terça-feira, 20 de abril de 2021

Caprinocultores conseguem manter produção mesmo com a CAE, doença que atinge os animais

 Ao seguir boas práticas de manejo, o caprinocultor consegue manter a produção leiteira mesmo com animais portadores de artrite encefalite caprina (CAE), doença viral que acomete cabras e bodes. Para isso, são fundamentais medidas como o monitoramento constante do rebanho por meio de teste sorológico semestral para o diagnóstico da doença e a separação dos animais doentes. Essas são algumas conclusões de mais de 25 anos de pesquisa da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) e que foram reunidas no documento Orientações de controle da artrite encefalite caprina em rebanhos leiteiros: conviver mantendo a produção destinado a criatórios de diferentes portes e níveis de infraestrutura e que municia o produtor com medidas preventivas e de controle da doença.

A patologia é incurável e de alta prevalência em rebanhos leiteiros nacionais e ocasiona importantes perdas econômicas, causando diminuição da produção e da qualidade do leite. A novidade é que o conjunto de práticas recomendado pelos pesquisadores da Embrapa permite a convivência e a manutenção da produção leiteira em rebanhos nos quais há animais diagnosticados com a artrite encefalite caprina (CAE

A enfermidade é crônica e seus sintomas aparecem nos animais mais velhos, que geralmente desenvolvem artrite, mastite ou emagrecimento progressivo. Um animal contaminado pode disseminar rapidamente a doença por todo o rebanho. ( EMBRAPA ) 

Foto: Adilson Nóbrega

Adilson Nóbrega - Práticas recomendadas pelos pesquisadores da Embrapa permitem a manutenção da produção leiteira em rebanhos nos quais há animais diagnosticados com a artrite encefalite caprina (CAE)


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