A Embrapa Meio Ambiente e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Pesca, assinaram acordo para a criação da “Rede de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura nos Reservatórios da Região Sudeste”. A Rede regional é parte integrante da Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União, instituída pela Secretaria-Geral da Presidência da República em 14 de agosto de 2018, por meio da Portaria nº 153.
O período de vigência é de dois anos e visa aperfeiçoar o uso de tempo e recursos no desenvolvimento de pesquisas científicas e de monitoramento ambiental dos reservatórios regionais utilizados para aquicultura, melhorar a integração dos governos locais, instituições de pesquisa e representações sociais da região Sudeste.
O acordo também pretende subsidiar com informações técnicas o desenvolvimento e ampliação de políticas públicas voltadas à aquicultura, além de criar um fluxo de comunicação mais robusto com a Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), no sentido de integrar e atualizar os dados de produção de pescado dos principais reservatórios regionais da União.
O Sudeste possui uma vocação natural no cultivo de tilápia e é uma das grandes regiões produtoras do pescado, só atrás da Região Sul. Contudo, um dos principais entraves da atividade está na dificuldade de regularização e licenciamento dos empreendimentos.
A pesquisadora Mariana Silveira Guerra, responsável técnica da Embrapa Meio Ambiente no acordo, explica que no estado de São Paulo, especificamente, a questão impeditiva principal para o aumento da produção de tilápia em tanques-rede é o limite de outorgas.( INSTITUTO DA PESACA/EMBRAPA )

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