão (ambos em Itapeva) e hortaliças (principalmente as produzidas nas regiões de Ibiúna e Piedade). Porém, a partir deste início de julho, o estado de São Paulo será marcado por tempo seco, com grande amplitude térmica – isto é, dias mais quentes, com noites mais frias.

Com isso, no meio agrícola, surge o alerta para a incidência de queimadas – assunto que já viemos noticiando –, enquanto nos centros urbanos a preocupação vem pela poluição. Entretanto, mais para o final deste mês (a partir do dia 20), estão previstas possibilidades de chuvas e da chegada de uma nova frente fria. ( NAÇÃO AGRO ) 

São Paulo: julho terá tempo seco e temperaturas mais elevadas

MELANCIA/CEPEA: TEMPERATURAS DESPENCAM E AFETM OS PREÇOS

 Os termômetros em baixa nas prncipais regiões produtoras e consumidoras nesta semana (28/06 a 02/07) limitaram as cotações da melancia, que caíram pela terceira semana consecutiva. Em Uruana (GO), a melancia graúda (>12 kg) foi negociada, em média, a R$ 0,44/kg, expressivo recuo de 25,1% em comparação com a semana anterior. No Tocantins, a queda foi de 22,9%, com fruta de mesmo calibre sendo comercializada a R$ 0,45/kg. Estes preços, ainda que superiores aos custos de produção, já estreitam as margens, principalmente em GO, onde os gastos por unidade produzida são maiores.

Segundo atacadistas consultados pelo Hortifruti/Cepea, a onda de frio desta semana impactou ainda mais as vendas, que já se mostravam fracas em semanas anteriores. Assim, na Ceagesp, a melancia graúda foi negociada a R$ 1,33/kg, desvalorização de 3,4% na mesma comparação. Agentes afirmam que, para as próximas semanas, este cenário de baixa demanda deve se manter, já que não há expectativa de elevação considerável nas temperaturas nas praças consumidoras.( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

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GEADA NO SUL DE MINAS E NA ALTA MOGIANA ASSUSTA PRODUTORES QUE JÁ SE PREOCUPAM COM COM PREJUIZOS NA PRÓXIMA SAFRA

 Confirmando as previsões meteorológicas, parte do parque cafeeiro do Brasil amanheceu com temperaturas mais baixas e registro de geadas nas lavouras. Segundo relatos enviados por produtores, o evento climático foi observado na Alta Mogiana/SP e também em pontos de Minas Gerais. 

De acordo com José Henrique Mendonça, presidente do Sindicato Rural de Franca/SP, boa parte da área foi atingida com intensidade moderada. "Ela atingiu boas áreas, principalmente partes altas", comenta. Relata ainda que mesmo as áreas onde não foram registradas geadas, há preocupação devido às baixas temperaturas registradas. 

Mendonça comenta ainda que depois de passar pela severa seca no ano passado, as temperaturas abaixo de 10ºC no parque cafeeiro já preocupam quando o assunto é a safra do ano que vem.

"Mesmo nas áreas que não caíram geada, tivemos temperaturas de 4,5 e até 3 graus. O que preocupa o setor é que nós viemos de uma seca muito intensa, que gerou um menor desenvolvimento do sistema vegetativo da planta. Então nós já temos uma safra prejudicada em 2021 e para 2022 a falta de vegetação da planta e mais essa geada com temperatura extremamente baixa nós vamos ter um agravante para a safra de 2022", comenta. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

Geada em area de café - Santo Antônio da Alegria SP (2)

PREÇOS MÍNIMOS PARA SAFRA DE VERÃO E PRODUTOS REGIONAIS TEM RESJUSTE MÉDIO DE 19,7%

 Os preços mínimos para a safra de verão foram publicados hoje (2) no Diário Oficial da União, na Portaria nº 201 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O reajuste médio aplicado, considerando as 12 culturas beneficiadas, foi de 19,76%, sendo o maior aumento para a borracha com 42,08%, seguido pelo leite nas regiões Sudeste e Sul com 37,04%.

Para os principais produtos, os reajustes variaram de acordo com o comportamento do custo variável da cultura e dos parâmetros econômicos que influenciam a formação de preços. Para o algodão em pluma, o reajuste foi de 6,65% passando a R$ 82,60 por arroba, válido para todo o Brasil. O arroz longo fino, para a região Sul ficou em R$ 45,30/50 kg, aumento de 12,74%. Feijão em cores passou a R$ 116,75/60 kg, reajustado em 22,26%. Para o leite, o aumento médio foi de 29,%, passando a R$ 1,48 por litro nas regiões Sudeste e Sul e, R$ 1,34 por litro para o Centro-Oeste.

O milho teve reajuste médio de 23,53%, definido em R$ 31,34/60 kg para as regiões Centro-Oeste (exceto MT), Sudeste e Sul e R$ 25,80/60 kg para o Mato Grosso e Rondônia. Para a região Nordeste, o preço é de R$ 35,43/60 kg, exceto os estados da Bahia, Maranhão e Piauí que ficaram em R$ 28,26/60 kg.

A soja teve aumento de 22,79%, ficando em R$ 55,55/60 kg. Quanto aos preços mínimos para sementes, os reajustes acompanharam aqueles aplicados aos grãos.   ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS ) 

dolar

ADUABAÇÃO ADEQUADA DO CAFÉ PODE REDUZIR A BIENALIDADE

 A adubação racional da cultura do café influencia a produtividade e a qualidade dos grãos colhidos. Como consequência de uma lavoura bem nutrida, podemos ter cafés especiais, que possuem grande valor agregado, e aumentam os rendimentos do cafeicultor. 

Para se ter ideia, nutrientes como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, cobre, zinco e boro estão diretamente envolvidos em processos metabólicos que a planta de café usa para fabricar as substâncias promotoras de sabor.

Neste contexto, devemos fornecer ao cafezal todos os nutrientes requeridos e nas devidas quantidades, lembrando que a proporção entre os nutrientes é tão importante quanto a quantidade fornecida, é importante a orientação de um engenheiro agrônomo e realizar a análise de solo.   ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS  )

cafezal
 


ALERTA; FRIO PERDE FORÇA,MAS TMPO SECO AUMENTA CHANCE PARA QUEIMADA

Finalmente a massa de ar polar que derrubou as temperaturas nos últimos dias força. Neste sábado, 2, a temperatura ainda chega a 1°C, mas apenas nas serras gaúcha e catarinense. Nas demais áreas do Sul diminui bastante a possibilidade de formação de geadas, assim como para o Sudeste e Centro-Oeste do país. •Veja como fica a previsão do tempo para a 1ª quinzena de julho •Confira a previsão do tempo para o primeiro fim de semana de julho. 

O sábado será de tempo firme em grande parte do Brasil com chuva apenas na faixa Norte do Brasil e ao longo da faixa leste do Nordeste, especialmente, nas áreas mais ao leste da região. Neste sábado a chuva deve acontecer a qualquer momento, com expectativa de 15 a 30 mm na faixa leste. 
O tempo deve permanecer chuvoso nessa localidade até o dia 15 deste mês. Para as demais áreas do Brasil, o tempo segue firme nos próximos dias. No entanto, a previsão do tempo chama a atenção para o tempo seco que provoca elevação no índice de queimadas. Com isso, o sinal de alerta para alto risco fica para o interior de Minas, norte de São Paulo, Mato Grosso do Sul e grande parte do Centro-Oeste. 
A incidência para focos também aumenta em áreas do Matopiba, Rondônia, Acre e sul do Amazonas. ( CANAL RURAL ) 
Fogo Imagens De Bancos De Imagens Sem Royalties

BOI: ANIMAL PADRÃO CHINA VALE ATÉ R$ 5 A MAIS NO MERCADO BRASILEIRO

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta sexta-feira. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda operam com escalas de abate relativamente confortáveis, ainda posicionadas entre três e cinco dias úteis em média.
O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta sexta-feira. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda operam com escalas de abate relativamente confortáveis, ainda posicionadas entre três e cinco dias úteis em média. 
Foram relatadas algumas tentativas de compra abaixo da referência média, mas foram rechaçadas pelo pecuarista. Animais que cumprem os requisitos de exportação com destino ao mercado chinês ainda são negociados com R$ 5, de ágio em relação aos animais que são destinados ao mercado doméstico”, assinalou o analista. As incertezas em torno da China permanecem presentes no mercado, avaliando a constante queda dos preços da suinocultura chinesa. 
“Somado a isso foram relatadas a tentativa de renegociação de contratos por parte de importadores chineses, premissa válida para carne bovina e suína”, disse Iglesias. Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 320, na modalidade à prazo. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 305. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 313, inalterada.
Em Cuiabá, o valor pago foi de R$ 309, inalterada. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 316 a arroba. ( CANAL RURAL  )
boi gordo, gado nelore

CDRS/CATI REGIONAL DE MOGI DAS CRUZES APOIA EVENTO DE TESTAGEM EM MASSA DE PRODUTORES RURAIS, PARA COVID -19

 Fruto de uma ação conjunta do Sindicato Rural e da Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes – por meio das Secretarias Municipais de Agricultura e Saúde –, a qual contou com o apoio da CDRS/CATI, a testagem dos produtores rurais em relação à Covid-19, realizada no mês de junho, alcançou mais de 300 pessoas de comunidades rurais de Mogi das Cruzes. A cidade está localizada há cerca de 65km da capital paulista e integra o chamado Cinturão Verde, região responsável por grande parte da produção estadual de hortaliças (legumes e verduras).

De acordo com Gildo Saito, presidente do Sindicato Rural, a ação foi relevante. “Estamos muito felizes, a parceria deu o tom das ações que vêm sendo realizadas em prol dos produtores rurais da nossa cidade. Foi feita uma grande mobilização, envolvendo o poder público municipal e a CDRS/CATI e, assim foi possível atingir esse grande número de pessoas e auxiliar na prevenção da disseminação dessa doença terrível e no cuidado com a saúde da família rural”, afirmou Saito. 

O diretor da CDRS/CATI Regional Mogi das Cruzes, o sociólogo David Rodrigues, enalteceu a parceria e a importância da ação: “Atuamos na mobilização e conscientização dos produtores e de suas famílias, bem como de moradores e trabalhadores da área rural, para participarem desse evento de saúde pública,. Entendemos a importância de monitorar a situação da pandemia no campo e dessa ação junto aos agricultores, os quais não pararam suas atividades em nenhum momento, em um trabalho árduo e contínuo para garantir o abastecimento de alimentos para a população”.

( SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO - SP - )


BARRAGINHAS DESPERTAM PAIXÃO E INSPIRAM CUIDADO COM O PLANETA

 O Projeto Barraginhas envolve pessoas por todo o Brasil, que se apaixonam pela missão de colher chuva e plantar água. Em diferentes regiões do País, estão presentes adeptos da tecnologia social que faz a captação de enxurradas, proteção do solo e recarga do lençol freático.

Grandes parceiros que vestem a camisa do projeto e disseminam as barraginhas são chamados de “clones” por Luciano Cordoval, agrônomo da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) e coordenador do trabalho: “São pessoas comprometidas e envolvidas com as causas socioambientais, que se encantaram e assumiram as barraginhas como sua própria bandeira”, explica Cordoval.

As trocas entre os parceiros do projeto são ricas, com partilha de experiências, casos de sucesso, desafios, e também momentos culturais. Cordoval registra os acontecimentos e as interações dessa rede no blog projetobarraginhas.blogspot.com. ( EMBRAPA ) 

 Foto: Márcio Menon

sexta-feira, 2 de julho de 2021

CITROS/CEPEA: PREÇOS DA LARANJA PERA DEVE SEGUIR FIRME EM JULHO

 Apesar de julho geralmente registrar menor preço para a laranja pera de mesa, devido ao pico de safra e ao típico enfraquecimento da demanda diante das baixas temperaturas, em 2021, o cenário tende a ser diferente, com os valores da fruta in natura podendo se manter firmes neste mês. 

Segundo pesquisadores do Cepea, isso pode ocorrer porque a forte demanda industrial está absorvendo praticamente todos os volumes de laranjas precoces, e, no caso da pera, também já tem se notado redução na oferta para o mercado de mesa. Pesquisadores do Cepea indicam que a previsão é que a colheita da laranja pera se intensifique em julho, mas em menor ritmo que o usual, já que esta temporada deve ser, novamente, mais tardia e com maior participação da segunda e terceira floradas. 

A moagem, por sua vez, deve ganhar ritmo, com mais unidades recebendo frutas de terceiros, sejam aquelas já contratadas ou no mercado spot. Em junho, a média da laranja pera de mesa foi de R$ 32,64/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 29,2% em relação ao mesmo mês de 2020, em termos nominais. ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

laranja pêra


MILHO ABRE 6ª FEIRA SUBINDO NA B3 COM APOIO DO CLIMA

 A sexta-feira (02) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,88% e 1,82% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, todas as geadas que atingiram as lavouras no Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás e Minas Gerais contribuíram para os vendedores sumirem do mercado e para puxar a B3 acima de R$ 90,00.

“Só no Paraná, a geada dessa semana, deu impacto de mais de 3 milhões de toneladas de queda de produção frente ao que já tinha perdido antes. Então é uma safra muito comprometida”, diz.

Brandalizze destaca ainda que, em função da alta de Chicago, o mercado que antes dava condições de importação de milho abaixo de R$ 90,00 já voltou ao patamar de R$ 102,00 e isso dá novo espaço para a B3 subir e buscar novamente os R$ 95,00.

“O mercado do milho se valorizou muito e dificilmente vai despencar, porque temos uma safra muito comprometida, o que é um fator favorável para quem consegue ter milho”, comenta o analista. ( NOTÍCIAS AGRÍOLAS ) 

milho

CACAU; SAIBA COMO FAZER A PLANTAÇÃO PROSPERAR NO CLIMA DE MATA ATLÂNTICA

 Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a previsão da atual safra de cacau é de aproximadamente 260 mil toneladas. Mas será que o clima de Mata Atlântica de São Paulo é favorável para essa produção? Essa é a dúvida de produtora rural de São Bernardo do Campo.

De acordo com José Antonio Alberto da Silva, engenheiro agrônomo da APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), “o clima de Mata Atlântica é excelente para fazer o cultivo do cacaueiro”. No entanto, o pesquisador alerta que, antes de tudo, é necessário entrar em contato com os órgãos governamentais para poder fazer sua plantação nestes espaços.

Sombreamento: na Bahia (estado com maior produção de cacau do Brasil), os agricultores aproveitam as sombras das plantas nativas para proteger os cacaueiros. Para isso, são utilizadas bananeira, seringueira e a pupunha.

Cuidado com as sementes: em São Paulo é proibida por lei a vinda de sementes da Bahia, para evitar a entrada da doença vassoura-de-bruxa aqui no estado. Sendo assim, procure viveiristas de confiança para garantir mudas de qualidade. ( NAÇÃO AGRO ) 


Cacau: saiba como fazer a plantação prosperar no clima de Mata Atlântica


COM GEADAS, ESTIMA-SE PERDA DE 80% EM LAVOURAS DE MILHO NO PR

 A formação de geada em diversas áreas do Paraná ligam o alerta para as perdas na agricultura. Segundo a Federação de Agricultura do Paraná (Faep), as baixas temperaturas registradas em muitas cidades do estado impactaram em diversas culturas agrícolas, principalmente nas que estavam em fase de desenvolvimento ou colheita.

No oeste do estado, as lavouras de milho safrinha sofreram com a geada que atingiu a região. Segundo o produtor rural e presidente da Comissão Técnica de Aquicultura da Faep, Edmilson Zabott, de Palotina, a situação é atípica e as temperaturas não costumam ser tão baixas como nos últimos dias, registradas em abaixo de zero. “Foi uma geada muito brutal. Acredito que podemos perder 80% do milho que não estava pronto, fora a qualidade do grão que deve piorar. Apenas 15% dos 45 mil hectares cultivados na região devem sofrer menos prejuízos, pois já estavam praticamente prontos para colheita”, aponta.

Além dos impactos causados pela geada, a produtividade das lavouras da região já havia sido reduzida em cerca de 40%, devido à janela de plantio atrasada por causa da seca, além de faltas de chuvas regulares durante o período de cultivo. O trigo, que também foi plantado tardiamente, não deve registrar perdas significativas. ( CANAL RURAL ) 

milho

VEJA COMO FICA A PREVISÃO DO TEMPO PARA A 1ª QUINZENA DE JULHO

 O frio ainda se concentra em áreas do Sul do país, mas atingiu áreas centrais, como zonas produtoras de café arábica em Minas Gerais.

Na região mineira de Cabo Verde, por exemplo, a temperatura se aproximou de zero e ainda pode ter ocorrer mais geada nesta sexta, 2, com mínima de 2°C no começo do dia. Para os próximos 30 dias, não há expectativa de queda acentuada na temperatura, e o risco para novas geadas está descartado.

Para os próximos cinco dias, o tempo permanece seco, o a temperatura aumenta, mas não muito. As mínimas chegam a 6°C em Minas, São Paulo, Paraná. Enquanto isso, as chuvas ficam concentradas no Norte e na costa do Nordeste.

De 7 a 11 de julho, as mínimas não ficam abaixo dos 10°, exceto na serra gaúcha e catarinense e sul do Paraná. Apesar de subir pouco, a temperatura não traz riscos para a formação de geadas, pois a mínima prevista nessas áreas é de 9°C.

Segundo a previsão do tempo, as chuvas seguiram apenas no Norte e em partes do Nordeste. Enquanto isso, a perspectiva é de tempo mais seco até a primeira metade de julho em grande parte do país.( CANAL RURAL ) 

geada milho paraná

 

BOI GORDO; PREÇOS SEGUEM FIRMES APESAR DE ESCALAS DE ABATE CONFORTÁVEIS

 O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta quinta-feira. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, os preços seguem firmes, relatos de negociações pontuais acima da referência média. “Essas negociações acontecem prioritariamente com animais que cumprem os requisitos de exportação com destino ao mercado chinês”, assinalou o analista.

Enquanto isso, os frigoríficos seguem com escalas de abate relativamente confortáveis, posicionadas entre três e cinco dias úteis, mas, mesmo assim não conseguem exercer pressão sobre o mercado.

Ainda conforme o analista, o setor de carnes brasileiro segue preocupado em relação à queda dos preços na suinocultura chinesa, que permanece em viés de baixa. “Este é um sintoma clássico de avanço da oferta. Precisa ser considerado que nesse ambiente é possível que a China passe a renegociar contratos tentando reduzir o seu preço de importação, além de uma possível redução do volume importado. O bom desempenho das exportações brasileiras no primeiro semestre foi consequência de contratos firmados anteriormente, ou seja, as mudanças mais contundentes em torno do fluxo exportado tendem a acontecer nos próximos meses”, apontou.

Com isso, em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 320, na modalidade à prazo. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 305. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 313, inalterada. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 309, inalterada. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 316 a arroba. ( CANAL RURAL ) 


FECHAMENTO DO MERCADO - SOJA: PREÇOS SOBEM R$ 5 POR SACA NO BRASIL EM DIA MENOS MOVIMENTADO

 O mercado brasileiro de soja teve um dia mais movimentado e de preços firmes, com dólar acima de R$ 5 e contratos subindo na maior parte do dia em Chicago, de acordo com avaliação da consultoria Safras & Mercado. No melhor momento dos contratos externos, o ritmo dos negócios se acentuou. Cerca de 200 mil toneladas de soja trocaram de mãos.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 158 para R$ 159. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 157 para R$ 158. No Porto de Rio Grande, o preço aumentou de R$ 163 para R$ 165. Em Cascavel (PR), o preço passou de R$ 157 para R$ 159,50 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 163 para R$ 165.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 152 para R$ 155. Em Dourados (MS), a cotação subiu de R$ 148 para R$ 149. Em Rio Verde (GO), a saca aumentou de R$ 152 para R$ 157.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 0,25 centavo de dólar por bushel ou 0,01% a US$ 14,29 3/4 por bushel ( 27,2125 Kg. ) . A posição novembro teve cotação de US$ 13,95 1/2 por bushel, com perda de 3,5 centavos ou 0,25%.

Nos subprodutos, a posição agosto do farelo subiu US$ 5,90 ou 1,56% a US$ 383,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 62,65 centavos de dólar, perda de 0,77 centavo ou 1,21%.  ( CANAL RURAL )

soja sobre pano

EM MT , VALOR DA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA SUÉROU O ANO DE 2020 EM APENAS 5 MESES

 

Incremento do VBP da soja avançou cerca de 155% e o do milho aproximadamente 312%, nos últimos 10 anos

Em menos de um semestre, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Mato Grosso, chegou a R$ 191 bilhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O montante é superior ao obtido em todo o ano passado, que encerrou com R$ 149 bi.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano, mês a mês e corresponde ao faturamento bruto dos produtos do setor.

O desempenho mato-grossense perpetua o estado na primeira posição em nível nacional, com 17,2% do VBP total. Em segundo lugar está o Paraná, com 13,2%, seguido por São Paulo (11,2%), Rio Grande do Sul (10,8%) e Minas Gerais (10%). ( AGRONEWS ) 


CAFÉ: PREÇOS DEVEM SUBIR NO MERCADO INTERNO E NA BOLSA DE NOVA YORK

 Os preços do café devem ganhar terreno nesta quinta nas principais praças do país, acompanhando a recuperação dos contratos futuros em Nova York. O ritmo dos negócios deverá seguir moderado, com o dólar abaixo de R$ 5,00. O clima segue na pauta dos negociadores.

O mercado teve uma quarta-feira de preços pouco alterados. Atenções seguiram em torno do frio intenso em muitas regiões, com geadas noticiadas no Paraná e em partes de São Paulo, com a promessa de mais frio para esta quinta-feira. A baixa moderada do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) foi compensada pela alta do dólar. O dia foi de mercado regionalizado, mais ativo em algumas regiões, como na Zona da Mata e para o conilon no Espírito Santo.

No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação terminou o dia em R$ 825,00/830,00 a saca, estável. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 830,00/835,00 a saca, inalterado. ( AGRONEWS )

café

quinta-feira, 1 de julho de 2021

COM GEADAS, PRODUTOR RLEATA PERDA DE 80% EM LAVOURA DE MILHO NO PR

 A formação de geada em diversas áreas do Paraná ligam o alerta para as perdas na agricultura. Segundo a Federação de Agricultura do Paraná (Faep), as baixas temperaturas registradas em muitas cidades do estado impactaram em diversas culturas agrícolas, principalmente nas que estavam em fase de desenvolvimento ou colheita.

No oeste do estado, as lavouras de milho safrinha sofreram com a geada que atingiu a região. Segundo o produtor rural e presidente da Comissão Técnica de Aquicultura da Faep, Edmilson Zabott, de Palotina, a situação é atípica e as temperaturas não costumam ser tão baixas como nos últimos dias, registradas em abaixo de zero. “Foi uma geada muito brutal. Acredito que podemos perder 80% do milho que não estava pronto, fora a qualidade do grão que deve piorar. Apenas 15% dos 45 mil hectares cultivados na região devem sofrer menos prejuízos, pois já estavam praticamente prontos para colheita”, aponta.

Além dos impactos causados pela geada, a produtividade das lavouras da região já havia sido reduzida em cerca de 40%, devido à janela de plantio atrasada por causa da seca, além de faltas de chuvas regulares durante o período de cultivo. O trigo, que também foi plantado tardiamente, não deve registrar perdas significativas .Na cultura do café, o frio intenso afetou as principais regiões produtoras, queimando as plantas e trazendo incertezas quanto à temporada 2022. “A safra que está no pé está tranquila, mas a colheita do ano que vem está comprometida" ( CANAL RURAL ) 

Foto: Faep

GEADA GENERALIZADA NO CENTRO-SUL ATINGE LAVOURAS DE MILHO, CAFÉ, LARANJA E CANA

 Conforme já indicavam as previsões, esta quarta-feira (30) amanheceu com temperaturas baixas em todo o Centro-Sul do Brasil. No Paraná, mais uma vez as áreas de produção agrícola foram atingidas por geadas de intensidade moderada e os danos estão sendo contabilizados nas produções do milho safrinha, café e laranja, de acordo com as primeiras informações da Cocamar.

Segundo a cooperativa, o milho é a cultura mais importante no período de inverno nas regiões da Cocamar. No entanto, a geada causou perdas também nos pomares de laranja – concentrados no noroeste no norte do Paraná – e nas lavouras de café espalhadas por municípios das duas regiões.

O agrometeorologista Luiz Renato Lazinski mantém a previsão de geada generalizada para a próxima madrugada em todo o Sul do Brasil, com destaque para áreas de produção de milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul e o avanço da massa de ar frio para o Sudeste. Além do Brasil, a terça-feira (29) também amanheceu mais gelada no Paraguai e produtores do país vizinho também relatam áreas de milho atingidas pelo evento climático.

Para a próxima madrugada, Lazinski prevê temperaturas abaixo de 0ºC para o oeste e sul do Paraná e áreas do Mato Grosso do Sul. "Nessas áreas, além do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, é previsto geada com intensidade entre moderada e forte", comenta o especialista.  ( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS ) 

Geada em FloraiPR - Envio de Bruno Fagan (3)

CAFÉ: SOLAR SUSTENTA MERCADO BRASILEIRO COM QUEDA EM NOVA YORK

 A baixa nas cotações dos contratos futuros do café arábica em Nova York foi compensada totalmente pela alta do dólar em relação ao real, de acordo com a consultoria Safras & Mercado. No sul de Minas Gerais, o arábica bebida boa com 15% de catação ficou inalterado em R$ 825/830, enquanto que no cerrado mineiro, o bebida dura com 15% de catação ficou estável em R$ 830/835.

Em Nova York, os contratos futuros do café arábica recuaram pelo segundo dia consecutivo e voltaram a ficar abaixo do nível de US$ 1,60 por libra-peso. O vencimento para setembro caiu 0,28% e passou de US$ 1,602 para US$ 1,5975 por libra-peso ( 453,6 GRAMAS ). Apesar da temperatura fria em regiões produtoras no Brasil, o mercado espera mais informações climáticas para definir uma direção. ( CANAL RURAL ) 

Café

SOJA: COTAÇÕES SOBEM FORTE NO BRASIL SEGUINDO CHICAGO

 O indicador da soja do Cepea, calculado com base nos preços praticados no porto de Paranaguá (PR), teve uma das maiores altas diárias dos últimos anos, seguindo a forte valorização em Chicago. A cotação variou 4,2% em relação ao dia anterior e passou de R$ 151,74 para R$ 158,12 por saca. Desse modo, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 2,74%.

Em Chicago, como dito anteriormente, os contratos futuros da soja tiveram uma forte alta similar ao milho, em reação ao relatório do USDA. O vencimento para novembro, o mais negociado atualmente, subiu 6,60% e passou de  US$ 13,124 para US$ 13,99 por bushel ( 27,2155 kG. ) . A área plantada e os estoques da soja no USDA vieram abaixo das projeções dos analistas e impulsionaram as cotações. ( CANAL RURAL ) 

Monte de soja em grão formando mapa do Brasil. Sobre ele, três notas de 50 reais. Ao redor, moedas de diversos valores

MILHO: SACA EM CAMPINAS (SP ) VOLRA A ENCOSTAR EM R$ 90 COM USDA E GEADAS

 O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), teve um dia de preços mais altos. A cotação variou 2,79% em relação ao dia anterior e passou de R$ 87,14 para R$ 89,57 por saca. Portanto, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 13,88%. Em 12 meses, os preços alcançaram 84,57% de valorização.

A alta no mercado brasileiro foi impulsionada pela forte valorização em Chicago. O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe estoques e área plantada de milho em números abaixo do que o mercado projetava. Com isso, o vencimento para dezembro subiu 7,29% e passou de US$ 5,484 para US$ 5,884 por bushel. (25,40 KG. )

milho

BOI: ESCALAS ALONGADAS NÃO GARANTEM BAIXAS

 De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o cenário em que os frigoríficos mesmo com escalas alongadas não conseguem pressionar por preços mais baixos permanece no mercado físico do boi gordo. A arroba continua estabilizada em torno de R$ 320 no mercado paulista e em R$ 313 em Dourados (MS).

Na bolsa brasileira, a B3, os contratos futuros do boi gordo tiveram comportamento misto com altas e baixas ao longo da curva. O ajuste do vencimento para junho, em seu última dia de negociação, passou de R$ 320,00 para R$ 319,68, enquanto o do outubro caiu de R$ 319,75 para R$ 318,00 e do novembro, subiu de R$ 320,15 para R$ 321,00 por arroba. ( CANAL RURAL ) 


PREÇO DO LEITE PAGO AO PRODUTOR DISPARA E BATE RECORD EM JUNHO

 O preço do leite captado em maio e pago aos produtores em junho registou forte alta de 8% na “Média Brasil” líquida, indo para R$ 2,201/litro. Esse valor de junho ficou 34,9% acima do registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais, e é um recorde para o mês, destaca levantamento feito pelo Cepea. No primeiro semestre deste ano, o preço médio do leite recebido por produtores, de R$ 2,05/litro, supera em 33,6% o do mesmo período de 2020.

“O cenário é resultado da oferta limitada de leite no campo. Sazonalmente, durante o outono e inverno, o menor volume de chuvas prejudica a qualidade das pastagens e, consequentemente, a alimentação volumosa do rebanho”, diz o estudo do Cepea.

Para evitar quedas bruscas na produção de leite, a alimentação concentrada é fundamental. Contudo, neste ano, além de a seca ter sido mais intensa, a expressiva elevação do preço do concentrado tem dificultado os investimentos na atividade e reforçado a menor produção de leite nos últimos meses.

Pesquisas do Cepea mostram que o concentrado subiu 4,4% de abril para maio, acumulando alta de 12% em 2021, influenciado pela valorização nos mercados de grãos. O poder de compra do pecuarista leiteiro frente ao milho em maio caiu pelo quinto mês consecutivo. Enquanto em abril eram precisos 48,97 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), em maio, foram necessários 49,46 litros. Frente a junho de 2020, a perda no poder de compra chega a 36%. Além do concentrado, outros insumos também encareceram em 2021, como a suplementação mineral e adubos e corretivos, que se valorizaram 10% e 24% no acumulado do ano, respectivamente. ( CANAL RURAL )

Leite gado leiteiro

MOVIMENTO PELA CONTINUIDADE DA NAVEGAÇÃO NA HIDROVIA TIETÊ-PARANÁ

 A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo recebeu um documento com o posicionamento de importantes entidades nacionais das áreas agrícola e de logística em defesa da manutenção do funcionamento da Hidrovia Tietê-Paraná.

O corredor logístico conhecido como Hidrovia Tietê-Paraná é um dos principais corredores de transporte do país para o escoamento da produção de soja, milho, madeira, celulose, cana-de-açúcar, etc.

“A Hidrovia é um importante meio de escoamento da produção rural de São Paulo e de outros estados e recebeu volumosos investimentos públicos e privados nos últimos anos. Os recursos hídricos precisam ser utilizados de forma harmônica por todos os setores da sociedade. Não é viável que os produtores agrícolas sejam penalizados com a paralisação da hidrovia para que outro setor seja beneficiado”, afirmou o secretário Itamar Borges.

Em 2021, segundo dados do Departamento Hidroviário – DH da Secretaria de Transportes e Logística do Estado de São Paulo, o volume de carga na hidrovia já acumula crescimento de mais de 80% em relação a 2020, com previsão de superar R$ 4 bilhões de reais de mercadorias transportadas até final do ano.

Atualmente, mais de 20 grandes comboios de cargas de várias empresas de transporte fluvial operam ininterruptamente na hidrovia, retirando diariamente das estradas mais de 2.500 caminhões, contribuindo, com isso, para a redução dos custos logísticos, de acidentes nas estradas e de emissão de poluentes na atmosfera.

( SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO - SP - ) 

CONSORCIOS MUNICIPAIS PODERÃO SE BENEFICIAR COM PROGRAMAS DA SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO

 O Governo do Estado de São Paulo anunciou nesta terça-feira, 30/06, a criação do SP+Consórcios, plano para estimular a cultura empreendedora e o fortalecimento dos consórcios públicos municipais e potencializar o desenvolvimento regional.

O SP+Consórcios será implantado por meio da Secretaria de Desenvolvimento Regional, com ações das Secretarias Estaduais e órgãos da administração indireta, em parceria com o Sebrae SP, que contratou 120 consultores para executar as ações e auxiliar gestores públicos municipais e a gestão dos consórcios.

A Secretaria da Agricultura e Abastecimento participará do SP+Consórcios por meio dos temas: Selo de Inspeção Municipal e Estadual; Agricultura Familiar, Mais Gestão Mais Renda, Defesa Agropecuária.

“É uma iniciativa pioneira, que valoriza os municípios, com o fortalecimento dos Consórcios intermunicipais. Juntos os gestores terão maior capacidade para a elaboração e implantação de políticas públicas, inclusive na área da agricultura”, afirmou o secretário Itamar Borges.

O programa valoriza a organização coletiva dos municípios, que lidam diariamente com as limitações orçamentárias e operacionais, para que promovam o desenvolvimento local, apoiando os pequenos empreendedores e as parcerias entre prefeituras. Dessa forma, visa a desburocratização, o fortalecimento de lideranças para o desenvolvimento da região, inclusão produtiva, compras públicas, sistema de inspeção municipal e inovação.

Para participar do programa os consórcios precisam ser multifinalitários. O programa também está estruturado para adequar os consórcios a todas as frentes abrangidas no âmbito das políticas públicas do Governo do Estado. Os consórcios poderão se adequar a finalidade de atuação, incluindo e alterando os seus estatutos. ( SECETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO - SP -,)

TERRA SUL EXPLICA ETAPAS PARA REALIZAR A IM0LEMENTAÇÃO DE FRUTÍCOLAS

 Nesta semana, o canal do Programa Terra Sul no Youtube exibe uma matéria sobre o passo a passo para realizar a implementação de pomares frutíferos na propriedade. De acordo com um levantamento desenvolvido pela Emater em parceria com a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, em 2020, mais de 2 milhões de toneladas de frutas foram produzidas no Rio Grande do Sul.

A reportagem aborda quais aspectos o produtor precisa levar em consideração quando decide introduzir a fruticultura na propriedade, desde o planejamento até o plantio das mudas. O material conta a orientação da Emater/RS-Ascar sobre os primeiros passos para realizar a escolha da fruta e instruções da Embrapa Clima Temperado para desempenhar a análise e preparo do solo. ( EMBRAPA )

Terra Sulhttps://www.youtube.com/c/TerraSulTV

Divulgação - Um dos pontos importantes para o preparo do pomar de frutíferas são os cuidados para fertilidade do solo.

 

EXPORTAÇÃO DE OVO CRESCEM 81,5% EM 2021, DIZ ABPA

  As   vendas de ovos   para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil to...