terça-feira, 12 de outubro de 2021

NANOTECNOLOGIA SERÁ UTILIZADA PAR DESENVOLVIMENTO DE FERTILIZANTES DE LIBERAÇÃO LENTA COM MATÉRIA- PRIMA DE BASE FLORESTAL

 Um dos problemas da agricultura brasileira envolve a questão dos fertilizantes: são fundamentais para atingir alta produtividade e rentabilidade mas, ao mesmo tempo, sua aplicação não é eficaz, com perdas principalmente por volatilização, lixiviação  e baixa absorção.

Pensando nisso, a Embrapa Florestas tem investido em pesquisas para desenvolvimento de fertilizantes de liberação lenta, uma tecnologia que auxilia na melhor incorporação do fertilizante ao solo, evita o desperdício e pode reduzir custos ao produtor rural.

Para isso, a nanotecnologia é um dos caminhos e um projeto, em parceria com a empresa Polli Fertilizantes Especiais, pretende desenvolver um revestimento com polímero biodegradável utilizando nanopartículas para recobrimento, proteção e liberação gradual de fertilizantes.

O projeto vai estudar o recobrimento  de 

fertilizantes para promover sua liberação 

gradual. Para isso, vai trabalhar com 

nanotecnologia envolvendo celulose de 

eucalipto, sulfato de cálcio, carbonato de 

cálcio e alginato.


Segundo o pesquisador 

Washington Magalhães, da Embrapa 

Florestas, “já temos resultados de 

pesquisas em escala de laboratório que 

demonstram a viabilidade.


Agora, com este projeto, além de testar 

formulaçõs, vamos dar escala e levar a 

campo, em diferentes cultivos agrícolas e 

florestais, e também analisar sua 

viabilidade econômica”.  ( EMBRAPA )

Foto: Rodolfo Bührer

Rodolfo Bührer -

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