quarta-feira, 23 de junho de 2021

BOAS PRÁTICAS REDUZEM RISCOS DE CONTAMINAÇÃO DA PIMENTA-DO-REINO

 Mais uma rodada de conversa sobre as boas práticas de produção da pimenta-do-reino reuniu nesta terça-feira, 22, em Castanhal, no Nordeste Paraense, especialistas, pipericultores e exportadores de dez municípios da região. A ação, que atendeu a todos os protocolos de distanciamento e uso de máscaras, faz parte do plano emergencial para evitar a contaminação da pimenta pela bactéria Salmonella sp e garantir uma produção mais segura e competitiva no mercado.

O Pará é o segundo maior produtor nacional de pimenta-do-reino com uma produção de 35 mil e 452 toneladas, em 2020, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap). A cadeia produtiva da pimenteira-do-reino emprega atualmente no estado mais de 70 mil famílias e a contaminação pela Salmonella pode se dar em diferentes etapas da produção, como explica a agrônoma Márcia Tagore, da Sedap, coordenadora do grupo de trabalho interinstitucional que executa as ações emergenciais.  

“A contaminação pode acontecer desde o plantio, colheita, transporte e até nos containers para exportação. A secagem ao sol, inclusive, é um aspecto positivo da pimenta-do-reino. A secagem ao sol, inclusive, é um aspecto positivo da pimenta-do-reino

Foto: Ronaldo Rosa

Ronaldo Rosa - O Pará produziu 35 mil toneladas de pimenta-do-reino em 2020


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