O greening, considerado a pior doença da citricultura mundial, tem causados danos à produção do Brasil. Nas últimas cinco safras, mais de 66 milhões de caixas de laranja foram perdidas no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, a principal região produtora da fruta no mundo, segundo levantamento do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).
Como não há tratamento para as plantas, o setor de pesquisa focou em meios para evitar a doença. O controle biológico criado no Brasil pela Esalq/USP e aperfeiçoado por meio de uma parceria entre a divisão agrícola da Bayer e o Fundecitrus tem se destacado com a liberação de pequenos insetos – vespinhas chamadas Tamarixia radiata – nas áreas não comerciais, ou seja, fora das fazendas produtoras.
De acordo com o Fundecitrus, a incidência média de laranjeiras com sintomas de greening no cinturão citrícola é de 22,37% (7,2% a mais do que em 2020), o que corresponde a mais de 43 milhões de árvores.

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