A suinocultura brasileira está em apreensão para evitar a entrada do vírus da Peste Suína Africana (PSA). Em julho deste ano, a República Dominicana, relatou a ocorrência da doença e em setembro último, o Haiti confirmou a incidência da enfermidade em seu território.
Segundo a Embrapa Suínos e Aves, a Peste Suína Africana (PSA) é uma doença altamente contagiosa, causada por um vírus pertencente à família Asfarviridae. A doença não acomete o homem, sendo exclusiva de suídeos domésticos e asselvajados (javalis e cruzamentos com suínos domésticos).
A suspeita inicial da enfermidade baseia-se principalmente na observação dos sinais clínicos de doença hemorrágica, porém o uso de técnicas laboratoriais, como as moleculares, é imprescindível para a confirmação do diagnóstico.
A PSA é uma doença de notificação obrigatória aos órgãos oficiais nacionais e internacionais de controle de saúde animal, com potencial para rápida disseminação e com significativas consequências socioeconômicas.
Contra a Peste Suína Africana não há tratamento nem vacina. Por isso cabe a todos tomar as medidas necessárias para diminuir os riscos enquanto não tiver o ingresso desse vírus no país. ( CANAL RURAL )

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