A segunda safra de milho em Mato Grosso enfrenta dificuldades e exige que chuvas com bons acumulados caiam neste fim de abril e maio para chegar na previsão de produção da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), de 82,6 milhões de toneladas. A afirmação é da Consultoria AgResource Brasil, ao projetar que “infelizmente, essa mudança para um padrão mais úmido está se tornando cada vez mais improvável”.
“Os modelos climáticos indicam, mais para o médio prazo, tempo seco para a safrinha, com algumas chances de precipitações em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Depois disso, um evento de chuva mais expressiva não é indicado no início de maio. Em alguns anos, as precipitações tiveram um corte em meados ou fim de abril, ou seja, não seria algo incomum de acontecer neste ano”, lembram os analistas de mercado.
Porém, acrescentam eles, é no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo que a produtividade do cereal preocupa neste momento: “Grandes faixas destes estados registraram precipitações de até 33 milímetros nos últimos 30 dias. ( AGROLINK )
Imagem: Pixabay
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