Enquanto as negociações internas envolvendo derivados de mandioca (farinha, fécula e amidos modificados) estão lentas, as exportações de alguns destes produtos vêm apresentando excelente desempenho neste ano.
No mercado brasileiro, a baixa liquidez pode estar atrelada a quedas das vendas no varejo e da produção industrial. De acordo com cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em outubro, o consumo aparente de fécula de mandioca caiu 57% frente ao mês anterior, e no acumulado do ano, 2,2%.
Já no front externo, os embarques de fécula de mandioca e dos amidos vêm sendo impulsionados pela demanda externa aquecida e pelo dólar elevado. Além disso, o Brasil tem sido um dos poucos países com excedente para exportação.( NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )
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