As chuvas que demoraram a chegar no início da temporada 2020/21 de soja do Brasil chegaram de forma mais intensa e até mesmo excessiva em algumas áreas. No Paraná, a consequência destas condições de clima tem resultado no abortamento de vagens.
"Um grande período de dias sem incidência direta de luz solar tem sido um dos grandes problemas agronômicos dessa safra", explica Claudeir Pires, CEO da Academia da Soja, que vem visitando lavouras nas principais regiões produtoras do país.
O excesso de nebulosidade em janeiro causou distúrbios fisiológicos nas plantas, que voltaram a vegetar, cresceram além do normal, desenvolveram muitas folhas e abortaram muitas vagens. Esse fenômeno ocorre em várias partes do estado do Paraná, em menor ou maior grau, e deve afetar a produtividade final, já corrigida para baixo, neste levantamento", informa o boletim mensal da instituição. (NOTÍCIAS AGRÍCOLAS )

Nenhum comentário:
Postar um comentário